Como sair da casa dos pais? Veja valores e como se organizar




No entanto, esse sonho também é um desafio: dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que um em cada quatro jovens entre 25 e 34 anos ainda reside com os responsáveis, o que mostra como esse caminho exige planejamento e organização.
Preparar-se da maneira certa é a chave para garantir que a mudança ocorra de forma segura e sustentável, sem comprometer seu bem-estar ou as finanças.
Para ajudá-lo nesse processo, este guia tem tudo o que você precisa:
- quais são as vantagens de sair da casa dos pais;
- como saber se é o momento certo de sair da casa dos pais;
- o que considerar para sair da casa dos pais;
- quanto custa sair de casa;
- é melhor alugar ou comprar um imóvel;
- como funciona um financiamento imobiliário;
- como contratar um financiamento;
- como organizar as finanças para sair de casa.
Vamos lá?
Quais são as vantagens de sair da casa dos pais?
Algumas vantagens de sair da casa dos pais são:
- mais privacidade;
- autonomia e liberdade;
- qualidade de vida;
- conquistar mais responsabilidade e maturidade.
Veja cada ponto a seguir.
Quer saber como conquistar seu apartamento?
Clique no botão e confira dicas pra tirar os planos do papel.
Mais privacidade
Ter privacidade é um dos maiores benefícios de morar sozinho, pois cria um ambiente confortável e tranquilo. Você não precisa explicar onde esteve, com quem falou ou se preocupar com alguém ouvindo suas conversas.
Autonomia e liberdade
Sabe aquele sonho de fazer o que quiser, quando considerar melhor e sem dar satisfações? Morar sozinho permite realizar essa vontade.
Você decide seus horários para dormir, limpar a casa ou receber visitas. Mas lembre-se: todas as decisões e consequências serão suas — tanto as boas quanto as difíceis.
Qualidade de vida
De acordo com pesquisa da ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), 77% dos beneficiários do Minha Casa, Minha Vida relatam melhorias na qualidade de vida após a mudança.
Sair da casa dos pais pode ajudar principalmente se o novo local for perto do trabalho ou da faculdade, o que reduz o tempo de deslocamento.
Além disso, se seu apartamento for em um condomínio com áreas de lazer, pode garantir momentos de descanso e diversão sem precisar sair de onde mora.
Conquistar mais responsabilidade e maturidade
Um dos benefícios mais significativos é o amadurecimento que esse passo exige.
Assumir as próprias decisões, com base em seu orçamento, objetivos e valores, desenvolve sua autonomia e senso de responsabilidade. É assim que você constrói seu próprio jeito de viver e cresce como pessoa.
Como saber se é o momento certo de sair da casa dos pais?
Não existe regra para o melhor momento de sair da casa dos pais, pois cada pessoa tem suas particularidades. Porém, alguns fatores ajudam a entender a hora certa, como sua situação atual, necessidade de liberdade, mudanças no estilo de vida, o estágio da carreira ou estar em um relacionamento sério.
Veja o que refletir sobre cada ponto.
Situação de vida atual
Antes de tomar qualquer decisão, pense na sua realidade com sinceridade. O primeiro ponto é avaliar sua situação financeira. Não dá para buscar independência sem um planejamento sólido.
No seu novo apê, você terá que assumir custos fixos, como aluguel ou financiamento, contas de água e luz, condomínio e as demais despesas que fazem parte do cotidiano de uma casa.
Também é essencial analisar se você tem habilidades básicas para cuidar de si e do seu espaço. Sabe fazer compras no mercado? Consegue preparar refeições simples, manter a casa limpa e gerenciar seus compromissos?
Por último, considere fatores psicológicos. Estar longe dos pais exige maturidade para lidar com a saudade e a nova rotina. Pergunte-se: estou emocionalmente pronto para esse novo ciclo?
Se ainda houver insegurança após essa reflexão, vá com calma. Desenvolva essas competências, organize-se, aprenda aos poucos e busque sua independência de forma consistente. Assim, você terá mais preparo para dar esse passo com confiança.
