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Financiamento de apartamento na planta: guia completo + dicas

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Blog da Tenda
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18/06/2026
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Imóveis em fase de construção atraem quem deseja economizar e organizar melhor o processo até a mudança. Nesse cenário, o financiamento de apartamento na planta se destaca por oferecer preços competitivos, condições flexíveis e vantagens que não aparecem com a mesma força em unidades prontas.

Segundo o relatório Indicadores Imobiliários Nacionais, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a venda desse tipo de propriedade cresceu 15,7% no primeiro trimestre de 2025 em comparação ao mesmo período no ano anterior.

Com esse movimento crescente, entender a modalidade em detalhes se tornou essencial para quem busca segurança e planejamento na hora de comprar.

Está sem tempo para ler agora? Então, ouça este conteúdo que está dividido em 3 partes para você! Aproveite a primeira aqui e, depois, confira as próximas no decorrer do artigo! Para ouvir é só clicar no play!

Tais, assistente virtual da Construtora Tenda | Blog da Tenda | Tenda.com

Neste guia, você encontra tudo o que precisa para avaliar se esse caminho combina com seu orçamento, como os benefícios, se o apartamento na planta é mais barato que pronto, se existe correção do valor durante a construção e muito mais.

Vamos lá?

Como funciona o financiamento de apartamento na planta?

Durante a construção, o comprador paga à construtora as parcelas da entrada do imóvel. Nesse período, também podem ser cobrados os chamados juros de obra, vinculados ao financiamento liberado pelo banco conforme o avanço do empreendimento. Após a entrega das chaves, esses juros deixam de existir.

A partir desse momento, o saldo restante passa a ser quitado por meio do financiamento imobiliário com o banco, em custos mensais definidos em contrato.

O valor inicial de imóveis na planta é utilizado pela empresa para o andamento das obras e o cumprimento do prazo de entrega.

No entanto, durante essa etapa e em determinadas situações, o futuro proprietário pode diluir o valor da entrada para facilitar o orçamento.

Diferentemente do financiamento tradicional, a empresa não aplica juros antes da entrega das chaves, apenas correção monetária com base no INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).

Assim que o apartamento estiver pronto para uso, o comprador quita o saldo restante ou financia o montante. Essa escolha normalmente ocorre durante a elaboração do contrato.

Como poucas pessoas dispõem do valor total à vista, o financiamento se torna a alternativa mais viável.

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Cronograma de pagamento de imóveis na planta

Para não restarem dúvidas sobre o processo, confira como funciona o cronograma de pagamento desse modelo de aquisição pela tabela:

Etapa Momento O que o comprador paga Observações importantes
1. Assinatura do contrato Início da negociação Sinal inicial (quando existe) Marca o início das obrigações financeiras.
2. Entrada parcelada Durante toda a obra Entrada de cerca de 30%, dividida em parcelas Parcelas corrigidas pelo INCC, sem juros.
3. Parcelas intermediárias Em datas específicas previstas no contrato (anuais ou semestrais) Valores adicionais pontuais Nem todos os empreendimentos têm. Não são mensais.
4. Acompanhamento da obra Do início até a conclusão da construção O comprador continua pagando conforme o contrato (entrada + intermediárias, se houver) Nessa fase, o financiamento bancário ainda não começou.
5. Vistoria do imóvel Próximo à conclusão da obra Sem cobranças nesta etapa Verificação de acabamento e solicitação de ajustes.
6. Entrega das chaves Após conclusão da obra Há duas opções: quitar o saldo à vista ou iniciar financiamento para pagar o saldo devedor. Financiamento só começa após as chaves. O banco quita a construtora.
7. Pagamento do financiamento Após assinatura com o banco Parcelas mensais do financiamento Incluem juros + indexador, geralmente TR (Taxa Referencial).
8. Registro do imóvel Após quitação ou financiamento Taxas de cartório e ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) Nome do comprador consta oficialmente na matrícula.

Ficou transparente?

Nesse momento, você pode se perguntar: apartamento na planta é mais barato que pronto? Descubra a seguir!

Apartamento na planta é mais barato que pronto?

Geralmente sim. Imóveis na planta costumam ter valores mais baixos do que unidades prontas porque a construtora busca garantir capital de giro para financiar a obra e atingir uma boa taxa de ocupação no lançamento. Portanto, adota estratégias de precificação mais competitivas para estimular vendas rápidas e reduzir riscos financeiros.

Como se trata da aquisição de um bem que ainda será construído, muitos empreendimentos oferecem juros reduzidos para compensar esse ponto negativo, o que torna o custo final mais atrativo para o cliente.

Empresas consolidadas, como a Tenda, que tem ampla experiência no mercado, podem oferecer condições ainda mais vantajosas. Aqui, você consegue parcelar o valor de entrada em até 72 meses (6 anos).

