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A educação financeira é um aspecto que deve começar já na infância. Isso quer dizer que você é o primeiro modelo para os seus filhos. Quer saber como ser um bom exemplo? Leia o nosso post e descubra!

Viver em uma sociedade capitalista faz com que o dinheiro seja uma parte importante das nossas vidas. Por essa razão, a educação financeira infantil se torna fundamental para que as crianças aprendam, de maneira descomplicada, a lidar com esse tema adequadamente.

Desde pequeno, o seu filho é capaz de perceber que brinquedos, roupas e passeios dependem de dinheiro. Desse modo, incluir esse conhecimento já na infância é uma forma de contribuir com um comportamento mais sustentável ao longo da vida.

Como os pais são os primeiros orientadores na vida de uma criança, a consciência econômica deve começar em casa. Neste post, vamos apresentar o seu papel na educação financeira dos seus filhos, para que eles possam gerenciar suas finanças de maneira sensata no futuro. Continue acompanhando!

O que é educação financeira?

Basicamente, a educação financeira oferece uma orientação sobre a melhor forma de dominar o dinheiro, não permitindo que ele controle você.

Desse modo, se você é do tipo de pessoa que apenas paga contas, sempre fecha o mês no vermelho e costuma fazer compras desnecessárias, antes de aplicar a educação financeira na vida dos seus filhos, que tal organizar o seu orçamento familiar em primeiro lugar?

O que compõe uma renda familiar?

Basicamente, a renda familiar é a soma do rendimento salarial bruto de todos os moradores de uma mesma casa antes dos descontos de impostos. Portanto, ao dividir o resultado da soma pelo número de integrantes da residência, é possível definir o valor da renda per capita. Além do salário, a composição da renda conta com todas as outras entradas de dinheiro, como:

  • pensão alimentícia;
  • pensão vitalícia;
  • aposentadoria pública;
  • aposentadoria privada;
  • remuneração como autônomo.

Qual é a importância da educação financeira infantil?

Ensinar as noções básicas para as crianças lidarem com dinheiro é essencial para que elas consigam gerir as próprias contas no futuro. Um ensinamento prévio ajuda seus filhos a ganharem dinheiro, além de poupar e gastar com sabedoria. Afinal, prevenir é melhor que remediar.

Ensinar sobre as finanças pessoais faz parte do conjunto de aprendizados infantis. Uma vez que o papel dos pais não é o de serem provedores de modo permanente, ensinar o caminho para a independência financeira faz com que eles tenham a oportunidade de caminhar com as próprias pernas quando forem adultos.

Embora não seja uma disciplina obrigatória nas escolas, algumas instituições particulares compreendem a importância desse tema e começaram a incorporá-lo nas grades curriculares. É bom saber que lidar bem com dinheiro resulta em menos problemas financeiros, menos estresse e mais qualidade de vida na fase adulta.

Educação financeira nas escolas

Diferentemente do que muitas pessoas pensam, a educação financeira não é o ensino de cálculos matemáticos sobre juros e outras teorias mirabolantes relacionadas ao tema. A abordagem se refere ao planejamento de vida e à prevenção do consumo exacerbado.

É importante considerar que a escola não é um local no qual se aprende apenas os conhecimentos intelectuais, mas tudo o que pode capacitar o estudante a administrar de maneira eficiente a sua própria vida na sociedade.

Dessa forma, o foco financeiro também o ajuda a fazer melhores escolhas e a sonhar. Contudo, sabendo que poderão realizar todos esses sonhos a partir de um bom planejamento e comprometimento com o objetivo traçado.

Como falar sobre dinheiro com as crianças?

Muitos pais hesitam em falar sobre dinheiro com seus filhos. Se esse for o seu caso, não se preocupe! Você não precisa ser um especialista em finanças para entrar nesse assunto e ensinar técnicas básicas às crianças.

Contudo, se a situação financeira da sua família não está nada boa, é importante tomar algumas atitudes para se organizar e se tornar um bom modelo, já que as crianças aprendem por meio de exemplos. Dessa forma, considere algumas mudanças em seus hábitos para equilibrar o orçamento familiar.

Quais hábitos os pais devem estimular nos filhos?

Não tem jeito de educar financeiramente os seus filhos, se você não tem o costume de organizar suas finanças. Levando em conta que as crianças são extremamente observadoras, por volta dos três anos, elas começam a entender que o dinheiro tem sua força no cotidiano social.