Necessidade de liberdade
A maioria dos jovens sente necessidade de conduzir a própria vida. É um processo natural do crescimento. Entretanto, mesmo com os filhos adultos, alguns pais permanecem preocupados.
Cobranças como horários de saída e chegada e questionamentos frequentes desgastam a relação familiar. Se esse é o seu caso, sair da casa dos pais pode ser libertador.
No entanto, não tome essa decisão apenas para evitar conflitos: é essencial que a busca do seu novo lar seja planejada e organizada. Só assim você conseguirá manter sua independência sem precisar voltar caso surjam dificuldades pelo caminho.
Mudança de estilo de vida
Um ponto comum de desentendimento entre pais e filhos são as diferenças no estilo de vida. Você cresceu, tem personalidade formada e uma visão própria de como deseja viver. E essa forma de enxergar o mundo pode não se combinar com o modo deles.
Os motivos de desacordo variam — desde uma dieta diferente até a prática de outra religião. Se os costumes não se alinham mais, pode ser um indicativo de que chegou a hora de seguir em frente e conquistar seu próprio lar.
Estágio da sua carreira
Ao pensar em sair da casa dos pais, vale avaliar se sua carreira está em um estágio que oferece estabilidade e perspectivas de crescimento. Afinal, é com a renda mensal que você sustentará sua nova fase.
Se ainda estiver na faculdade ou em uma pós-graduação, o desafio é maior. Conciliar estudos, emprego e tarefas de casa exige organização e energia. Então, avalie se você já tem especialização suficiente para alcançar o cargo e o salário desejados.
Caso a resposta seja não, vale ponderar se suas condições atuais permitem arcar com os custos de moradia sem prejudicar sua formação ou sua qualidade de vida.
Relacionamento sério à vista
Todo relacionamento é repleto de expectativas, e uma delas é assumir um compromisso mais sólido.
Seja em uma união estável ou após o casamento, viver a dois demanda espaço próprio. É nesse momento que muitos casais buscam um cantinho para começar uma nova fase — com seus próprios desafios e aprendizados.
Independentemente do motivo que o leve a querer sair da casa dos pais, é fundamental estar preparado emocional e financeiramente para essa nova fase.
O que considerar para sair da casa dos pais?
Para sair da casa dos pais, é fundamental considerar algumas questões, como:
- preparar-se psicologicamente antes de sair;
- elaborar um planejamento financeiro básico;
- conversar com os responsáveis;
- procurar um bom imóvel para morar;
- possibilidade de adquirir um apartamento na planta;
- dividir as despesas para economizar;
- pesquisar a reputação da construtora.
Saiba mais sobre cada uma.
Preparar-se psicologicamente antes de sair da casa dos pais
Deixar para trás a rotina e a convivência diária com a família raramente é uma decisão simples. É natural que, no início, a distância desperte sentimentos como incerteza, ansiedade e até medo do desconhecido.
Por outro lado, essa transição também abre portas para um enorme aprendizado e amadurecimento. Encarar a vida de forma independente é um passo que fortalece a autoconfiança e amplia sua visão de mundo.
Antes de ir embora, reflita sobre como você lida com mudanças — especialmente aquelas que transformam completamente sua forma de viver. Esteja preparado para enfrentar a saudade e, em alguns momentos, a solidão, emoções comuns para quem mora sozinho.
Veja essa fase como uma oportunidade de crescimento pessoal. Ao compreender seus limites e aprender novas habilidades, você não apenas constrói um lar, mas também fortalece a sua própria história.
Elaborar um planejamento financeiro básico
Muitas pessoas acreditam que, ao conseguir o primeiro emprego, já têm condições para viver sua própria vida. No entanto, conseguir comprar um carro e pagar a conta de internet não significa, necessariamente, ter segurança financeira para sair da casa dos pais.
Morar sozinho envolve assumir responsabilidades que antes não faziam parte do seu orçamento, como moradia e manutenção do lar. Portanto, delinear um planejamento financeiro é fundamental antes de qualquer outro passo.
