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Quer saber o que é e como funciona o Programa Minha Casa Minha Vida? Descubra tudo em nosso novo post!


Entenda como funciona o financiamento do Minha Casa Minha Vida

O programa Minha Casa Minha Vida é uma iniciativa do governo federal que se consolidou como forma de ajudar a população brasileira a alcançar o sonho da casa própria. Disso você provavelmente já sabe. Que tal conhecer essa iniciativa mais a fundo?

Houve bastante engajamento por parte das prefeituras e construtoras, além de um altíssimo índice de procura por parte da população. Afinal de contas, tem muita gente que quer comprar seu primeiro imóvel! Mas por mais que tenha muito tempo de mercado e seja o programa mais popular do Brasil, ainda existem diferentes dúvidas sobre o assunto. É por isso que, no post de hoje, resolvemos trazer as informações mais importantes sobre o financiamento Minha Casa Minha Vida.

Apesar de ser relativamente simples, o MCMV tem regras que muita gente não entende e, justamente por isso, acaba ficando de fora. E já podemos adiantar que, como as faixas de renda foram ampliadas, agora mais pessoas podem participar do programa para ter acesso a um formato facilitado de conquistar o sonho da casa própria!

De vez em quando, acontece de o governo fazer pequenas modificações nas regras do MCMV, geralmente para abranger mais pessoas e ampliar o acesso à moradia. É importante que quem quer fazer parte dos beneficiários se mantenha informado e tire todas as suas dúvidas sobre o Minha Casa Minha Vida, para acertar na escolha do imóvel, reduzir a burocracia e antecipar o recebimento das chaves do seu lar!

Se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura deste post completíssimo! Ao longo dos próximos tópicos, explicaremos as regras e os detalhes do programa para acabar de vez com qualquer questionamento e ajudá-lo nessa jornada. Além disso, vamos apresentar algumas das últimas atualizações que ocorreram no MCMV. Confira cada informação e lembre-se de que estamos sempre à disposição para ajudar, ok? Boa leitura!

O que é o financiamento Minha Casa Minha Vida?

Como dissemos rapidamente ali na introdução, o Minha Casa Minha Vida (MCMV) é uma iniciativa do governo federal para ajudar a população brasileira a conquistar o acesso a moradia própria, saindo da dependência do aluguel. Desde que foi lançado, em 2009, o programa já fechou mais de 4 milhões de contratos e permitiu o investimento de mais de 270 bilhões de reais.

As facilidades que o MCMV oferece para os compradores são várias, entre as quais podemos incluir:

  • conceder subsídio (ajuda para o pagamento de uma parte do preço do imóvel), diminuindo o total financiado e, por consequência, o valor das parcelas;
  • permitir que pessoas com restrições cadastrais (nome sujo) tenham acesso ao financiamento — para compradores na Faixa 1;
  • ter prestações mais baixas que os financiamentos normais, podendo ser pagas pelos beneficiários sem maiores prejuízos ao orçamento;
  • praticar taxas de juros reduzidos, permitindo que o saldo devedor e o valor das parcelas sejam menores que em outras modalidades de financiamento.

Diante disso, fica fácil entender quais são os benefícios do programa para a população, certo? Com essa ajuda, é possível sair do aluguel, deixando de pagar um valor mensal por um imóvel que nunca se tornará seu para começar a investir em sua própria casa. Muito mais vantajoso, não concorda? Sem falar que o valor das parcelas costuma ser bem menor que o aluguel.

De modo geral, o programa pode ajudar:

  • pagando parte do valor do imóvel;
  • pagando parte do valor da entrada do financiamento;
  • reduzindo o valor do seguro cobrado nos financiamentos habitacionais;
  • oferecendo taxas de juros menores que as demais modalidades.

Para a população de forma geral, o MCMV também é muito benéfico, pois tira pessoas de condições difíceis, melhora a vida em sociedade e ainda fomenta a construção civil, movimentando principalmente o mercado das unidades menores, que se enquadram melhor nas condições do programa. E sabemos que isso ajuda a aumentar os postos de trabalho, gerando mais emprego e renda, correto?

Traduzindo, portanto, podemos dizer que o Minha Casa Minha Vida é extremamente favorável não só para quem vai conquistar sua própria moradia como também para investidores e profissionais da construção.