Quer saber mais sobre os benefícios do financiamento de apartamento na planta? Confira a seguir!

Quais são os benefícios de financiar um apartamento na planta?

Comprar um apartamento ainda em fase de construção oferece:

  1. Preços mais acessíveis;
  2. Condições de pagamento facilitadas;
  3. Parcelamento do custo de entrada;
  4. Melhor planejamento financeiro;
  5. Tempo para organizar a mudança;
  6. Potencial de valorização do bem;
  7. Possibilidade de personalizar o imóvel;
  8. Tecnologia e infraestrutura mais modernas que unidades prontas.

Entenda cada ponto!

1. Preços mais acessíveis

Como você já sabe, o apartamento na planta é mais barato que pronto, já que a construtora utiliza o dinheiro para financiar a obra.

Essa prática assegura que grande parte das unidades seja vendida já no lançamento, o que promove estabilidade monetária e reduz riscos no processo.

Ao ajustar as estratégias operacionais e de precificação, as empresas atendem à demanda do mercado e mantêm a lucratividade, essencial para o sucesso a longo prazo no setor imobiliário.

2. Condições de pagamento facilitadas

Em imóveis na planta, as condições de pagamento geralmente são mais flexíveis quando comparadas às propriedades prontas para morar.

Essa característica pode incluir parcelamentos estendidos, entrada reduzida e, em alguns casos, negociação direta com a construtora ou incorporadora, o que facilita a aquisição do comprador.

3. Parcelamento do custo de entrada

A entrada para o financiamento de apartamento na planta geralmente gira em torno de 30%, valor maior do que os cerca de 20% exigidos em imóveis prontos.

Muitos consideram essa condição menos convidativa, porém, a porcentagem pode ser parcelada ao longo da obra. Na Tenda, pode até mesmo ser quitada após a entrega das chaves.

Essa não é uma possibilidade para imóveis já construídos, nos quais a entrada precisa ser paga integralmente no momento da compra.

A flexibilidade oferecida torna essa modalidade uma opção mais acessível, pois permite distribuir os custos de forma mais conveniente durante o período de construção.

4. Melhor planejamento financeiro

Preços mais baixos e condições de pagamento vantajosas ajudam os clientes a organizar melhor suas finanças e manter o controle do orçamento durante a compra.

Essa flexibilidade permite distribuir os custos de forma estratégica e realizar ajustes conforme a necessidade e disponibilidade monetária.

Dessa forma, o financiamento de apartamento na planta representa uma oportunidade interessante para quem valoriza segurança e planejamento eficiente em sua jornada de compra.

5. Tempo para organizar a mudança

A possibilidade de dispor de um período estendido para programar sua mudança também é relevante. Aqueles que já enfrentaram o desafio de se mudar compreendem a complexidade desse processo.

No entanto, ao optar por um apê em construção, você ganha uma margem maior para organizar todos os detalhes, minimizar possíveis contratempos e resolver preocupações.

Esse tempo adicional permite um planejamento mais meticuloso, desde a seleção dos móveis até a definição de como cada espaço será utilizado.

Com essa tranquilidade extra, é possível tomar decisões mais ponderadas e garantir que a transição para o novo lar seja a mais suave possível.

6. Potencial de valorização do bem

Vale a pena comprar na planta porque esses imóveis costumam apresentar alto potencial de valorização, já que o valor após a conclusão da obra tende a superar significativamente o preço inicial de aquisição.

Esse movimento fortalece o seu patrimônio e cria uma oportunidade relevante de investimento.

Nesse cenário, você direciona recursos a um ativo tangível com perspectivas sólidas de crescimento financeiro a longo prazo. Além de segurança, pode servir como uma forma eficiente de diversificação da carteira, o que contribui para uma estratégia mais equilibrada.

7. Possibilidade de personalizar o imóvel

Com algumas construtoras, comprar um apê na planta permite personalizar o imóvel de acordo com suas preferências. É possível escolher acabamentos, revestimentos, cores e, em alguns casos, modificar o layout dos cômodos.

Essa flexibilidade garante que o espaço reflita seu estilo e as necessidades da família.

8. Tecnologia e infraestrutura mais moderna

Por ainda estarem em desenvolvimento, esses imóveis costumam incorporar soluções atualizadas de tecnologia e infraestrutura, como redes elétricas mais eficientes, sistemas hidráulicos modernos, preparação para automação residencial e materiais de melhor desempenho.

Esses avanços aumentam o conforto, reduzem custos de manutenção e elevam a durabilidade do imóvel ao longo dos anos.

Diante dessas vantagens, ainda pode surgir a dúvida: será que vale a pena comprar na planta? Entenda a seguir.

Vale a pena comprar na planta?