Anote todas as despesas fixas que envolvem a nova realidade, como aluguel ou valor do financiamento imobiliário, contas de consumo e condomínio.
Além disso, não esqueça dos custos variáveis, como alimentação, lazer e imprevistos, desde a troca de um eletrodoméstico até um reparo urgente, como um cano estourado.
Se necessário, esteja disposto a fazer ajustes no estilo de vida para garantir que a independência seja sustentável em longo prazo.
Conversar com os responsáveis
Ter um diálogo transparente, honesto e amigável com seus pais é crucial nesse momento. Explique com clareza os motivos que levaram à decisão de sair e, acima de tudo, reforce que continuará presente, mesmo com a mudança de domicílio.
Afinal, não é um rompimento familiar, apenas um passo natural rumo à sua independência.
Para tornar essa passagem mais leve e positiva, envolva-os no processo. Convide-os para participar do planejamento: a experiência deles pode até mesmo te auxiliar em pontos importantes.
Peça opiniões na escolha dos móveis, na decoração ou até mesmo em pequenas decisões do dia a dia. Esses gestos reforçam o vínculo e ajudam todos a lidar melhor com a situação.
Procurar um bom imóvel para morar
No início, é normal não ter condições de manter o mesmo padrão de moradia da residência anterior. Afinal, seus responsáveis levaram anos para conquistar o patrimônio que sustenta esse estilo de vida.
Para a experiência ser a mais positiva possível, escolha bem onde morar. Faça uma lista em ordem de preferência, com opções de localização, como um lugar próximo do seu trabalho ou dos estudos.
Pense em regiões com uma boa infraestrutura de serviços e comércios que facilitam sua rotina. Considere a quantidade de quartos, se há necessidade de vaga para automóvel ou bicicleta e se é melhor alugar ou comprar o imóvel.
Com essas definições, fica mais fácil descobrir quanto custa sair de casa direto para o apê dos sonhos. Às vezes, abrir mão de um cômodo extra ou escolher um bairro mais em conta pode ser o que viabiliza a mudança sem comprometer sua estabilidade financeira.
Possibilidade de adquirir um apartamento na planta
Comprar um apartamento na planta é muito vantajoso para quem deseja sair da casa dos pais. Além da satisfação de ter um imóvel novinho, onde ninguém morou antes, você pode aproveitar o período de construção para economizar.
Confira a seguir os principais benefícios dessa estratégia:
- o valor é mais barato;
- conta com melhores condições de pagamento e juros menores;
- dificilmente precisará de manutenções nos primeiros anos;
- tem alto potencial de valorização;
- oferece a possibilidade de personalizar cada acabamento;
- há mais tempo para planejar;
- com o dinheiro poupado até o imóvel ficar pronto, você pode comprar móveis planejados e complementos estéticos;
- será um espaço com a sua cara, decorado exatamente como você quiser.
Dividir as despesas para economizar
Morar sozinho traz liberdade, mas também exige assumir todos os custos da casa. Por esse motivo, muitos optam por compartilhar um apartamento.
Essa é uma abordagem inteligente para quem quer sair da casa dos pais, mas ainda não tem recursos para se manter sozinho. Ao dividir as principais contas, o impacto no bolso diminui consideravelmente.
Se a ideia for adquirir um imóvel em conjunto, vale considerar a composição de renda — recurso do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, que permite somar o seu salário com o de até duas pessoas para aumentar as chances de conseguir aprovação no financiamento.
Entenda melhor no vídeo!
Pesquisar a reputação da construtora
Antes de comprar seu apartamento, especialmente na planta, verifique se a construtora é sólida e confiável. Imagine pagar pelo imóvel e nunca recebê-lo — essa situação seria um verdadeiro pesadelo.
Portanto, pesquise informações importantes, como o tempo de atuação da empresa, histórico de entregas no prazo e a qualidade dos condomínios prontos.
Também vale consultar o CNPJ da marca para identificar eventuais processos judiciais devido a atrasos ou problemas com os clientes.