Como não existe uma idade específica para conversar sobre assuntos financeiros, a solução é prestar atenção ao comportamento do seu filho. No momento em que começar a pedir para adquirir coisas, será a hora de introduzir as noções básicas sobre o valor do dinheiro de maneira leve a amigável.

Saiba que inserir esse assunto dentro de casa é imprescindível para que seja abordado de modo natural, abrindo espaço para o diálogo e impedindo que essa questão não se torne um tabu. Tire dúvidas de todos e crie planos em família. Assim, não só as crianças, mas você também se beneficiará nesse contexto.

Dinheiro não é coisa só de adulto

Quem nunca ouviu a frase “dinheiro é coisa de adulto”? Pois é, muitos pais tentam afastar essa ideia dos pequenos, mas esse é um dos grandes erros cometidos por eles. Até porque, quando você protege seu filho de algo que faz parte da vida dele, colabora com um desenvolvimento apoiado na ansiedade pelo dinheiro.

Devido a isso, cria-se um adulto indisciplinado com suas despesas. Dessa maneira, em vez de resguardar a criança, eduque de forma criativa. Por exemplo, você pode incluir conceitos financeiros por meio de histórias infantis ou brinquedos simples, como a caixa registradora ou, até mesmo, o Banco Imobiliário, que representa situações de compra e venda de casas e empresas.

Além disso, se você é do tipo que prefere não levar seu filho ao supermercado para evitar que fique pedindo para comprar vários produtos, saiba que está perdendo uma excelente oportunidade de ensiná-lo como funciona o dinheiro na prática. Essa é uma boa maneira de favorecer sua consciência financeira, fazendo com que ele desenvolva uma relação mais natural com o dinheiro.

Como fazer na prática?

Você já sabe que o dinheiro faz parte da sua vida o tempo todo, não é mesmo? Assim, o envolvimento dos filhos deve ser feito aos poucos, conforme a idade. Afinal, será impossível ensinar uma criança de cinco anos os conceitos de juros compostos, por exemplo.

No entanto, é viável que entendam a importância de realizarem boas escolhas na vida e, à medida que vão crescendo, o aprendizado vai evoluindo, até que no final da adolescência é provável que sejam capazes de compreender questões mais importantes, como investimentos e endividamento.

É fundamental identificar que cada etapa da vida do seu filho exigirá perspectivas diferentes de aprendizagem, adaptando as orientações em busca dos melhores resultados para o futuro dos seus filhos.

Dê uma mesada para os seus filhos

Embora crianças entre três e seis anos não sejam tão interessadas em incentivos financeiros, algumas vezes você pode oferecer uma quantia para encher os seus cofrinhos. Dê uma moeda de um real e esclareça que com esse valor ele poderá comprar algumas balas ou um chocolate, não os dois itens.

É sempre bom salientar, mesmo nessa idade, que o gerenciamento de gastos envolve escolhas. Contudo, deixe-o livre para decidir o destino do dinheiro, pois ele terá a chance de associar as informações que você transmite com a própria experiência. No caso das crianças com mais de seis anos, a mesada já pode fazer parte de suas vidas, além disso, é importante que seja compatível com a faixa etária, tenha um valor fixo e frequência regular.

Outro fato importante é não atrelar a mesada aos estudos, pois o dinheiro não deve funcionar como estímulo para um bom desempenho escolar. As crianças devem entender que as notas boas são responsabilidades apenas delas e não por conta de um incentivo. Se você está cometendo esse erro, ainda tem a chance de mudar.

Incentive as crianças a pouparem

A partir do momento em que a criança entende que com dinheiro ela consegue comprar o que ela quiser dentro daquele valor oferecido, muitas se sentem predispostas a gastar de forma impulsiva na primeira semana, ficando sem nada ao longo do mês.

Desse modo, ao perceber esse tipo de comportamento, é fundamental conversar com o pequeno. Explique de maneira didática, levando em consideração a idade, a diferença entre gastos e poupança.

Ainda que as crianças não sejam capazes de discernir entre pequenos e grandes projetos, é importante ensiná-las sobre metas e objetivos. Desse modo, você pode auxiliar o planejamento por meio de gráficos lúdicos.

