É possível comprar um apartamento sem entrada?

Guia da Tenda

Conquistar a casa própria é um sonho que tem se tornado realidade para muitas famílias brasileiras. Assim, saber como funciona o financiamento e entender se é possível comprar um apartamento sem entrada pode ser o que falta para você. Quer ver só?

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Na maioria das vezes, o maior obstáculo na compra de um apartamento é fazer um planejamento financeiro com o objetivo de juntar dinheiro para dar a entrada do imóvel. Por isso, é normal que durante esse processo surjam muitas dúvidas, como se é possível ou não comprar apartamento sem entrada.

A boa notícia é que sair do aluguel e conquistar a sua casa própria podem ser planos que não estão tão longe assim de acontecer. Isso porque adquirir um imóvel se tornou muito mais simples, pois é possível recorrer a um financiamento imobiliário e aproveitar os benefícios oferecidos pelas construtoras.

Quer saber como funciona o financiamento imobiliário, quais são as suas vantagens e se é possível comprar apartamento sem entrada? Então, continue a leitura e confira!

O que é o valor de entrada em um financiamento?

Basicamente, a entrada é o valor que as instituições financeiras exigem para ter uma garantia de que você irá cumprir o pagamento das parcelas com o passar do tempo. Normalmente, é pedido que você pague uma porcentagem do valor total do imóvel na entrada, e o restante seja quitado em parcelas. É por isso que, geralmente, essas empresas aceitam que somente 80% do valor do imóvel seja de fato financiado.

Como calcular o valor da entrada em um imóvel?

Quando pensamos em comprar uma casa ou apartamento, é muito importante conhecer todos os gastos, afinal, a entrada normalmente é paga à vista. É mais comum que o valor de entrada seja de até 30% do preço total do imóvel, mas a porcentagem exata depende da construtora ou banco que você escolher. Vale lembrar que algumas instituições permitem o parcelamento do valor de entrada.

Sabendo que o valor de entrada pode ser de até 30% do preço do imóvel, para calcular uma estimativa é só multiplicar o valor do imóvel por 0.3. Por exemplo, o valor de entrada de um imóvel que custa R$ 100 mil, é de cerca de R$ 30 mil.

Como funciona o financiamento imobiliário?

Homem assinando papeis enquanto mulher faz cálculos | Comprar apartamento sem entrada | Guia da Tenda | Blog da Tenda

O financiamento imobiliário é uma das formas mais viáveis para aquisição da casa própria e se baseia em uma linha de crédito oferecida como um empréstimo por instituições financeiras. Com isso, o financiamento pode ser utilizado para adquirir uma casa, um apartamento, para finalizar uma obra ou uma reforma e, até mesmo, para compra de lotes.

Esse incentivo é a melhor maneira de comprar uma casa ou apartamento dentro do que você pode pagar. Afinal, contando com o pagamento à longo prazo, é possível manter as parcelas em dia, sair do aluguel e investir em um patrimônio próprio.  

Como fazer o financiamento imobiliário?

Geralmente, as instituições que concedem o financiamento são bancos ou construtoras, e os prazos de pagamento variam de acordo com o valor do imóvel, a capacidade de pagamento do comprador e a renda familiar mensal. A grande vantagem de optar por uma construtora de confiança é a agilidade e a rapidez de todo o processo. Além disso, o financiamento se torna bem menos burocrático, já que as incorporadoras auxiliam nas etapas de separação da documentação e dos demais comprovantes necessários.

O pagamento do financiamento é feito em parcelas mensais, e o prazo máximo é de 35 anos. Em outras palavras, você poderá pagar em 420 parcelas mensais. 

Se você não tem a quantia necessária para pagar a entrada à vista, mas quer conquistar a sua casa própria, fique tranquilo porque existem opções. Algumas construtoras oferecem possibilidades, como é o caso da Construtora Tenda, que parcela a entrada do financiamento em até 60 vezes. Além disso, você também pode contar com as vantagens do programa Casa Verde e Amarela, substituto do Minha Casa Minha Vida,  como o subsídio, a composição de renda e o uso do FGTS. 

