Subsídio para autônomo: quem tem direito? Qual a renda?




Esse pode ser o empurrão que faltava para conquistar as chaves do seu imóvel, já que, mesmo sem carteira assinada, você pode financiar um imóvel pelo programa. O melhor é que também existe a chance de obter um desconto que torna a compra mais acessível — desde que você tenha a organização necessária.
Para não ter mais dúvidas, descubra como funciona o subsídio do Minha Casa, Minha Vida para autônomos e veja se você pode obtê-lo!
O que é um trabalhador autônomo?
É considerado trabalhador autônomo quem atua por conta própria, sem vínculo empregatício. Isso vale tanto para pessoa física quanto jurídica, com ou sem CNPJ. Não há exigência de formação específica ou carteira assinada para exercer a atividade, o que traz mais flexibilidade — mas também exige mais organização na hora de comprovar renda.
Quem é autônomo consegue financiamento pela Caixa?
Quem trabalha por conta própria também pode conseguir o financiamento e ter acesso ao subsídio do Minha Casa, Minha Vida, mesmo sem registro em carteira. O que muda são os documentos exigidos para comprovar a renda.
Como autônomo não possui holerite ou contracheque, você precisa apresentar alternativas aceitas pelos bancos no momento da análise de crédito.
Entre as opções, estão:
- extratos bancários;
- declaração do Imposto de Renda;
- contratos de prestação de serviços;
- outros documentos formais que demonstrem a movimentação financeira.
Essas informações são fundamentais para definir o valor das parcelas, a aprovação do crédito e o subsídio. Portanto, desde que a documentação esteja completa, quem é autônomo consegue financiamento pela Caixa, inclusive com a chance de obter subsídio do MCMV.
Como comprovar renda para o financiamento imobiliário sendo autônomo?
Autônomos podem comprovar renda por meio de documentos que mostram a entrada de dinheiro regular, como extratos bancários, declarações contábeis ou contratos de serviço.
Confira as principais opções aceitas como comprovantes de renda de autônomos:
- extratos bancários dos últimos seis meses, que mostram a movimentação da sua conta e a entrada de valores;
- RPA (Recibo de Pagamento de Autônomo), emitido pela empresa contratante;
- DECORE, declaração feita por um contador, que equivale a um holerite para autônomos;
- Declaração do Imposto de Renda, que apresenta ganhos e despesas do ano anterior;
- DASN-Simei, usada por MEIs para declarar o faturamento anual à Receita Federal;
- contrato de prestação de serviços, onde constam valores e prazos combinados com o contratante.
Uma dica extra é manter uma conta bancária separada só para o trabalho e guardar todos os comprovantes. Esse cuidado facilita a análise do banco e aumenta suas chances de aprovação.
Qual a renda para ter subsídio como autônomo?
O subsídio para autônomo, assim como para os demais beneficiários do MCMV, funciona como um desconto no valor do imóvel. Essa quantia pode chegar a até R$ 55 mil, conforme a renda e localização do imóvel.
Esse valor não é depositado na conta do comprador, mas sim usado diretamente no financiamento, reduzindo o total a ser pago e as parcelas mensais. Desde que cumpra as regras para obtê-lo, o beneficiário também não precisa devolver esse valor no futuro.
A participação no programa exige que a renda familiar do autônomo se enquadre nas faixas 1 ou 2 do Minha Casa, Minha Vida, atualizadas em 2025: Veja quais são!
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Faixa 1
Pessoas com renda familiar bruta mensal de até R$ 2.850, que podem conseguir um subsídio de até R$ 55 mil.
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Esse desconto é o subsídio, o principal benefício do programa. É como se o governo pagasse uma parte do imóvel para você, deixando as parcelas do financiamento mais baratas e acessíveis. Vem descobrir se você tem direito ao subsídio e quanto pode ganhar!
Faixa 2
Pessoas com renda familiar mensal bruta de R$ 2.850,01 a R$ 4.700, que podem conseguir um subsídio habitacional de até R$ 55 mil.
Faixa 3
Pessoas com renda familiar mensal bruta de R$ 4.700,01 a R$ 8.600. Apesar de não ter subsídio, quem participa desse grupo conta com taxas de juros mais baixas.
Faixa 4
Destinada a famílias com renda entre R$ 8.600,01 e R$ 12.000, a Faixa 4 não oferece subsídio, mas permite financiar imóveis de até R$ 500 mil com taxas de juros reduzidas em relação ao mercado.
Logo, para saber qual a renda para ter subsídio como autônomo, basta conhecer o limite da faixa 2, que corresponde a uma renda mensal de até R$ 4.700.
Quem é autônomo tem direito ao subsídio da Caixa?
Sim. Autônomos podem ter direito ao subsídio da Caixa, desde que atendam às condições exigidas pelo programa Minha Casa, Minha Vida.