O detalhe é que apenas aquelas pessoas que se enquadram nas condições do programa podem se inscrever. Por isso, é importante não só conhecer as regras, mas entrar em contato com uma construtora de confiança para se manter sempre atualizado sobre os detalhes envolvidos, já que sempre surgem alterações determinadas pelo governo federal.

Quem pode participar do Minha Casa Minha Vida?

Por não saberem exatamente quem tem direito de participar do Minha Casa Minha Vida, muitas pessoas acabam ficando de fora mesmo que apresentem as condições determinadas pelo governo. Na verdade, como você vai ver, a maioria das famílias brasileiras se enquadra em uma das categorias existentes.

Para ficar mais fácil, vamos explicitar quem não pode participar, combinado? Nesse caso, são apenas as pessoas que:

  • receberam benefícios de moradia do governo;
  • são proprietárias de um imóvel;
  • tenham participado do Programa de Arrendamento Residencial (PAR);
  • estiverem no Cadastro Nacional de Mutuários (CADMUT), registro de pessoas que financiaram ou estão financiando imóveis;
  • estiverem com nome no Cadastro de Inadimplentes do Setor Público Federal (CADIN).

O MCMV é dividido em 4 faixas, de acordo com a renda dos compradores. Para cada uma, as condições e os limites são diferenciados. A ideia dessa divisão é fazer com que as pessoas tenham acesso ao programa dentro daquilo que podem pagar. Isso torna a aquisição do imóvel mais acessível e ajuda o governo a distribuir melhor sua verba, programando-se para dar o apoio necessário a quem mais carece.

Conheça a partir de agora quais são essas faixas e as condições do MCMV em cada uma delas!

Faixa 1

Engloba as pessoas que têm rendimento mensal de até 1.800 reais. A prestação pode ser de até 270 reais, o que equivale a no máximo 15% da renda. O maior prazo para o pagamento é de 120 meses e o imóvel pode ter valor de até 98 mil reais. A taxa de financiamento é de 5% ao ano.

Faixa 1,5

Essa é a chamada faixa intermediária. Entram aqui as pessoas que ganham até 2.600 reais por mês. O prazo máximo de financiamento é de 30 anos e há possibilidade de ter subsídio de até 29 mil reais para facilitar a compra, que tem taxas variando entre 5,5% e 7% ao ano.

Faixa 2

Nessa faixa estão enquadrados aqueles com renda máxima de 4 mil reais mensais. Aqui, as taxas de juros são de até 7% ao ano e o subsídio para compra também é de até 29 mil reais.

Faixa 3

A última faixa do programa abrange pessoas com renda mensal de no máximo 9 mil reais, financiando imóveis que custam até 225 mil reais com taxas de 8,16% ao ano. Nessa faixa, não há a possibilidade de receber subsídio para a compra.

Como o valor máximo do imóvel para cada faixa varia de acordo com o estado ou a região, é importante verificar quais são as condições junto à prefeitura da sua cidade ou consultando uma construtora de confiança.

Vale lembrar também que apenas na Faixa 1, que tem interesse social, não há avaliação de risco de crédito. Para as demais faixas, portanto, quem quer financiar um imóvel pelo MCMV precisa estar com o nome limpo.

Que documentos são exigidos no financiamento MCMV?

Um outro ponto importante é saber quais são os principais documentos exigidos pelo programa. Já adiantando: não são muito diferentes daqueles pedidos em qualquer empréstimo ou financiamento. A lista pode sofrer pequenas variações, de acordo com o banco em que a operação será feita.

De forma geral, são solicitados documentos específicos para o comprador e também para o imóvel ou a obra. Confira a lista completa!

Documentos para o comprador

No caso do comprador, são exigidos:

  • identidade;
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH), se houver;
  • Carteira de Identificação Profissional (CIP), se houver;
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
  • certidão de nascimento, para solteiros;
  • certidão de casamento, para casados, estando averbada no caso de divórcio;
  • contracheques dos 3 últimos meses;
  • comprovante de residência recente;
  • declaração do Imposto de Renda (IR), se for o caso.