Como funciona o programa Casa Verde e Amarela, o novo Minha Casa Minha Vida?

Pessoa segurando uma casa | Comprar apartamento Minha Casa Minha Vida | Guia da Tenda | Blog da Tenda

O programa habitacional Minha Casa Minha Vida é considerado a maior iniciativa de acesso à casa própria do Brasil. Implementado em 2009, esse programa surgiu com o objetivo de facilitar a aquisição do primeiro imóvel, e desde a sua criação já ajudou milhares de famílias brasileiras.

O funcionamento do Minha Casa Minha Vida era com base em faixas de renda, que se diferenciam nos valores, nas taxas de juros, no prazo de pagamento, no subsídio e em outras regras. Além disso, o programa oferecia vantagens como baixas taxas de juros, possibilidade de compor renda com outras pessoas e de usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Entretanto, com a meta de melhorar ainda mais o programa, levando mais benefícios para a população que deseja conquistar a sua casa ou apartamento próprio, o Governo criou em 2020 o programa Casa Verde e Amarela (PCVA) para substituir o Minha Casa Minha Vida. Os dois tem a mesma meta de facilitar a compra de um imóvel, mas com algumas diferenças nas faixas de renda e nas taxas de juros. 

Por isso, o programa funciona em parcerias com construtoras e imobiliárias que trabalham desde a construção até a entrega das residências aos beneficiários, e tudo isso é feito por meio de um financiamento subsidiado.

Além disso, o crédito permite que o comprador financie o seu imóvel em até 360 meses, diminuindo muito o valor das parcelas que podem ser inferiores ao preço do aluguel pago. Ou seja, o programa Casa Verde e Amarela, antigo Minha Casa Minha Vida, tem o objetivo de facilitar ao máximo a aquisição da casa própria, proporciona prestações que cabem no seu bolso e oferece apartamentos com taxas de juros e parcelamentos abaixo do que normalmente é praticado no mercado.

Conheça os grupos de renda do Casa Verde e Amarela

O programa Casa Verde e Amarela reduziu o número de faixas do Minha Casa Minha Vida de 4 para 3, tornando o projeto mais acessível e contemplando mais pessoas. Confira a seguir a diferença entre as faixas de renda nos dois projetos do Governo: 

Minha Casa Minha Vida 

Faixa 1

Para famílias com renda mensal bruta de até R$ 1.800. 

Faixa 1,5 

Para famílias com renda mensal bruta de R$ 1.800,01 até R$ 2.600.

Faixa 2 

Para famílias com renda mensal bruta de R$ 2.600,01 até R$ 4.000. 

Faixa 3 

Para famílias com renda mensal bruta de R$ 4.000,01 até R$ 7.000. 

Programa Casa Verde e Amarela

Grupo 1

Para famílias com renda mensal bruta de até R$ 2.000. 

Grupo 2 

Para famílias com renda mensal bruta de R$ 2.000,01 até R$ 4.000.

Grupo 3

Para famílias com renda mensal bruta de R$ 4.000,01 até R$ 7.000. 

É importante que você conheça os grupos de renda do programa porque para ter direito a todos os benefícios do Casa Verde e Amarela, incluindo as baixas taxas de juros, é preciso saber em qual faixa você se encontra. 

O que são as taxas de juros do Casa Verde e Amarela?

No Minha Casa Minha Vida, os juros eram diferentes de uma faixa para a outra, considerando a possibilidade de pagamento de cada família. Mas, para tornar essa classificação mais justa, no Casa Verde e Amarela, as taxas além de mudarem de um grupo para o outro, também mudam dependendo da região de onde o comprador mora. 