Entre os principais requisitos estão:
- ter mais de 18 anos de idade;
- ser brasileiro ou naturalizado;
- não possuir outro imóvel residencial em seu nome;
- não ter outro financiamento habitacional ativo;
- não ter sido beneficiado por outro programa de habitação do governo, como o antigo Casa Verde e Amarela.
Como descobrir o valor do meu subsídio?
O valor do subsídio para autônomo é calculado com base na sua renda familiar, localização do imóvel e valor da unidade desejada. Quem se enquadra nas Faixas 1 ou 2 do MCMV pode receber até R$ 55 mil de desconto no financiamento, a depender do perfil. Em geral, quanto menor a renda e maior a necessidade habitacional da região, maior tende a ser o valor.
Para facilitar esse processo, a Construtora Tenda criou o Simulador de Subsídio. Com a nossa ferramenta, você faz uma simulação gratuita e descobre quanto pode receber de subsídio para autônomo antes mesmo de iniciar o financiamento.
4 dicas para facilitar a aprovação de financiamento para quem é autônomo
Mesmo sem carteira assinada, é possível conseguir um financiamento, desde que você esteja preparado para comprovar renda e organizar sua vida financeira. Por isso, preparamos 4 dicas que aumentam suas chances de ter o crédito aprovado e, de quebra, ajudam você a conquistar o subsídio para autônomo que deseja.
Confira!
1. Abra uma conta corrente
Ter uma conta corrente no seu nome ou no nome da sua empresa é essencial para comprovar renda por extratos bancários, um dos principais documentos aceitos.
Vale lembrar que a conta poupança não é válida para financiamento imobiliário. Também é importante verificar se o banco exige que a conta seja da mesma instituição onde será feito o financiamento, já que alguns oferecem condições melhores para correntistas.
2. Faça um Cadastro Positivo
O Cadastro Positivo, oferecido por instituições como a Serasa, mostra o seu histórico de pagamentos, como contas de consumo, boletos, fornecedores e outros.
A principal vantagem é que esse cadastro ajuda a elevar seu score de crédito, o que mostra ao banco que você é um bom pagador. Na hora de solicitar o financiamento, essa é uma característica essencial para aumentar suas chances de ser aprovado, mesmo como autônomo.
3. Mantenha o nome limpo e o CNPJ sem restrições
Estar com o CPF e o CNPJ livres de restrições aumenta sua pontuação de crédito e melhora muito as chances de conseguir a aprovação.
Se estiver entre as pessoas negativadas (com o nome sujo), as chances de conseguir a liberação são mínimas. Por isso, o ideal é quitar as dívidas e negociar os débitos antes de solicitar o financiamento.
4. Formalize seu trabalho autônomo
A opção mais prática para formalizar seu trabalho como autônomo é abrir uma empresa como microempreendedor individual, ou seja, se tornar MEI.
Assim, fica mais fácil para você comprovar renda, além de garantir benefícios importantes a que o MEI tem direito, como auxílio-doença, licença-maternidade e aposentadoria.
Quais são os outros documentos necessários para o financiamento de imóveis?
Além da comprovação de renda, quem é autônomo também precisa apresentar outros documentos obrigatórios para financiar um imóvel. Entre os tipos, estão documentos de identificação e comprovante de endereço.
Confira a lista:
- documento de identidade (RG);
- CPF;
- certidões (nascimento, casamento, união estável ou divórcio);
- comprovante de endereço atual;
- extrato do FGTS (geralmente obrigatório apenas para quem usará o fundo para quitar parte do valor do apartamento) e autorização para movimentação;
- cópia da carteira de trabalho, se for utilizar o FGTS.
Por fim, saiba que os bancos podem solicitar documentos adicionais, conforme as regras de crédito de cada instituição financeira.
Minha Casa, Minha Vida: um facilitador da conquista da casa própria para autônomos
O Minha Casa, Minha Vida ainda tem outras vantagens além do subsídio que facilitam ainda mais a conquista da casa própria: a possibilidade de usar o FGTS e a composição de renda. Entenda cada um:
- uso do FGTS na compra do imóvel: o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço pode ser utilizado como valor de entrada, para amortizar parcelas e também para facilitar a negociação e as condições do financiamento.
- composição de renda: é a soma dos salários de duas ou mais pessoas, sejam familiares ou amigos, para aumentar as chances na aprovação do crédito para financiar um imóvel.
Descubra como a Tenda facilita o sonho da casa própria para quem é autônomo
Agora você já sabe como funciona o subsídio para autônomo e o que é preciso para ter acesso a esse benefício. Com essas informações, você pode dar o próximo passo em busca do seu imóvel próprio, de forma mais acessível.
A Tenda é parceira do Minha Casa, Minha Vida e oferece tudo o que você precisa, desde orientação completa a empreendimentos que atendem às regras do programa e que estão em diversas regiões do país.
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![Quem tem direito ao subsídio do Minha Casa, Minha Vida? [2025]](https://www.tenda.com/blog/wp-content/uploads/2024/03/Capa-desk-Quem-tem-direito-ao-subsidio.jpg)









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