Por exemplo, cada semana pode ser representada com um calendário divertido, no qual o seu filho cola um adesivo novo cada vez que a sua meta financeira for alcançada. Ao final, poderá adquirir aquele brinquedo fora de época que estava desejando tanto.

Ensine-os a comprar o que é realmente útil

Pode parecer complicado, considerando que o útil para uma criança é diferente da utilidade de uma compra para um adulto, não é mesmo? No entanto, é uma prática essencial na educação financeira infantil e muito simples.

Esclareça o significado de uma necessidade básica e de uma aquisição supérflua. Depois dessa conversa, incentivo-o para que tenha objetivos nos quais possa direcionar o dinheiro. Dessa maneira, desde pequeno ele saberá valorizar o que ganha, fazendo bom uso da mesada.

Fale sobre o seu trabalho

É normal que as crianças fiquem curiosas quanto ao trabalho dos pais, tanto é que muitos têm uma vontade imensa de acompanhá-los. Pode ter certeza, eles vão achar incrível!

Nesse caso, aproveite os momentos em que perguntam sobre o serviço que você faz para falar sobre o que é o salário. Diante disso, explique que a remuneração é feita com base em três fatores:

  • seu esforço;
  • tempo dedicado à função;
  • conhecimento adquirido ao longo do tempo.

Por mais que isso soe como um assunto entediante para as crianças, saiba que elas acumulam todos esses conhecimentos e essas informações as ajudarão a cuidar muito bem dos seus cofrinhos. Além de compreenderem que o salário é uma troca, logo, se você não trabalha, não ganha.

Explique o que é o cartão de crédito

Ao passo que seus filhos vão aprendendo sobre como lidar com o dinheiro enquanto crianças, é necessário que você converse sobre o funcionamento do cartão de crédito. Afinal, tanto do ponto de vista deles quanto no de alguns adultos, o cartão serve como uma verba extra, o que não é a realidade.

Se você já utiliza esse método de pagamento com parcimônia, é hora de estender a sua experiência para os pequenos, destacando que o dinheiro do cartão de crédito também sai do salário. Em contrapartida, a diferença é que muitas vezes são acrescentados juros, fazendo com que o valor final seja bem maior. Por isso, exige mais planejamento.

Inclua as crianças em algumas decisões financeiras

É bem provável que você não precise da participação da criança na decisão de financiar um apartamento. Essas inclusões podem ser feitas a partir de situações cotidianas, como as idas ao supermercado.

Esse é um dos melhores estabelecimentos para criar vínculo com seu filho e ainda dar uma excelente aula de economia. Em casa, peça ajuda da criança para fazer a lista de compras. Já no local, solicite que ele escolha os produtos em promoção ou que estejam mais baratos.

Outra forma criativa é destinar uma pequena parte do dinheiro para ele comprar o que desejar. Fazendo isso, estará estimulando o desenvolvimento do raciocínio lógico e a memória, enquanto pesquisa e compara os valores.

Faça o método dos envelopes

Essa técnica é uma das melhores para ajudar seus filhos a investirem. Solicite que seu filho desenhe em um frasco transparente ou em um envelope o que gostaria de comprar com o dinheiro que conseguir juntar.

Ter a imagem do objeto ou de qualquer outro plano para o futuro poderá inspirá-lo a manter uma poupança. Criar metas financeiras de curto e longo prazo faz com que as crianças entendam que algumas coisas custam mais do que outras.

Converse sobre a importância da doação

Desde a infância é importante conversar sobre a doação. Claro que quando os filhos são pequenos não entendem muito bem a respeito da doação financeira. No entanto, você pode condicioná-los a dar brinquedos antigos à medida que vai ganhando novos.

Conforme vão crescendo, além da doação de objetos, é essencial sugerir doações financeiras. Até porque, transmitir empatia em questões monetárias é muito necessário para que eles cresçam com uma consciência mais humanizada.

Dessa maneira, peça para que eles escolham uma instituição de caridade que esteja precisando de uma ajuda. Isso faz com que eles percebam que doar não beneficia apenas as pessoas de fora, mas o próprio doador.

Como melhorar a sua educação financeira?

Como mencionamos, é impossível educar seus filhos financeiramente, se você não tem o hábito de fazer isso com o seu próprio orçamento familiar. Pensando nisso, trouxemos algumas dicas muito úteis para ajudá-lo a organizar o seu comportamento financeiro.

