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Programa Casa Verde e Amarela e Minha Casa, Minha Vida: o que muda?

 
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Blog da Tenda
Ícone Calendário | tenda.com Data:
27/11/2025
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Conquistar um imóvel próprio é uma missão que fica mais fácil com ajuda de iniciativas habitacionais. Nos últimos anos, as opções no Brasil passaram por algumas mudanças, o que torna essencial saber a diferença do programa Casa Verde e Amarela para o Minha Casa, Minha Vida, por exemplo.

Além de cada um ter regras específicas, em 2025 o MCMV passou por mudanças relevantes, que incluem a criação de uma faixa de renda e mudanças em valores. Como essas questões impactam diretamente quem deseja sair do aluguel, chegou a hora de entender melhor o cenário.

Para saber o que mudou de verdade e entender o que faz sentido para você, continue a leitura!

O que é o programa Casa Verde e Amarela?

O programa Casa Verde e Amarela foi um programa habitacional que substituiu temporariamente o Minha Casa, Minha Vida entre 2020 e 2022. Criado pelo Governo Federal, seu objetivo era facilitar o acesso à moradia para famílias de baixa renda, oferecendo condições diferenciadas de financiamento.

O financiamento abrangia famílias com renda mensal bruta entre R$ 2.400,00 até R$ 8.000,00. As taxas de juros eram mais acessíveis que o financiamento tradicional, e os beneficiários poderiam usar o FGTS para reduzir o empréstimo.

Além disso, a depender da faixa de renda, havia subsídios do governo, o que reduzia o custo total da moradia. Ou seja, o programa contava com benefícios e objetivos alinhados ao Minha Casa, Minha Vida, mas também teve diversas alterações — principalmente em valores e taxas.

Além dos benefícios padrão, o programa Casa Verde e Amarela era focado em promover a regularização fundiária e a reforma de imóveis.

O que é o programa Minha Casa, Minha Vida?

O Minha Casa, Minha Vida é o principal programa habitacional do país e, em 2025, foi atualizado com novas faixas de renda, mudanças nos subsídios e novas regras para imóveis usados.

Lançado em 2009, seu objetivo é proporcionar habitação acessível para cidadãos de diversas faixas de renda. Ao longo dos anos, passou por transformações, inclusive uma breve mudança de nome para Programa Casa Verde e Amarela, no ano de 2020.

Em 2023, o programa passou por uma reformulação e voltou a se chamar Minha Casa, Minha Vida. Em 2025, houve uma nova alteração. As principais mudanças incluem a criação da faixa 4 (para famílias com renda de até R$ 12.000,00) e o aumento na exigência de entrada para imóveis usados.

Logo, essa reestruturação incluiu a implementação de novas diretrizes destinadas a tornar o acesso à moradia ainda mais simplificado, sempre considerando a renda dos beneficiários.

O novo Minha Casa, Minha Vida busca expandir o leque de beneficiários, estimular o crescimento econômico e social e aprimorar a qualidade de vida da população.

Qual a diferença entre Minha Casa, Minha Vida e Casa Verde e Amarela?

As principais distinções entre o Programa Casa Verde e Amarela e o Minha Casa, Minha Vida estão nas faixas de renda atendidas, nos critérios para subsídio e nas regras para imóveis usados. O Minha Casa, Minha Vida 2025 passou a atender famílias com renda de até R$ 12.000,00 e trouxe mais flexibilidade nos valores de compra dos imóveis.

Quer saber qual a diferença entre Minha Casa, Minha Vida e Casa Verde e Amarela? Confira.

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Aumento no valor do subsídio

Nas faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida 2025, o subsídio máximo subiu de R$ 47.500,00 para R$ 55.000,00. Esse benefício reduz os custos de imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal.

No entanto, a faixa de renda 3 (de R$ 4.700,01 a R$ 8.600,00) e a faixa 4 (de R$ 8.600,01 a R$ 12.000,00) continuam sem acesso a esse benefício do Governo Federal.

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Esse desconto é o subsídio, o principal benefício do programa. É como se o governo pagasse uma parte do imóvel para você, deixando as parcelas do financiamento mais baratas e acessíveis. Vem descobrir se você tem direito ao subsídio e quanto pode ganhar!

Redução nas taxas de juros

Uma das atualizações do Minha Casa, Minha Vida 2025 é a redução nas taxas de juros para famílias das faixas 1 e 2, o que torna o financiamento mais acessível e menos pesado ao longo dos anos.

As taxas variam de acordo com a faixa de renda e a localidade. Para as faixas de renda 1 e 2, as taxas nas regiões Norte e Nordeste caíram de 4,25% para 4% ao ano, enquanto nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, diminuíram de 4,5% para 4,25% ao ano.

As faixas 3 e 4 contam com taxas de juros que podem chegar a 10,5% ao ano, mas ainda assim são competitivas em relação ao mercado tradicional.

Essa redução é um marco importante, pois afeta diretamente o custo total do financiamento e o valor das parcelas, o que torna a aquisição de imóveis mais acessível para um público mais amplo.

