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POSSO AMORTIZAR MEU FINANCIAMENTO? QUAL É A MELHOR FORMA?

Trilha da Conquista

06/09/19

O primeiro passo para amortizar seu financiamento imobiliário é saber em qual categoria ele se enquadra e entender se realmente vale a pensa usar essa sobra financeira. Mais à frente abordaremos as tabelas existentes no mercado e quais são as vantagens e desvantagens de cada uma.

Está sem tempo para ler agora? Então, ouça este conteúdo que está dividido em 3 partes para você! Aproveite a primeira aqui e, depois, confira as próximas no decorrer do artigo! Para ouvir é só clicar no play!

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Mas, antes, é necessário entender o que é amortização e quais são as vantagens do pagamento antecipado. Se interessou? Então, continue lendo e confira!

O que é amortização de financiamento?

A amortização de um financiamento é a redução total da dívida. Basicamente, a cada parcela que você paga, uma quantia do saldo devedor é quitada. Assim, é possível antecipar a quitação utilizando o FGTS, ou qualquer outro recurso financeiro, como o 13º salário.

A amortização, ou pagamento antecipado da dívida, é um direito garantido por lei. Portanto, os bancos não podem se negar a receber antecipadamente os valores, e para isso devem aplicar os descontos de juros previstos em contrato. Caso o banco se recuse, ele deve ser denunciado ao Banco Central.

Para amortizar o seu financiamento, o primeiro passo é procurar o banco e informar seu desejo. Se for usar o saldo do FGTS, é preciso estar atento se seu contrato foi firmado no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Caso a resposta seja sim, o uso do FGTS obedece às mesmas regras, mas só pode ser usado num intervalo de dois anos para amortizar o financiamento.

Como funciona a amortização de um financiamento?

A amortização é uma estratégia muito utilizada e eficaz em financiamentos imobiliários. Ela funciona como um meio de pagar as parcelas ou quitar o financiamento de forma antecipada. Assim, ao fazer isso, é possível reduzir juros e outras taxas de forma significativa, além de diminuir o valor total que ainda deve ser pago. Portanto, a amortização é uma ótima alternativa para organizar as finanças, aliviando os valores a serem pagos no financiamento e garantindo mais tranquilidade no futuro financeiro. É possível realizar a amortização de diversas formas, seja por meio do FGTS, décimo terceiro, ou alguma quantia extra disponível.

Como usar o FGTS para amortizar o financiamento?

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), é uma importante ferramenta para proteger os trabalhadores com carteira assinada (CLT) no Brasil. Mensalmente, um valor correspondente a 8% do salário do trabalhador é depositado em uma conta vinculada ao seu contrato de trabalho. Esse valor é acumulado e tem o propósito principal de amparar o trabalhador em caso de demissão sem justa causa.

Entretanto, além dessa opção de uso do FGTS, é possível utiliza-lo para outras finalidades, como a conquista da casa própria. Sendo assim, muitos brasileiros optam por utilizar o FGTS como um modo de amortizar financiamentos imobiliários, tornando uma opção muito comum no país.

O primeiro passo para usar o FGTS para amortizar o financiamento é descobrir o saldo disponível, o que pode ser feito através do aplicativo do próprio FGTS. Em seguida, é preciso entrar em contato com o banco que realizou o financiamento e solicitar o uso do seu saldo disponível para a amortização. Nessa etapa, você receberá a orientação dos documentos necessários, como extrato atualizado do FGTS, documento de identificação, comprovantes de residência, entre outros. Assim, após esses passos, sua solicitação passará por uma análise antes de ser aprovada.

Confira agora o segundo áudio do conteúdo! Assim, ao terminar de ouvir, aproveite o último trecho mais abaixo desta página!

Quantas vezes posso usar o FGTS para amortizar financiamento?

Não existe um limite de quantas vez é possível usar o FGTS para amortizar o financiamento. Entretanto, é preciso respeitar o saldo disponível em sua conta. E, nos casos em que o objetivo seja amortizar o saldo devedor, é preciso aguardar o intervalo mínimo de 2 anos entre uma amortização e outra.

Posso usar o FGTS todo ano para amortizar financiamento?

Depende de como você optará por realizar a amortização. Se o objetivo for amortizar ou liquidar o valor do saldo devedor, é preciso respeitar o tempo mínimo de 2 anos, contado a partir da última amortização ou liquidação. Entretanto, no caso da amortização das parcelas do financiamento, o cenário é diferente. Nessa situação, é permitido que seja diminuído somente até 80% da prestação e por um prazo mínimo de 12 meses, só sendo permitido utilizar novamente a modalidade após o fim da operação de amortização anterior.

Tipos de amortização: reduzir as parcelas ou o tempo de financiamento?