Documentos para o imóvel

No caso de imóveis já construídos, é preciso apresentar o contrato de opção de compra e venda, a matrícula do imóvel atualizada e a certidão de logradouro, que é fornecida pela prefeitura.

Documentos para a obra

No caso de imóveis ainda em construção, os seguintes documentos são necessários:

  • projeto e alvará de construção devidamente aprovados;
  • matrícula da obra no INSS;
  • Autorização de Responsabilidade Técnica (ART);
  • memorial descritivo com especificações técnicas;
  • orçamento discriminativo;
  • declaração elétrica e de esgoto;
  • dados e documentos do responsável técnico — RG, CPF e carteira do CREA.

A princípio, essa parte pode assustar um pouco, já que a reunião de tantos documentos pode dar uma certa dor de cabeça. Você vai ficar em dúvida sobre quais cópias deve autenticar, em quantas vias precisa entregar e assim por diante. Além disso, acaba sempre esquecendo desse ou daquele item, tendo que voltar várias vezes ao banco. Mas não precisa ser assim!

Para evitar transtornos e facilitar a formalização da sua proposta de compra, é importante contar com uma assessoria especializada nessa fase da documentação. Um agente de vendas experiente é capaz de guiá-lo durante toda essa jornada burocrática, tirando dúvidas e atuando em conformidade com o que é exigido tanto pelo governo federal quanto pelo banco. Assim, a aquisição do imóvel é simplificada.

Como funciona o financiamento Minha Casa Minha Vida?

Se você quiser adquirir um imóvel que não está contemplado na faixa da sua renda, é possível optar pela composição, juntando sua renda com a de algum familiar. A composição da renda nada mais é que o ato de somar seu salário e seus rendimentos com os de outras pessoas para aumentar sua capacidade de pagamento.

Vamos supor que, sozinho, você receba 2 mil reais. Nesse caso, está enquadrado na Faixa 1,5, certo? No entanto, se o imóvel escolhido ultrapassa o limite de financiamento ou se sua renda não é suficiente para o banco aprovar a operação, você pode agregar o rendimento de outras pessoas a fim de aumentar o limite da avaliação.

Lembrando rapidamente aqui que, se estiver casado, obrigatoriamente entrará no financiamento com seu cônjuge, a não ser que esteja sob regime de separação total de bens.

De forma geral, até 3 pessoas podem entrar na composição do rendimento, inclusive amigos. É isso mesmo: não é obrigatório haver vínculo familiar. A quantidade máxima de pessoas depende do financiador.

Nesse caso, todos passam pela análise cadastral no banco, que verifica informações de crédito e dados do INSS, entre outras fontes. Lembre-se, entretanto, de que todos serão proprietários do imóvel de igual forma. Por isso, é preciso ter muito critério ao escolher quem vai entrar nessa jornada com você.

Fique de olho também em outros detalhes do financiamento na composição de renda, como:

  • o FGTS de todos os participantes pode ser utilizado para ajudar no financiamento, seja para pagar a entrada ou diminuir o valor financiado;
  • o prazo limite de financiamento varia de acordo com a idade do participante mais idoso, o que limita o número de parcelas e aumenta o valor da prestação;
  • um dos participantes pode sair do financiamento, desde que o banco aprove a nova análise cadastral dos que ficarem responsáveis;
  • a dívida é de todos. Assim, caso um não pague sua parte, não é apenas ele quem sai perdendo. Havendo atraso, o imóvel pode ser tomado pelo banco.

Como se dá o pagamento do financiamento?

Saiba desde já: não é preciso dar nenhum valor de entrada ou sinal para iniciar o processo. Você pode procurar a prefeitura da sua cidade para saber mais informações sobre o programa, ir a um banco para verificar as condições e outros detalhes ou, ainda, ir até uma construtora participante.

Aqui na Tenda, por exemplo, nossos experientes agentes de venda vão atendê-lo, fazer simulações de financiamento e ajudá-lo no início do processo.

Seja como for, é importante saber de forma clara quais são suas necessidades, incluindo o tipo de imóvel de que você precisa, quantos e quais cômodos ele deve ter e a localização mais atrativa. Isso facilita na hora de avaliar as opções disponíveis para escolher a melhor para o seu caso.