Aumento no valor dos imóveis novos financiados

O valor máximo do imóvel que pode ser financiado no programa Minha Casa, Minha Vida 2025 varia conforme a faixa de renda do beneficiário e se o imóvel é novo ou usado. Para imóveis novos, o limite pode chegar a R$ 500.000,00. Já para imóveis usados, o teto é de R$ 270.000,00.

Confira as condições!

Faixas 1 e 2

O valor máximo do imóvel novo varia entre R$ 190.000,00 e R$ 264.000,00, dependendo da localização. Propriedades em regiões metropolitanas e capitais geralmente têm teto maior.

Faixa 3

Famílias com renda entre R$ 4.700,01 e R$ 8.600,00 podem financiar imóveis novos de até R$ 350.000,00, independentemente da cidade.

Faixa 4

Na nova faixa, para rendas de R$ 8.600,01 a R$ 12.000,00, o valor máximo do imóvel financiado pode chegar a R$ 500.000,00.

Para imóveis usados, o limite é de R$ 270.000,00, com exigência de entrada mínima de 50% a 70%, conforme a região. Essas atualizações reforçam a diferença entre o programa Casa Verde e Amarela e o Minha Casa, Minha Vida, e favorecem o acesso à moradia adequada.

Quem pode participar do Minha Casa, Minha Vida?

O Minha Casa, Minha Vida 2025 é destinado a famílias com renda mensal de até R$ 12.000,00, distribuídas em quatro faixas de renda, cada uma com benefícios e regras específicas.

Para entender em qual categoria você se encaixa e iniciar seu processo de inscrição, aqui está uma explicação detalhada das faixas de renda disponíveis.

Faixa 1

Na Faixa 1, encontramos famílias com menor poder aquisitivo, cuja renda mensal não ultrapassa R$ 2.850,00. Essa característica reflete o compromisso do governo em tornar a casa própria acessível para aqueles que mais precisam.

Faixa 2

Famílias que se enquadram na Faixa 2 possuem uma renda mensal entre R$ 2.850,01 e R$ 4.700,00.

Faixa 3

A Faixa 3 abrange famílias com renda mensal entre R$ 4.700,01 e R$ 8.600,00. Nesse caso, o programa não oferece subsídios diretos, mas ainda proporciona vantagens como taxas de juros mais acessíveis, o que torna o financiamento habitacional mais viável.

Faixa 4

Criada em 2025, a Faixa 4 contempla famílias com renda entre R$ 8.600,01 e R$ 12.000,00. Embora não haja subsídio, essa faixa permite acesso a taxas competitivas e prazo de pagamento de até 35 anos, com limite de financiamento de até R$ 500.000,00.

Quais os benefícios do Minha Casa, Minha Vida?

O Minha Casa, Minha Vida 2025 oferece vantagens específicas que variam conforme a faixa de renda. Entre os principais benefícios estão: subsídio do governo, taxas de juros reduzidas, possibilidade de usar o FGTS e composição de renda familiar.

Cada um desses benefícios depende da faixa em que a família se encaixa. Os detalhes sobre como funcionam — o que inclui limites de valor e regras de uso — você confere nos próximos tópicos.

Subsídio do governo

O subsídio do Minha Casa, Minha Vida 2025 pode chegar a até R$ 55.000,00 e é exclusivo para famílias das faixas 1 e 2. O valor é aplicado diretamente na compra do imóvel, diminuindo o total financiado.

O subsídio do programa Minha Casa, Minha Vida é seu maior benefício, equivalente a um auxílio do governo para a compra de imóveis. Assim, o desconto é pago diretamente ao vendedor pelo Governo Federal, de modo a reduzir o financiamento total e, consequentemente, as parcelas mensais.

Por exemplo, se o beneficiário escolher um imóvel de R$ 250.000,00 e for aprovado para um subsídio de R$ 28.000,00, o custo final para o cidadão ou família será de R$ 222.000,00, mais os juros.

Para obter aprovação para o subsídio, o comprador precisa cumprir certos requisitos:

  • ser brasileiro ou legalmente naturalizado;
  • ter mais de 18 anos;
  • não estar no Cadastro Nacional de Mutuários;
  • estar dentro das faixas de renda 1 e 2;
  • não ter financiamento ou propriedade registrada em seu nome.

Composição de renda

A composição de renda continua sendo uma ferramenta essencial no Minha Casa, Minha Vida 2025. Com essa opção, há como somar a renda de mais pessoas para aumentar o valor de financiamento aprovado.

Essa é uma ferramenta relevante para ajudar pessoas de baixa renda a adquirirem imóveis. Frequentemente, um membro de uma família não atende aos requisitos mínimos de renda para obter um financiamento imobiliário.

Então, com a composição de renda, é possível combinar os ganhos de diversos membros da família. Em 2025, o programa Minha Casa, Minha Vida facilita essa prática, o que impacta o valor total do imóvel financiado e as parcelas.

A Caixa Econômica Federal aceita qualquer pessoa como membro da renda familiar, desde que não haja restrições de crédito ativas em seus nomes. É importante lembrar que o programa estabelece um limite de renda familiar bruta máxima de R$ 12.000,00 por mês.