Sim, desde que faça sentido para o seu perfil financeiro e planejamento. Adquirir uma casa ou apartamento na planta é uma ótima estratégia para quem tem tempo até a entrega, precisa de flexibilidade para organizar as finanças, busca valorização futura ou pretende investir com foco em crescimento patrimonial.

Por outro lado, pode não valer tanto a pena se você precisa se mudar rápido e prefere evitar os prazos de obra.

Existe correção do valor durante a construção de um imóvel na planta?

Sim. Durante o período de obras, a construtora não cobra juros sobre as parcelas, mas pode aplicar a correção monetária pelo INCC. Esse índice ajusta os valores de acordo com as variações do setor de construção civil e permanece vigente até a entrega das chaves.

Após esse momento, o saldo pode ser quitado ou financiado, conforme a escolha do cliente.

Segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV), o valor acumulado atingiu 6,41% em novembro de 2025. Essa porcentagem varia mensalmente.

Saiba mais sobre o indicador: INCC: o que é e como funciona?

Quais são as melhores dicas de financiamento de apartamento na planta?

É importante reconhecer que esse processo envolve alguns riscos que demandam atenção, como aumento do INCC e alterações no orçamento pessoal. Porém, adotar algumas medidas auxilia uma transação mais segura e bem-sucedida, como avaliar o contrato com cuidado, pesquisar a reputação da construtora, analisar prazos e considerar possíveis imprevistos.

Com atenção e preparo, é possível ingressar nesse processo e conduzir todas as etapas com tranquilidade, garantindo uma experiência mais segura na conquista da casa própria.

A seguir, confira em detalhes as principais dicas de financiamento de apartamento na planta.

1. Elabore um planejamento financeiro

Comprar o primeiro imóvel é uma jornada complexa, que demanda um considerável investimento financeiro. Para adquirir todo o montante necessário, elaborar um planejamento financeiro sólido faz toda a diferença.

Nos apartamentos na planta, a construtora geralmente solicita um valor de entrada, que pode ser fracionado ao longo da obra. Nesse momento, é crucial avaliar sua capacidade de pagamento e evitar comprometer mais do que 30% de renda com as parcelas.

Após a entrega das chaves, o saldo restante costuma ser financiado, o que reforça a importância de manter as finanças pessoais sob controle para evitar endividamento e garantir que todos os compromissos sejam cumpridos.

2. Mantenha o seu nome limpo

Antes de solicitar o financiamento, verifique se o seu CPF (Cadastro de Pessoa Física) está regular e sem pendências vinculadas ao seu nome. Qualquer restrição pode resultar na recusa do procedimento.

Você pode realizar essa consulta rapidamente na Receita Federal ou pelo site da Serasa Experian.

Aproveite a oportunidade para examinar seu score de crédito, já que essa pontuação também influencia diretamente a aprovação.

Garantir que essas questões estejam livres de complicações é um passo inicial que pode determinar o sucesso do seu pedido.

3. Escolha uma empresa confiável

A escolha da construtora é um dos pontos mais importantes para evitar contratempos no futuro, especialmente ao adquirir um imóvel na planta.

Optar por uma empresa íntegra, financeiramente estável e bem conceituada no mercado reduz significativamente o risco de atrasos, problemas estruturais ou, no pior cenário, o não recebimento do apartamento.

Portanto, investigue o histórico da incorporadora. Analise empreendimentos anteriores, consulte órgãos de proteção ao consumidor, leia relatórios semestrais para acionistas e converse com moradores de projetos já entregues.

Avaliações e opiniões compartilhadas nas redes sociais também ajudam a identificar construtoras que mantêm boa relação com os clientes e entregam o que prometem.

Esse conjunto de informações revela o padrão de qualidade, a pontualidade e a reputação da companhia.

4. Separe toda a documentação antecipadamente

A lista de documentos necessários varia de acordo com a instituição financeira e o tipo de financiamento. Em geral, inclui:

  • registros de identificação pessoal, como RG, CPF;
  • comprovante de residência dos últimos três meses, que pode ser conta de água, luz ou telefone;
  • comprovante de renda, usualmente apresentado por contracheques recentes, holerites ou pró-labore;
  • extratos bancários atualizados para demonstrar sua movimentação financeira;
  • declaração de Imposto de Renda (IR) dos últimos anos;
  • certidão de estado civil (certidão de nascimento, casamento, divórcio ou união estável);
  • carteira de trabalho ou contrato de trabalho, quando solicitado para validar vínculo empregatício.

Estes itens são essenciais para a avaliação e aprovação do financiamento de apartamento na planta, pois comprovam que o cliente atende aos requisitos da instituição.

É fundamental preparar-se para fornecê-los quando solicitado, o que torna o andamento do processo mais rápido e eficiente.