Reduzir as parcelas ou o tempo de financiamento? | Em uma mesa com documentos, homem e mulher fazem contas na calculadora | Trilha da Conquista | Blog da Tenda

Ao procurar esse tipo de opção, é possível que surja a dúvida sobre o que vale mais a pena: reduzir o valor das parcelas pagas mensalmente ou o tempo de financiamento. Então, saiba que, antes de mais nada, é preciso levar em conta qual foi o tipo de tabela utilizado em seu contrato: SAC ou Price.

Tabela SAC

A tabela SAC é um sistema de amortização que funciona constantemente ao longo do financiamento. Isso ocorre porque o valor de amortização nas parcelas se mantém o mesmo ao longo de todo o pagamento. Sendo assim, o que altera é o valor dos juros e das taxas, que decrescem até o final da dívida.

Esse valor vai reduzindo com o passar do tempo porque o valor financiado, isto é, o montante que você emprestou para comprar o imóvel, se manterá o mesmo da primeira à última parcela. Já o valor dos juros e das taxas incidirão somente sobre o saldo devedor.

Por exemplo, num empréstimo de R$ 300 mil divididos em 60 parcelas, cada uma será de R$ 5 mil, ou seja, haverá amortização de R$ 5 mil mensalmente. Sobre o saldo devedor será aplicada a taxa de juros do banco. Se for 1% ao mês, no primeiro pagamento o contratante desembolsará R$ 5 mil de amortização, mais essa porcentagem de juros, que daria R$ 3 mil, totalizando R$ 8 mil de parcela.

No segundo mês, os juros serão aplicados somente no saldo devedor, que passará a ser de R$ 295 mil. Nesse caso, o credor pagará no segundo mês R$ 5 mil, mais R$ 2.950 de juros referente a 1% cobrado pelo banco, ficando uma parcela de R$ 7.950. Com o passar do tempo, o valor vai reduzindo até chegar na última parcela, pagando-se os R$ 5 mil, mais 1% de juros sobre esse valor, totalizando R$ 5.050.

Esta é a última parte deste conteúdo em áudio! Aproveite, e ouça agora mesmo!

Tabela Price

A Tabela Price é também conhecida como Sistema de Amortização Francês (SAF). Ela determina que todo o financiamento é feito por parcelas iguais, diferentemente do que ocorre no sistema SAC. No financiamento composto, duas bases principais são usadas: amortização e saldo devedor.

O saldo devedor é o valor que você ainda deve ao credor. Ou seja, caso o financiamento seja de um imóvel, o saldo devedor será o valor total do imóvel financiado. Já a amortização é a diminuição que acontece no saldo devedor, com o valor quitado a cada parcela do financiamento.

Quando se opta pela Tabela Price, o financiamento será sempre com parcelas iguais até o final do contrato. Então, nesse modelo, o valor pago a cada mês é usado praticamente apenas para quitar juros, diminuindo pouco sobre o saldo devedor. Isso quer dizer que o cálculo dos juros considera o quanto você deve para o banco, ou seja, quanto maior o saldo devedor, mais juros serão cobrados.

Com o sistema Price, ao final do financiamento você acabará pagando mais caro em relação a um sistema que usa a Tabela SAC. Além disso, se você quiser renegociar seu financiamento, pode haver prejuízos. Isso acontece porque, como explicado, as primeiras parcelas são usadas praticamente apenas para pagar os juros. Assim, ao renegociar, o valor do saldo devedor se manterá igual. Ou seja, não oferece nenhuma vantagem.

Tabela SAC ou Price: qual devo escolher?

Tabela SAC ou Price | Em uma mesa com notebook, homem e mulher avaliam documento | Trilha da Conquista | Blog da Tenda

Se você tiver opção de escolha no momento da assinatura do contrato, é melhor optar pelo sistema SAC, já que o valor diminuirá progressivamente até o final do financiamento. Esse é também o modelo mais comum de tabela adotado nos financiamentos imobiliários brasileiros.

Principalmente para quem passa por dificuldades financeiras, recomenda-se antecipar as parcelas. Como os juros são cobrados pelo saldo devedor, ao escolher a antecipação você quitará a dívida, eliminando juros e taxas.

Já para quem está endividado e com dificuldades em quitar as contas e manter a economia doméstica em dia, é mais interessante reduzir o valor pago a cada mês. Nesse caso, o tempo total de financiamento não é alterado, mas a utilização dos valores antecipados sobre o contrato total reduz o valor das parcelas. Assim, o recomendado é usar o FGTS.

Vale lembrar que, caso seu problema seja dívidas com cartão de crédito ou cheque especial, pode ser mais vantajoso usar essa sobra orçamentária para priorizá-las porque têm juros maiores do que os do financiamento.

Agora que você já sabe como amortizar seu financiamento, temos certeza de que fará o melhor negócio e economizará dinheiro. Aproveite sua visita e leia também outros conteúdos em nosso blog que vão deixar seu financiamento imobiliário mais “curto”. Boa leitura!

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