FGTS

No Minha Casa, Minha Vida 2025, o FGTS pode ser usado para entrada, amortização ou pagamento de parcelas do financiamento. Para tanto, o trabalhador precisa atender a critérios como ter 36 meses de contribuição e não possuir outro imóvel em seu nome.

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é um benefício para trabalhadores com contrato CLT, criado para ajudar em demissões sem justa causa. Há três maneiras de usar o saldo do FGTS no financiamento de imóveis.

Como usar o FGTS no Minha Casa, Minha Vida?

No Minha Casa, Minha Vida 2025, o FGTS pode ser usado para pagar a entrada do imóvel, amortizar o saldo devedor ou abater até 80% do valor das parcelas por 12 meses consecutivos.

Entenda melhor:

  • entrada: o FGTS serve para pagar uma parte ou todo o valor de entrada do imóvel, se você tiver a quantia necessária;
  • amortização de parcelas: você pode reduzir o saldo devedor, ou seja, a quantia restante que ainda falta para quitar o financiamento, o que diminui o valor das parcelas e também o prazo de pagamento;
  • quitação das parcelas: por fim, é possível pagar até 80% das parcelas por 12 meses consecutivos com o saldo do FGTS, o que pode ajudar muito quem está passando por dificuldades financeiras, mas sonha em comprar um imóvel.

Como se inscrever no Minha Casa, Minha Vida?

A inscrição no Minha Casa, Minha Vida 2025 varia conforme a faixa de renda. Famílias da faixa 1 devem se cadastrar na prefeitura. Já as faixas 2, 3 e 4 fazem a simulação do financiamento diretamente com a Caixa.

Quem está na faixa 1 deve procurar a prefeitura da cidade ou o órgão de habitação municipal, que organiza o processo de inscrição. Após o cadastro, os participantes passam por um processo de seleção — geralmente por sorteio — e, se aprovados pela Caixa, são convocados para assinatura do contrato do imóvel subsidiado.

Para quem se enquadra nas faixas 2, 3 ou 4, o caminho é diferente. Basta acessar o site da Caixa Econômica Federal, simular o financiamento com base na renda familiar e escolher um imóvel disponível pelo programa. Se a proposta for aprovada, você precisa apresentar a documentação exigida e concluir o processo de contratação.

Em todos os casos, é importante já ter os documentos organizados e atualizados para evitar atrasos ou perda de prazos. Você também pode contar com o suporte de uma construtora parceira do programa, como a Tenda, para facilitar cada etapa, da simulação à entrega das chaves.

Quais são os documentos para financiamento do Minha Casa, Minha Vida?

Para financiar um imóvel pelo Minha Casa, Minha Vida 2025, é necessário apresentar documentos básicos de identificação, renda e residência.

A lista pode variar um pouco conforme a instituição financeira, mas os principais documentos exigidos são:

  • documento de identidade (RG ou CNH);
  • CPF;
  • comprovante de renda atualizado;
  • comprovante de residência recente;
  • certidão de nascimento ou casamento;
  • carteira de trabalho (quando aplicável);
  • declaração do Imposto de Renda (se aplicável);
  • extrato do FGTS (quando for usar o saldo no financiamento).

Ter todos esses documentos em mãos agiliza o processo de análise e evita atrasos na aprovação do crédito. Em alguns casos, a construtora parceira pode orientar na conferência e entrega da documentação.

Quais são as taxas de juros do Minha Casa, Minha Vida?

As taxas de juros do Minha Casa, Minha Vida 2025 variam conforme a faixa de renda e a região do país. As faixas 1 e 2 continuam com juros reduzidos. Já as faixas 3 e 4 podem ter taxas de até 10,5% ao ano.

Para as faixas 1 e 2, as regiões Norte e Nordeste contam com taxa de 4% ao ano, enquanto no Centro-Oeste, Sudeste e Sul a taxa é de 4,25% ao ano. Esses percentuais são mais baixos que os de um financiamento tradicional, o que ajuda a tornar as parcelas mais acessíveis.

Nas faixas 3 e 4, que não têm subsídio, a taxa de juros pode chegar a 10,5% ao ano, dependendo da análise de crédito e condições do financiamento. Ainda assim, o valor costuma ser mais competitivo do que em financiamentos imobiliários fora do programa.

As taxas são definidas pela Caixa e atualizadas conforme o perfil da família, a localização do imóvel e o relacionamento com o banco.

Escolha seu imóvel com ajuda da Tenda e aproveite o MCMV

Até aqui, você entendeu a diferença do programa Casa Verde e Amarela e do Minha Casa, Minha Vida, inclusive com as novas regras de 2025. Ao compreender como funciona essa alternativa, você fica mais perto de comprar seu primeiro imóvel com condições mais vantajosas. Com a ajuda certa, o processo se torna mais fácil.

A Tenda tem ampla experiência com o MCMV e pode te orientar em cada etapa dessa jornada, desde a simulação de valores até o contrato.

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