A partir daí, você já sabe o valor do imóvel e a construtora vai reunir informações como:

  • a sua renda;
  • a faixa do programa na qual você se enquadra;
  • a taxa de juros praticada;
  • o subsídio máximo que pode ser obtido;
  • o valor que você tem disponível para entrada;
  • o saldo do FGTS que você pode usar, se for o caso.

Isso tudo vai ser cruzado para calcular o valor aproximado da parcela mensal de financiamento que você terá que pagar.

O Minha Casa Minha Vida oferece a possibilidade de carência de 2 anos (24 meses) para o início do pagamento na compra de imóveis na planta — aqueles que ainda serão construídos.

Está incluída na contratação a aquisição do Fundo Garantidor de Habitação Popular (FGHab), que funciona como uma espécie de seguro. Ele ajuda no pagamento parcial das prestações em caso de problemas de saúde ou perda de emprego do titular do financiamento.

É muito importante não atrasar as parcelas para não perder essa conquista tão importante. Lembrando que o imóvel fica alienado ao banco durante todo o tempo do financiamento, o que significa que ele não deve ser vendido ou negociado e que, em caso de inadimplência, pode ser tomado para saldar a dívida.

Se o proprietário quitar o imóvel antes do prazo, pode sim vendê-lo, mas terá que restituir o valor de desconto recebido (o subsídio), proporcionalmente ao saldo antecipado — exceto para as aquisições da Faixa 1.

É importante anunciar a venda somente depois da quitação para não haver nenhuma irregularidade, ok? Também não é permitido fazer contratos de gaveta, quando a negociação é feita e formalizada, mas não há transferência do nome nem participação do banco na negociação.

Como manter as parcelas do financiamento em dia?

Como vimos no tópico anterior, é fundamental manter seus pagamentos em dia. Isso porque, caso atrase as parcelas, o banco pode:

  • entrar em processo de retomada do imóvel;
  • executar a dívida judicialmente;
  • inscrever o nome do inadimplente em órgãos de proteção ao crédito;
  • inserir o nome do inadimplente no CADIN;
  • encerrar outras linhas de crédito que existam na instituição em seu nome.

Melhor não atrasar as parcelas do financiamento, correto? Para isso, é essencial tomar certos cuidados antes, durante e depois do processo. Seguem abaixo 7 dicas para você conseguir manter suas parcelas em dia e não passar por todos esses problemas. Confira!

1. Tenha um controle de orçamento

Essa é, na verdade, uma lição para a vida. Antes de receber seus pagamentos, anote todas as receitas (salários e outras rendas), bem como tudo aquilo que deve pagar durante o período e até as compras a serem feitas. Só assim dá para planejar direitinho como vai ser o mês.

Com esse panorama financeiro traçado, você conseguirá ter uma visão clara do quanto pode gastar, evitando fechar o mês no vermelho. A partir de hoje, portanto, nada de comprometer o salário do período seguinte antes da hora!

2. Evite gastos supérfluos no dia a dia

O que mais prejudica o controle financeiro geralmente é o volume de gastos desnecessários. Estamos falando da compra de uma roupa ou de sapato novo, de um jogo de videogame recém-lançado ou de qualquer outra coisa que não seja prioritária. Muita gente acaba seduzida por essas falsas necessidades, deixando o pagamento de contas importantes para depois. Não caia nessa armadilha!

A fim de honrar devidamente seus compromissos, crie o hábito de se perguntar antes de cada nova compra: será que eu preciso mesmo disso e tenho que comprar agora? Você vai se surpreender ao ver como essa prática simples pode salvar seu orçamento!

3. Aprenda a economizar e poupar

Economizar é evitar gastos excessivos. Cada despesa nova que você evita é uma economia. Já poupar é direcionar bem esse dinheiro extra. Percebeu a diferença? Pois o segredo está em aprender a guardar esse dinheiro, sem gastar tudo que tem. Assim, você poderá contar com uma reserva de segurança no caso de ter que lidar com algum imprevisto.

A propósito, é justamente por meio da economia e da formação de uma poupança que você conseguirá juntar o dinheiro necessário para dar a entrada no seu imóvel, viu? Pronto para começar?