A Construtora Tenda, por exemplo, está há mais de 50 anos no mercado e já ajudou mais de 160 mil famílias a realizar o sonho da casa própria.
Confira o depoimento da jovem Evelyn, que conquistou sozinha seu apartamento próprio, com uma renda a partir de R$ 1.600,00.
Quanto custa sair de casa?
Para calcular quanto custa sair da casa dos pais, é preciso considerar despesas como aluguel ou parcelas do financiamento, contas de água, luz, gás, internet, valor do condomínio, alimentação, transporte e manutenção do imóvel. Esses custos variam conforme o estilo de vida e a localização da nova residência.
Segundo uma análise de Tiago Almeida, planejador financeiro da FIDUC, a pedido do E-Investidor, para quem mora sozinho, o custo para manter uma residência é de aproximadamente R$ 5.137,88 por mês de renda líquida mínima.
Esse valor totaliza R$ 61.654,56 por ano, uma estimativa que inclui despesas fixas, gastos com lazer e um fundo de reserva equivalente a 20% da renda.
Vale ressaltar que a simulação considera preços médios do Brasil, o que pode variar conforme a região, padrão de vida e inflação dos últimos 12 meses.
Outra forma de descobrir quanto custa sair de casa é utilizar o Simulador de Financiamento da Tenda. Essa ferramenta calcula o valor estimado tanto do total do imóvel quanto as parcelas mensais e a possibilidade de subsídio.
Basta preencher informações como localização desejada, receita familiar, idade e telefone de contato para receber o resultado.
Quer saber como funciona o subsídio do Minha Casa, Minha Vida? Assista ao vídeo abaixo.
É melhor alugar ou comprar um imóvel?
Alugar um imóvel oferece mais flexibilidade e menos responsabilidades imediatas, portanto é ideal para quem ainda está se organizando financeiramente ou pretende se mudar com frequência. Comprar, porém, traz segurança e é um investimento a longo prazo, que exige bom planejamento e compromisso com despesas de financiamento e manutenção.
Além disso, adquirir uma habitação própria permite acumular patrimônio, enquanto morar em um apê de outro proprietário representa um custo mensal sem retorno financeiro direto.
Para decidir se é melhor alugar ou comprar um imóvel, avalie suas condições, objetivos e horizonte financeiro.
Como funciona um financiamento imobiliário?
O financiamento imobiliário é o método mais comum de conquistar a casa própria. Basicamente, trata-se de uma linha de crédito que os bancos disponibilizam para assegurar a compra.
Funciona assim: o indivíduo paga uma entrada, geralmente 20% do valor total, e financia o restante, normalmente, 80%.
Além disso, existem alternativas vinculadas ao Minha Casa, Minha Vida, que oferece diversos benefícios que auxiliam pessoas de baixa renda a adquirirem o bem.
Em 2024, foram 1,25 milhão de contratos de residências para famílias em situação de vulnerabilidade social e econômica, aponta a Agência Gov.
Esse programa tem as menores taxas de juros do mercado e conta com parcerias importantes, como a Construtora Tenda, o que facilita o acesso ao apartamento.
Outra opção é usar a modalidade da Caixa Econômica Federal, que permite o pagamento em até 35 anos.
Como contratar um financiamento?
Para contratar um financiamento, é preciso que você siga estes passos:
- Planeje-se financeiramente: garanta um valor de entrada que reduza o montante do financiamento e, consequentemente, os juros. Se possível, utilize também o saldo do FGTS para complementar;
- Amplie seu potencial de compra: considere a composição de renda com até mais duas pessoas para aumentar as chances de aprovação e o valor disponível para financiamento;
- Mantenha seu nome limpo e bom histórico de crédito: um score alto e cadastro positivo aumentam suas chances de conseguir taxas melhores;
- Escolha o sistema de amortização ideal: como SAC, Price e SACRE;
- Inclua todos os custos no cálculo: lembre-se do Custo Efetivo Total (CET), que inclui taxas e seguros obrigatórios;
- Compare as propostas: analise prazos, taxas e condições antes de fechar negócio.