Antes de tudo, aprender a respeitar o valor do dinheiro é a base para uma boa educação financeira, dado que você entende qual é o esforço envolvido no processo de ganhar um salário.

Embora aquela renda extra no final do mês seja muito válida, a economia é, também, um excelente passo para ajudar nas finanças pessoais. Mesmo porque é muito mais simples deixar de gastar com itens supérfluos do que ganhar mais, não é mesmo?

Economize e trace planos

Caso você tenha dificuldades em controlar seus gastos, procure pagar suas contas assim que receber a sua remuneração. Caso tenha dívidas, veja a possibilidade de negociá-las e parcele de uma forma que se encaixe com a sua atual condição.

Assim que pagar as despesas necessárias, separe uma parte do dinheiro para usar ao longo do mês e outra para investir nos seus planos familiares de longo prazo, como a compra de um apartamento, um carro ou qualquer outro projeto de alto custo.

Aplique mensalmente

Uma das melhores maneiras de economizar dinheiro é fazendo investimentos. Embora a poupança renda pouco, é uma boa ideia para começar a investir. Contudo, outros meios podem ser mais rentáveis, dependendo do seu objetivo, como o Tesouro Direto, o qual faz com que o seu rendimento acumule, gerando ótimos juros.

Saiba diferenciar preço de valor

Quando o assunto é a sua vida financeira, agir com emoção é uma das piores coisas a se fazer. Tendo em vista essa situação, considere que tudo tem um preço e um valor. Assim, antes de fazer qualquer negócio, reflita se o preço não está sendo maior que o valor.
Por exemplo, quando você vai comprar um carro, você pesquisa pelos modelos 0 km ou considera investir em um usado, mas igualmente capaz de levar sua família para todos os lugares?
Claro, o mais novo tem inúmeras funcionalidades, além de ser muito atraente aos olhos. Entretanto, tem o preço maior e a sua manutenção com relação ao IPVA e seguro também será maior.

Você sabia que 59% dos brasileiros compram por impulso? Você faz parte dessa estatística? Pelo menos, uma vez já deve ter feito, mesmo que seja um bem de valor mínimo. Apesar de muitas promoções serem imperdíveis, faça um exercício simples, começando pelo básico.

Por exemplo, já experimentou fazer compras no supermercado com fome? A chance de você sair de lá com várias sacolas cheias de produtos supérfluos é grande. Por isso, a solução é preparar uma lista do que realmente precisa em curto, médio e longo prazo.

Depois, planeje o dinheiro para cada finalidade. Isso não impedirá que você compre aquela comida instantânea, mas ainda investirá em outros produtos que você e sua família vão precisar. Esse detalhe é primordial para economizar no supermercado, e o mesmo princípio pode ser aplicado em outros setores.

Estipule prioridades

Sabemos o quanto é difícil saber que existe um dinheiro guardado e nenhum objetivo para ele, não é verdade? Por isso, uma lista de metas ajuda na hora de poupar, por exemplo, sair do aluguel e investir em um apartamento próprio.

A vantagem de você ter uma lista de prioridades é não necessitar contar somente com a sua capacidade de poupar. Dessa maneira, essa atitude ajudará você a guardar dinheiro e multiplicar o seu capital. Até planos de curto prazo podem ser compreendidos em investimentos.

Prepare-se para os possíveis imprevistos financeiros

Por fim, depois de ter as dívidas negociadas e a situação financeira regularizada, é essencial aprender com as ações do passado e começar a guardar uma reserva de emergência, destinada a uma possível reforma imprescindível na casa, o conserto do carro, consultas médicas, entre outras situações que nunca esperamos que aconteça e exigem desembolso.

Desenvolver a educação financeira dos seus filhos é uma prática que gera muitas oportunidade para eles cultivarem hábitos saudáveis desde cedo. Inclusive, não só os pequenos têm a ganhar, como toda a família, uma vez que o orçamento ficará mais equilibrado e eles aprenderão a administrar o próprio dinheiro para garantir um futuro mais confortável.

O que você achou dessas dicas sobre a importância da educação financeira infantil? Dá para aplicar em sua casa? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude os seus amigos a praticarem esse conhecimento na vida deles!

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