4. Seja detalhista na apuração da sua renda

Vai dar início ao financiamento? Então tenha cuidado na hora de apurar sua renda. Veja exatamente quanto recebe. Se recebe um dinheiro extra de outra fonte, por exemplo, só o leve em consideração se for certeza. Existindo a possibilidade de não receber esse extra, nada de contar com ele.

É importante tomar esses cuidados para não parecer que você pode assumir uma parcela maior do que realmente permitem suas condições. Não esqueça: mesmo que o banco aprove um valor maior, é você quem terá que pagar essa prestação mensalmente. Se ela ficar pesada demais para seu bolso, serão pelo menos 10 anos com dificuldades financeiras. Por isso, todo cuidado é pouco!

5. Não omita ou modifique as informações fornecidas

Para calcular quanto você pode efetivamente assumir, o banco também leva em conta seu comprometimento de renda no momento da análise de crédito. Nessa fase, é preciso informar as quantias referentes aos gastos com água, luz, telefone e outras despesas fixas. Com isso, a instituição consegue ter uma ideia do seu dinheiro livre mensal.

Lembre-se de que tanto o banco quanto a construtora são seus parceiros e conselheiros. Eles só vão direcioná-lo para o que for bom para todas as partes. O objetivo principal dessa parceria é que você consiga financiar seu imóvel tranquilamente, livrando-se do aluguel e pagando suas parcelas em dia sem sufoco.

6. Escolha o imóvel adequado a suas necessidades

Outro ponto importante para não comprometer demais seus rendimentos é escolher um imóvel na medida certa para suas necessidades e condições. Assim, mesmo que a faixa de renda permita a contratação de um valor maior, foque nas suas necessidades. Lembre-se de que um imóvel mais caro também tem prestações maiores e, quando for o caso, exige até uma entrada mais pesada.

Junto com a construtora, avalie detalhadamente seu caso e converse sobre aquilo que você de fato precisa. Analisando as opções disponíveis com sua demanda já na mesa, ficará muito mais fácil fazer a escolha certa.

7. Priorize a quitação do débito mensalmente

Fechou negócio? Ótimo! A partir daí, tenha em mente que a prestação mensal do financiamento Minha Casa Minha Vida deve ser a primeira conta a pagar, seguida de luz, água, condomínio e as demais despesas básicas. Todo o resto pode ser negociado.

Para isso, você precisa ter segurança e estabilidade. Nesse sentido, faça uma escala de prioridades, colocando a parcela do Minha Casa Minha Vida no topo da lista. Usufrua da sua conquista sem dores de cabeça e sem o medo de perder seu patrimônio!

O que mudou no Minha Casa Minha Vida nos últimos tempos?

2019 chegou trazendo algumas mudanças e atualizações nesse programa. São novas leis e condições que consequentemente pedem adaptações do mercado, o que pode acabar influenciando a situação de quem quer financiar seu imóvel. É preciso ter atenção e se manter informado para não se basear em dados antigos. Vamos conferir algumas das alterações mais significativas?

Mudanças nos descontos para rendas entre 1.200 e 1.600 reais

Antes, as famílias com renda de até 1.600 reais podiam receber um subsídio de até 47.500 reais no financiamento de seu imóvel. Desde dezembro de 2018, porém, essa norma foi alterada. Agora, esse valor só se enquadra às rendas familiares de até 1.200 reais. O máximo de subsídio que pode ser recebido por famílias com rendas de até 1.600 reais passou a ser de 29 mil reais.

Além disso, outra alteração referente à Faixa 1,5 do programa MCMV é que agora os empreendimentos só podem destinar 50% do total de seus imóveis a ela, o que corresponde a 150 residências. Esse limite simplesmente não existia antes.

Mudanças para solteiros

Solteiros cadastrados no Minha Casa Minha Vida têm direito a uma porcentagem de subsídio, dependendo da faixa de renda em que se encontram. Qual a diferença? Antes, eles podiam receber até 70% desse benefício. Essa porcentagem passou para 50%.

Mudanças em relação ao FGTS

Muitos brasileiros que se inscrevem no financiamento Minha Casa Minha Vida fazem uso do FGTS para ajudar com as despesas. Desde o fim de 2018, porém, alterações vêm sendo feitas nesse recurso de forma a possivelmente afetar sua contribuição para a aquisição da casa própria. Se você já estiver utilizando esse fundo no MCMV ou se estiver considerando essa possibilidade, informe-se para entender como as novas circunstâncias podem afetá-lo.