Para exemplificar, antes da mudança, uma pessoa de São Paulo com uma renda de R$ 1.800,00 iria pagar as mesmas taxas de juros que uma pessoa da Bahia, com a mesma renda de R$ 1.800,00. Com a mudança para o PCVA, a pessoa de São Paulo e da Bahia que possuem a mesma renda de R$ 1.800,00, agora contam com taxas de juros diferentes, por morarem em estados distintos. 

Além de trazer essa melhoria, as taxas do PCVA são as menores de toda a história do FGTS, contribuindo ainda mais para as pessoas que querem tirar o sonho da casa própria do papel. Por outro lado, elas são divididas entre cotista e não cotista.

Cotista significa que a pessoa trabalhou, no mínimo, 36 meses (3 anos) sob o recolhimento do FGTS, logo ela pode usar o FGTS no financiamento. Não cotista é quando a pessoa não trabalhou com recolhimento de FGTS durante esse período mínimo exigido. Em resumo: 

  • Cotistas: pessoas que podem usar o FGTS;
  • Não cotistas: pessoas que não podem utilizar o FGTS. 

Para entender melhor, confira a relação entre as taxas de juros do antigo Minha Casa Minha Vida e do programa atual, o Casa Verde e Amarela:

Minha Casa Minha Vida

Faixa 1 e 1,5

  • Para todo o Brasil

Cotista: 4,50%

Não cotista: 5,00%

Faixa 2

  • Para todo o Brasil

Cotista: 5,00% a 6,50%

Não cotista: 5,00% a 7,00%

Faixa 3

  • Para todo o Brasil

Cotista: 7,66%

Não cotista: 8,16%

Casa Verde e Amarela

Grupo 1

  • Região Sul, Sudeste e Centro-Oeste

Cotista: 4,50% a 4,75%

Não cotista: 5,00% a 5,25%

  • Região Norte e Nordeste

Cotista: 4,25% a 4,50%

Não cotista: 4,75% a 5,00%

Grupo 2

  • Região Sul, Sudeste e Centro-Oeste

Cotista: 5,00% a 6,50%

Não cotista: 5,50% a 7,00%

  • Região Norte e Nordeste

Cotista: 4,75% a 6,50%

Não cotista: 5,25% a 7,00%

Grupo 3

  • Região Sul, Sudeste e Centro-Oeste

Cotista: 7,66%

Não cotista: 8,16%

  • Região Norte e Nordeste

Cotista: 7,66%

Não cotista: 8,16%

Quais são os critérios para fazer parte do programa Casa Verde e Amarela?

Em um escritório, dois homens apertam as mãos enquanto uma mulher sorri | Regras do Casa Verde e Amarela | Guia da Tenda | Blog da Tenda

Para conseguir participar do programa Casa Verde e Amarela é necessário que a renda mensal da sua família seja menor que R$ 7.000. Assim, quanto menor for a renda, mais benefícios a família terá — desde que algumas condições sejam respeitadas.

Além disso, você precisa ter mais de 18 anos de idade (atingir a maioridade civil), não ter nenhum imóvel próprio no seu nome, não estar no Cadastro Nacional de Mutuários (CADMUT), não ter participações em quaisquer outros programas habitacionais ligados ao Governo Federal, ser brasileiro ou naturalizado e claro, estar classificado em uma das 3 faixas de renda do programa.

Benefícios do programa Casa Verde e Amarela

Como o Casa Verde e Amarela foi criado para melhorar a qualidade de vida e facilitar a conquista da casa própria por famílias de baixa renda, o programa oferece muitos benefícios, tornando essas conquistas acessíveis. Confira as principais vantagens:

1. Subsídio

O subsídio é uma forma de diminuir o valor total do financiamento. Em resumo, é como se o governo pagasse uma parte do imóvel para você, pois ele fornece uma quantia em forma de desconto. Entretanto, ele é concedido apenas para famílias que fazem parte do Grupo 1 e Grupo 2 da tabela de faixas de renda. Veja a seguir:

Grupo 1

As famílias que possuem renda mensal bruta de até R$ 2.000,00, tem direito a um subsídio de até R$ 47.500,00.

