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As finanças para autônomos têm que ser muito bem planejadas para que esses profissionais consigam realizar objetivos em médio e longo prazo — mesmo com suas rendas variando mês a mês. Muitas vezes, autônomos têm rendas maiores do que profissionais com carteira assinada. Porém, somente por meio do controle rigoroso das receitas e das despesas é possível que quem trabalha por conta própria consiga realizar grandes projetos — como adquirir a casa própria. Se você faz parte desse grupo e deseja aprender a se organizar, este artigo sobre finanças para autônomos foi feito para você. Aproveite as dicas!

A importância da organização das finanças para autônomos

Independentemente de não terem salário fixo, com organização financeira e um planejamento realmente adequado à realidade é possível realizar grandes sonhos.

Na prática, a principal diferença entre assalariados e autônomos são os ganhos variáveis. Por isso, mais do que os outros profissionais, quem trabalha por conta precisa poupar para se manter no azul.

Não existe idade certa para se organizar, mas quanto mais cedo, melhor. Jovens que ainda moram com os pais, por exemplo, devem aproveitar os benefícios de não terem tantos compromissos com contas a pagar e se capitalizar. Por outro lado, quem já formou uma família também pode — e deve — se planejar da mesma forma.

Assim, quando encontrarem um imóvel ideal — sempre considerando o custo-benefício em relação ao preço, condições de financiamento, localização e infraestrutura — estarão prontos para investir.

Vale lembrar, ainda, que quem tem um imóvel pode alugá-lo e obter uma fonte de renda fixa. Para autônomos, esse tipo de segurança faz toda a diferença, principalmente em momentos de aperto financeiro.

5 dicas para a organização da vida financeira dos autônomos

Tudo começa com a organização, tanto pessoal quanto profissional. Confira 5 dicas para ter uma vida financeira saudável e conseguir realizar seus projetos com tranquilidade:

1. Separe as finanças pessoais e profissionais

A mistura dos gastos é motivo de endividamento para muitos autônomos. A fim de evitar confusões, tenha uma conta bancária para a pessoa física e outra para a jurídica — o que é importante, até mesmo, na hora decomprovar renda.

É importante fazer uma planilha com o orçamento pessoal e outra com o da empresa, nas quais devem constar todas as entradas e saídas.

Além de ajudar a diminuir os custos fixos mensais, visualizando itens que podem ser reduzidos ou substituídos por similares mais baratos, as planilhas também ajudam a cortar gastos supérfluos.

Ao mesmo tempo, para administrar uma empresa é necessário manter o fluxo de caixa organizado. Só assim é possível ter capital de giro para cobrir as despesas essenciais, honrar os compromissos e manter o negócio funcionando.

2. Evite o cartão de crédito ou use com moderação

cartão de crédito tem as maiores taxas de juros do mercado, por isso deve ser usado com cautela.

Pessoas físicas precisam se organizar para que o dinheiro necessário para arcar com as contas (mensais e anuais, como IPTU, IPVA, matrículas escolares etc.) esteja disponível até os vencimentos.

Para definir um teto de gastos, descubra sua renda líquida total do último ano, divida-a por 12 e descubra qual é o seu “salário” mensal. O importante é não gastar mais do que 50% com as contas.

Já como profissional, o uso estratégico de alguns cartões de crédito vinculados à conta jurídica pode ser benéfico.

Como autônomos recebem em diferentes datas, os diferentes vencimentos de cada cartão ajudam no planejamento dos gastos ao longo do mês.

3. Crie reservas para emergências

Parte do ganho mensal deve ser poupado ou, melhor ainda, aplicado em um Fundo de Investimento para render. Existem opções com liquidez diária (que permitem o resgate imediato) com títulos a partir de R$ 30, como o Tesouro Direto.

É preciso ter uma reserva para emergências pessoais, decorrentes de imprevistos, e outra para emergências profissionais, para momentos em que se necessita de respaldo financeiro.

O indicado é juntar, pelo menos, a quantia suficiente para cobrir as contas pessoais por seis meses. Para as contas da empresa, vale o mesmo. Ou seja, quem está começando um negócio não deve retirar nenhum lucro antes de obter esse caixa.

4. Invista o dinheiro que juntar

Antigamente era mais comum guardar valores em casa, mas algumas pessoas que trabalham por conta própria e recebem em dinheiro vivo ainda têm esse costume.

O problema é que, além do risco de assalto, dinheiro parado perde o poder de compra por causa da inflação. E não pense que deixá-lo na conta Poupança resolve o problema!

É imprescindível que essa quantia seja aplicada em um Fundo de Investimento para que os juros compostos, ou seja, aplicados sobre o valor atualizado, rendam a seu favor, aumentando o poder de compra do seu dinheiro ao longo do tempo.

5. Programe-se para ter uma boa aposentadoria

Acredite: nunca é cedo demais para pensar na aposentadoria. Enquanto os assalariados têm uma porcentagem da renda automaticamente recolhida pelo FGTS, os autônomos têm que se planejar.

Afinal, depois de uma vida de muito trabalho, todos querem desfrutar de uma aposentadoria com mais qualidade e, se possível, mantendo o mesmo padrão de vida.

Existem diversas maneiras de poupar para essa fase, sendo a mais comum recolher as contribuições para o INSS. Mas também é possível pagar uma Previdência Privada e/ou investir em Fundos de Investimentos com vencimentos longos, que trazem bons rendimentos.

O importante é se comprometer com os recolhimentos mensais, encarando-os como um custo fixo no orçamento.

Com uma boa gestão financeira é possível fazer novos investimentos e lucrar cada vez mais. Dessa forma, o crescimento se torna sustentável e o retorno mais rápido, permitindo investir em projetos pessoais em médio e longo prazo.

Para quem encara os desafios de frente e passa a maior parte do tempo se dedicando ao seu negócio, conquistar a casa própria é uma recompensa mais do que merecida. Afinal, com planejamento o controle das finanças para autônomos deixa de ser uma dificuldade, tornando-se uma oportunidade de mudar de vida!

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