Mudanças de acordo com a região territorial e a localização

Apesar de até agora termos abordado mudanças de modo geral para o ano de 2019, é preciso ficar atento, pois podem haver particularidades de acordo com a região do Brasil em que você mora e a localização do imóvel que deseja financiar.

O teto do valor da moradia e o subsídio são alguns dos fatores que podem sofrer alterações nesse sentido. Os preços costumam variar, por exemplo, entre as capitais que são consideradas metrópoles pelo IBGE e as outras capitais e demais cidades brasileiras. De uma forma mais geral, no entanto, dá para dizer que as principais transformações afetaram mais a Faixa 1,5 de renda.

Outras mudanças

Além do que foi explicado até aqui, o novo ano e o novo governo trouxeram também mudanças relacionadas aos valores de venda e de investimento do imóvel, que variam de acordo com o município e os recortes territoriais. Ainda foram alteradas as fórmulas que determinam os descontos e subsídios, refazendo as orientações para clientes, bancos e construtoras.

Por fim, é válido citar a existência de regras que vedam a participação de quem já tem financiamentos pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou que já possui imóveis prontos ou em construção, dentre outros requisitos.

Dá para perceber, portanto, que foram feitas transformações significativas no programa Minha Casa Minha Vida, afetando o mercado e os próprios participantes. Mas não se preocupe, porque ainda vamos conversar um pouco sobre o que pode ser feito.

Há previsões de mudanças para breve?

Com todas essas alterações no programa Minha Casa Minha Vida em 2019, já podemos esperar algumas mudanças no mercado nos próximos meses. Construtoras e demais órgãos financiadores, por exemplo, podem ter que flexibilizar um pouco e ajustar alguns detalhes.

Como o subsídio foi reduzido para as famílias da Faixa 1,5, deve-se pensar em medidas que equilibrem essa situação. Diluir as taxas de juros e algum valor da entrada nas parcelas é uma das alternativas encontradas para que essa mudança não pese tanto no bolso dos compradores.

O que o comprador pode fazer diante dessas atualizações?

Você estava pensando em financiar um imóvel? Nada de desânimo diante dessas transformações, ok? Assim como o mercado vem se ajustando às novas regras do MCMV, os compradores também podem se preparar, encontrando as melhores opções para participarem do programa.

Uma das atitudes que pode ser bem-vinda é se reorganizar financeiramente e talvez economizar por um pouco mais de tempo, juntando assim uma quantia maior para não se sentir tão afetado pela diminuição do subsídio. Lembre-se de que o benefício continua valendo! Você continua podendo ter acesso ao Minha Casa Minha Vida, portanto, mesmo que as circunstâncias estejam diferentes.

Agora que o mercado está se adaptando, é mais importante que nunca analisar bem qual financiamento você vai fazer e por meio de qual instituição isso será realizado. Pesquise, converse com profissionais e amigos que entendam do assunto e avalie as condições e particularidades de cada financiamento. Assim, você encontra a modalidade mais adequada para suas demandas.

Por outro lado, se você já está participando de um financiamento do MCMV desde antes dessas alterações, é preciso se atualizar para descobrir se as novas normas afetam sua situação de alguma maneira. Talvez também seja preciso fazer algumas adaptações no seu planejamento financeiro.

Em qualquer um desses casos, não hesite em procurar ajuda para se informar e tirar todas as suas dúvidas! Entre em contato com instituições, profissionais e centros de atendimento do Minha Casa Minha Vida ou vá à prefeitura da sua cidade, por exemplo. Não se assuste com as transformações. Por mais que o programa precise se ajustar, o foco do MCMV continua sendo facilitar o acesso à casa própria.

Agora você está por dentro de tudo o que é mais importante sobre o financiamento do Minha Casa Minha Vida! Se ainda ficou alguma dúvida, entre em contato conosco! Temos especialistas prontos para atendê-lo, simular suas opções e orientá-lo em cada etapa da compra da sua casa própria. Estamos juntos com você nessa jornada!

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