Grupo 2

As famílias que possuem renda mensal bruta de R$ 2.000,01 a R$ 4.000,00, tem direito a um subsídio de até R$ 29.000,00.

Grupo 3

O Grupo 3 não tem direito ao subsídio. 

Para simplificar, imagine que o valor total do apartamento que você deseja financiar é de R$ 120.000,00. Se a sua renda se encaixar no Grupo 2 e o seu subsídio for de R$ 29.000,00, o valor do imóvel que você irá precisar pagar, diminui para R$ 91.000,00. Vale lembrar que esse valor pode ser dividido em muitas parcelas.

Mais uma vantagem é saber que o valor do subsídio não precisa ser devolvido ou quitado. Você terá esse direito ao estar incluso em um dos grupos de renda e também em todos os requisitos do programa Casa Verde e Amarela. 

Em conclusão, é importante destacar que o subsídio só não pode ser usado para pagar a entrada no financiamento. Mas fique tranquilo, pois o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o FGTS, pode fazer essa função e te ajudar. 

2. FGTS 

Você sabia que o FGTS só pode ser sacado em alguns casos? Um deles é para a compra de um apartamento. Por isso, se você está se planejando para conquistar a sua casa, o FGTS é um recurso que pode – e deve ser utilizado. Não somente o FGTS mas todos os benefícios do financiamento Casa Verde e Amarela te ajudam, já que você vai estar investindo também no seu patrimônio para o futuro. 

Entretanto, é preciso seguir alguns requisitos para poder contar com essa vantagem: ter pelo menos 3 anos de carteira assinada, que podem ser trabalhados em uma ou mais empresas diferentes, não ter outro financiamento imobiliário que esteja ativo no Sistema Financeiro de Habitação e não ser proprietário de nenhum imóvel na mesma cidade em que reside ou trabalha. 

A partir disso, você pode usar o FGTS de muitas formas diferentes no financiamento. Por exemplo, para reduzir o valor das parcelas, para diminuir o número de prestações, diminuir a incidência de juros ou amortizar o custo total do financiamento. 

3. Composição de renda

Se mesmo contando com o subsídio e o valor do FGTS, você ainda não conseguir assumir as prestações do financiamento sozinho, sem dúvidas a composição de renda é mais um benefício que pode te ajudar. Basicamente, ela funciona da seguinte maneira: você soma a sua renda mensal bruta, isso é, o total dos seus rendimentos por mês, com a renda mensal de até mais três pessoas.

Está se perguntando quem pode compor renda com você? Em resumo, podem ser familiares ou amigos, como por exemplo, sua sua mãe, pai, marido, esposa, filhos, irmãos, noivo, noiva, namorado, namorada, padrasto, madrasta, avô, avó, tios, primos, padrinho, madrinha ou amigos. Por outro lado, lembre-se que ao adotar a composição de renda, todos os participantes passam a serem donos do apartamento. Em outras palavras, todos serão responsáveis pelo pagamento e pelas decisões, por isso, escolha uma pessoa de confiança e que queira dividir esse sonho com você. 

Só para ilustrar, todo mundo que for compor renda com você também precisa se enquadrar nas regras de participação do Casa Verde e Amarela. E caso a soma das rendas seja compatível com as faixas de renda do Grupo 1 e Grupo 2, vocês ainda tem direito ao subsídio.

Ainda mais, vale ressaltar que as taxas de juros do programa Casa Verde e Amarela são menores do que as de outros financiamentos imobiliários, e em conjunto com os benefícios apresentados anteriormente, podem te ajudar ainda mais nessa conquista. 

Como usar o FGTS para financiar um apartamento sem entrada?