Por fim, saiba que o valor das parcelas do financiamento não pode comprometer mais do que 30% da sua renda mensal. Então, evite dívidas e mantenha uma boa reserva financeira para eventuais imprevistos.
Ainda tem dúvidas sobre como funciona um financiamento imobiliário? Confira o vídeo abaixo!
Como organizar as finanças para sair de casa?
Para saber como organizar as finanças para sair da casa dos pais, siga as dicas:
- aproveite o tempo que está na casa dos pais;
- controle seus gastos;
- faça uma reserva financeira;
- calcule todos os custos com precisão.
Entenda cada uma!
Aproveite o tempo que você está na casa dos pais
Quando você ainda mora com seus pais, tem como organizar as finanças para sair de casa de maneira mais fácil, já que não precisa arcar com todas as despesas de uma moradia própria.
Aproveite bem esse período para entender seus hábitos de consumo, ajustar seu orçamento e criar um planejamento sólido para a futura mudança.
Apesar da ansiedade, procure se preparar com paciência para assegurar uma transição tranquila.
Controle seus gastos
Para evitar dívidas, crie o hábito de evitar compras impulsivas e eliminar gastos desnecessários. Comece com aquela assinatura de streaming que você não utiliza, o pagamento daquela academia que você não vai ou pedidos constantes de delivery.
Esses ajustes funcionam como teste para que, quando assumir os encargos essenciais do seu lar, você já saiba definir prioridades.
Faça uma reserva financeira
Outra tática sobre como organizar as finanças para sair da casa dos pais é montar uma reserva de emergência. Imprevistos acontecem e é importante lidar com esse tipo de situação com tranquilidade e segurança.
Assim, se surgir algum gasto inesperado, você terá condições de resolver sem prejudicar seu orçamento ou estilo de vida.
Além disso, poupe para bancar o carreto da mudança, valores do financiamento, pequenas reformas, móveis e eletrodomésticos.
Calcule todos os custos com precisão
Se você decidiu se é melhor alugar ou comprar um imóvel, já tem uma ideia melhor de quanto custa sair da casa dos pais. Use esse conhecimento para calcular os custos da nova moradia, como:
- contas de consumo: água, luz, gás e internet;
- parcelas do financiamento ou aluguel;
- condomínio do prédio;
- impostos (IPTU);
- boletos de dívidas anteriores;
- compra do mês no supermercado;
- deslocamento (combustível, transporte público ou aplicativos de mobilidade);
- manutenção e pequenos reparos;
- móveis, eletrodomésticos e utensílios domésticos;
- seguro residencial;
- serviços de assinatura (streaming, TV, academia, etc.).
Esses são apenas alguns exemplos. É importante criar uma lista de acordo com o seu perfil para ter uma noção do seu custo de vida.
Estou pronto para sair da casa dos pais! E agora?
Ficou claro que sair da casa dos pais é uma decisão muito importante, né? Mudar, em qualquer aspecto da vida, exige preparo, paciência e, claro, diálogo com a família. Afinal, junto com a liberdade chegam desafios, aprendizados e conquistas que fazem parte do processo de amadurecimento.
Por fim, vem a parte mais empolgante: a escolha do seu novo lar. Para facilitar a sua busca pelo apartamento ideal, pode confiar na Construtora Tenda.
Contamos com empreendimentos de qualidade, com condições acessíveis e benefícios do Minha Casa, Minha Vida que facilitam a compra.
Quer dar o próximo passo? Conheça os imóveis à venda e fale com nosso time de atendimento para saber como transformar esse sonho em realidade.









![Quem tem direito ao subsídio do Minha Casa, Minha Vida? [2026]](https://www.tenda.com/blog/wp-content/uploads/2024/03/Capa-desk-Quem-tem-direito-ao-subsidio.jpg)












Comentários
0
Veja também
Mais lidos