Tire suas dúvidas no artigo: Quais são os documentos para financiamento imobiliário?

5. Leia o contrato com atenção

Após a seleção do imóvel desejado, a instituição financeira procede à elaboração do contrato. É crucial dedicar tempo à leitura cuidadosa de todos os detalhes desse documento antes de assinar.

Esse processo é fundamental para garantir que você compreenda plenamente seus direitos e obrigações ao negociar um financiamento imobiliário, o que favorece uma decisão mais informada e segura.

Se surgir qualquer dúvida, peça esclarecimentos à instituição antes de firmar o acordo.

6. Estude a localização

Avaliar a localização de um imóvel é essencial para qualquer comprador, especialmente no caso de apartamentos. Algumas unidades ficam em áreas com infraestrutura limitada ou longe de serviços essenciais e vias importantes, o que pode comprometer a rotina e o valor do bem.

A proximidade com mercados, farmácias, padarias e outros locais do dia a dia não só valoriza o investimento a longo prazo, como também torna a vida mais prática.

Portanto, ao escolher uma propriedade para morar, vale considerar a facilidade de acesso e o potencial da região para garantir uma decisão acertada e satisfatória.

7. Analise a planta do imóvel

Avaliar a planta ajuda a entender se o espaço realmente atende às suas necessidades.

Uma atenção especial deve ser dada à posição das janelas e à entrada de luz durante o dia. Esse fator influencia a ventilação, a claridade e o conforto térmico do apê.

Além disso, a iluminação natural contribui para a economia doméstica, já que você tende a usar menos luzes artificiais por longos períodos e equipamentos como ventiladores e ar-condicionado.

Esses pontos, muitas vezes negligenciados, desempenham um papel crucial no cotidiano. Portanto, leve-os em consideração para desfrutar de um ambiente mais saudável, sustentável e viável financeiramente.

Como financiar um apartamento na planta?

Os métodos mais comuns de financiamento de apartamento na planta são pelo contato direto com a construtora ou pelo programa do governo Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Em geral, essas opções são mais acessíveis e se adaptam conforme o perfil e as condições financeiras individuais.

Basicamente, o passo a passo para ambos funciona da seguinte forma:

  1. Escolha o imóvel que deseja;
  2. Negocie a entrada;
  3. Organize os documentos;
  4. Solicite o crédito após a entrega das chaves.

Entenda os detalhes a seguir.

Financiamento de apartamento na planta direto com a construtora

Contrariamente à ideia comum, financiar um apê na planta não precisa acontecer por meio de um banco. Também é possível entrar em contato com a construtora responsável, que geralmente permite que o comprador parcele o valor diretamente, sem intervenções.

Nesse caso, é crucial observar alguns aspectos importantes, como as datas de vencimento das parcelas, as taxas de juros aplicadas e, sobretudo, o cronograma da obra para evitar surpresas.

Também existe a possibilidade de pagar uma entrada para a construtora e financiar o restante com uma instituição financeira.

É imprescindível analisar minuciosamente todas as alternativas para encontrar aquela que melhor combina com o seu perfil e necessidades. Uma avaliação criteriosa garante mais segurança e reduz riscos na hora de escolher o formato de financiamento.

Financiamento de apartamento na planta pelo Minha Casa, Minha Vida

O Minha Casa, Minha Vida também contempla unidades em construção e ainda oferece linhas de crédito com vantagens adaptadas ao orçamento da família, o que facilita o acesso à casa própria para pessoas de baixa renda.

Essa alternativa amplia as opções de compra e garante acesso a unidades novas, com infraestrutura atualizada e condições específicas para cada faixa de renda.

O programa se divide em quatro categorias:

  • Faixa 1: inclui as famílias com renda mensal de até R$ 3.200,00;
  • Faixa 2: receita entre R$ 3.200,01 e R$ 5.000,00 por mês;
  • Faixa 3: de R$ 5.000,01 a R$ 9.600,00 mensais;
  • Faixa 4: entre R$ 9.600,01 e R$ 13.000,00 por mês.

Cada grupo proporciona benefícios específicos. Nas faixas 1 e 2, por exemplo, o programa concede subsídios que reduzem o valor final do imóvel e podem alcançar até R$ 55 mil.

Além disso, há taxas de juros mais baixas, possibilidade de utilizar o FGTS e flexibilidade nos prazos de pagamento.

Pronto para dar o primeiro passo rumo ao apartamento dos sonhos?

Agora que sabe como o financiamento de apartamento na planta funciona, é fundamental estudar as vantagens e decidir se essa é a melhor opção para sua família.

Se o objetivo é realizar esse processo com tranquilidade, pode contar com a Tenda! Somos uma das principais construtoras do Brasil e contamos com mais de 50 anos de experiência no mercado imobiliário.

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