Carteira de trabalho e previdência social | Como comprar casa sem entrada | Guia da Tenda | Blog da Tenda

A entrada é calculada considerando o valor total do imóvel. Se esse valor de entrada for muito alto para as suas condições financeiras, você pode utilizar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para pagar a entrada, e financiar o restante do valor. Porém, é necessário que a quantia do seu FGTS seja equivalente a porcentagem exigida (até 30% do preço do imóvel, na maioria dos casos), assim como os demais requisitos para participar do programa e para utilizar esse benefício. 

Quais são os outros programas habitacionais que existem? 

De fato, o programa Casa Verde e Amarela, antigo Minha Casa Minha Vida, é o tipo de financiamento com mais benefícios para pessoas com baixa renda. Entretanto, existem outras modalidades de parcelamento. Saiba mais sobre cada uma a seguir:

Sistema Financeiro de Habitação 

Assim como no Casa Verde e Amarela, você pode utilizar os recursos do FGTS tanto para o pagamento da entrada quanto para o pagamento das parcelas, além da quantia existente na conta-poupança neste tipo de financiamento. Para isso, as condições do programa devem respeitar a porcentagem de 80% para financiamento do valor do imóvel. 

Ele também conta com taxas de juros menores e o prazo máximo de 35 anos para o financiamento. Porém, apenas pessoas físicas podem participar desse programa. 

Sistema de Financiamento Imobiliário 

Esse tipo de crédito imobiliário é mais simples e com menos exigências em comparação com o programa Casa Verde e Amarela e o Sistema Financeiro de Habitação. Por outro lado, ele não aceita o FGTS para o pagamento da entrada.

Financiamento com a construtora 

Nesse caso, você precisa se atentar com a forma de pagamento ofertada, a documentação exigida e os prazos para a realização. Em conclusão, é importante destacar que essa é uma opção para quem não se encaixar nas regras dos programas anteriores, tendo a possibilidade de negociar diretamente com a incorporadora que você deseja contratar. 

Como comprar um apartamento sem entrada?

Se você está pensando em financiar um imóvel e sair de vez do aluguel, lembre-se de organizar o seu orçamento familiar. É sempre bom poupar dinheiro para realizar o sonho da casa própria com mais facilidade.

Mas e se não for possível dar uma entrada na hora do financiamento da casa própria, o que pode ser feito? Continue a leitura que responderemos essa pergunta a seguir!

Caso você queira comprar um imóvel, mas não tem a quantia para pagar a entrada à vista, uma ótima alternativa é realizar o parcelamento desse valor. A Construtora Tenda, por exemplo, facilita o pagamento do valor de entrada, dividindo em diversas prestações, que cabem no seu orçamento.

Além disso, a Tenda é uma das grandes parceiras do programa Casa Verde e Amarela, com isso, você pode usar todos os benefícios e facilidades do programa para conquistar o seu apartamento Tenda, como o subsídio, FGTS, composição de renda, entre outros.

Comprar apartamento sem entrada vale a pena?

Casal se mudando e economizando | Como comprar uma casa | Guia da Tenda | Blog da Tenda

Se você ainda tem dúvidas se consegue comprar seu apartamento sem entrada, vamos te ajudar com algumas dicas!

Para quem quer sair do aluguel o quanto antes, mas não tem o valor necessário para dar de entrada, procurar uma instituição que facilite essa etapa, como a Construtora Tenda, é uma boa opção. Assim, você vai trocar as mensalidades do aluguel por parcelas da casa própria. Ainda mais, caso você se enquadre no PCVA, terá direito a diversos benefícios que facilitam o financiamento e deixam a compra mais acessível, dentro da realidade que você pode pagar!

Viu só como o sonho da casa própria não está tão distante assim? Ficou interessado em comprar apartamento sem entrada? Então, entre em contato conosco, temos uma equipe capacitada para explicar todos os detalhes!

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