Um estudo da Onze, fintech de saúde financeira e previdência privada do Brasil, descobriu que 41% das pessoas sabem pouco ou quase nada sobre o tema, o que levanta um alerta.
A falta de informação dificulta o controle e decisões conscientes sobre consumo, crédito e investimento. Quando isso acontece, sonhos parecem mais distantes, mesmo para quem tem potencial para alcançá-los.
Neste artigo, descubra a importância de aplicar esses princípios no dia a dia, as vantagens e como começar.
Vamos lá?
Para que serve a educação financeira?
Trata-se de um conjunto de conhecimentos e habilidades que permite a uma pessoa gerenciar o dinheiro de forma eficaz. Abrange desde a organização de gastos e receitas até a compreensão de investimentos, crédito, financiamentos e planejamento para metas, elementos essenciais que garantem segurança nas escolhas do dia a dia.
Na prática, a educação financeira serve para transformar hábitos, reduzir dívidas e possibilitar que cada real seja aplicado de maneira estratégica.
Quem domina essa prática consegue enxergar oportunidades de economia, aplicações e crescimento.
Qual é o objetivo da educação financeira na prática?
Permitir que você administre suas finanças pessoais com consciência, de modo que cada escolha fortaleça seu progresso e bem-estar. A prática promove hábitos de consumo mais responsáveis, aumenta a autonomia na gestão do dinheiro e ajuda a conquistar objetivos importantes, de curto a longo prazo.
No cotidiano, se traduz em ações concretas, como:
- elaborar um orçamento detalhado para ter clareza sobre para onde seu dinheiro vai;
- identificar despesas desnecessárias e reduzir desperdícios;
- criar reservas de emergência;
- tomar decisões conscientes sobre compras;
- planejar metas como viagens, estudos ou a compra do primeiro apartamento com segurança.
Entendeu qual o objetivo da educação financeira? Quando essas atividades passam a fazer parte da rotina, proporcionam benefícios tanto imediatos quanto duradouros. Saiba mais a seguir.
Qual a importância da educação financeira para as pessoas?
Pessoas financeiramente educadas lidam melhor com imprevistos, conseguem manter a situação econômica saudável e tomam decisões de investimento mais adequadas. Esses comportamentos são essenciais para reduzir o estresse, aumentar a sensação de segurança da família, promover o bem-estar no cotidiano e estimular a realização de metas.
Além disso, contribui para o desenvolvimento de autonomia nas decisões, promove consumo consciente, fortalece a resiliência diante de imprevistos e abre oportunidades para investir em projetos pessoais e profissionais.
Essas vantagens da educação financeira permitem uma base sólida para o futuro.
Qual a importância da educação financeira no Brasil?
No Brasil, muitas pessoas enfrentam dificuldades financeiras devido à falta de planejamento e conhecimento sobre dinheiro. Segundo pesquisa do Observatório Febraban, 39% dos cidadãos afirmam estar atualmente endividados. Essa realidade compromete a capacidade de lidar com imprevistos e reduz o acesso a oportunidades de crescimento.
Além disso, entre esses brasileiros, 77% afirmam que as dívidas impactam sua saúde emocional ou qualidade de vida.
Aprender agora para que serve a educação financeira é essencial para quebrar ciclos prejudiciais e preparar o caminho para conquistas significativas.
Nunca é tarde para começar. Com organização, persistência e conhecimento, é possível viver com mais tranquilidade e segurança.
Quanto antes você se organiza, mais fácil se torna alcançar estabilidade e realizar metas. Adiar essa etapa significa prolongar obrigações e inseguranças. Já agir no presente permite criar reservas e construir uma base sólida para o futuro.
Agora que você sabe qual a importância da educação financeira para as pessoas, veja as dicas para dar o primeiro passo!
Como começar a educação financeira?
Inicie com atitudes práticas, como organizar o orçamento para entender ganhos e gastos, definir metas claras e criar uma poupança. Usar apps de gestão financeira pode facilitar o controle mensal. Essas medidas fortalecem a disciplina e aproximam você de seus sonhos, seja fazer uma viagem ou sair do aluguel.
Entenda melhor a seguir!
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Organize seu orçamento com clareza
O primeiro passo para administrar bem o bolso é entender para onde o dinheiro vai. Registre todas as entradas e saídas, até mesmo as pequenas despesas do dia a dia.
Visualizar os gastos ajuda a identificar excessos, ajustar hábitos e direcionar a renda para o que realmente importa.
Defina metas alcançáveis
Ter objetivos concretos orienta as decisões e dá propósito ao planejamento. Estabeleça metas realistas, como quitar dívidas ou juntar o valor da entrada do apartamento. Assim, o esforço ganha direção e cada conquista se torna uma motivação para continuar.
Crie uma reserva de emergência
Saber para que serve a educação financeira ajuda a enfrentar imprevistos com mais tranquilidade e preparo.
Guarde de três a seis meses do valor das suas despesas mensais para usar em situações inesperadas, como perda de renda ou gastos médicos. Essa reserva protege seu orçamento e evita o endividamento.
Use ferramentas e aplicativos de controle financeiro
A tecnologia pode ser uma grande aliada na organização das finanças. Aplicativos de gestão ajudam a registrar despesas, categorizar gastos e acompanhar o orçamento em tempo real.
Além de facilitar o controle, esses recursos incentivam o hábito de revisar valores com regularidade.
Saiba mais: Aplicativo de finanças: por que usar? 6 opções para suas metas
Como fazer gestão financeira para comprar um apartamento?
Siga o passo a passo para garantir uma gestão financeira eficiente:
- Defina um orçamento máximo para parcelas e despesas mensais;
- Junte o dinheiro da entrada antes de comprar;
- Pesquise opções de financiamentos;
- Planeje custos adicionais;
- Simule parcelas para uma estimativa realista;
- Revise os seus gastos regularmente.
A compra do primeiro apartamento exige planejamento detalhado. Descubra o que fazer em cada etapa.
1. Defina seu orçamento máximo
Reconhecer para que serve a educação financeira é compreender que cada escolha tem impacto no futuro. Portanto, avalie sua renda mensal, despesas fixas e variáveis, e determine quanto pode comprometer com parcelas do financiamento.
Ter um limite claro evita surpresas e ajuda a escolher um imóvel compatível com seu perfil.
2. Junte o dinheiro da entrada
Normalmente, é necessário pelo menos 20% do valor do imóvel como entrada. Estabeleça metas de economia e poupe para garantir que esse valor esteja disponível quando assinar o contrato.
3. Pesquise opções de financiamentos
Compare taxas de juros, prazos e condições oferecidas por diferentes bancos e instituições. Pequenas diferenças podem alterar significativamente o valor final pago e o impacto no orçamento mensal.
4. Planeje custos adicionais
A gestão financeira para comprar um apartamento deve considerar despesas como documentação, escritura, ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) e eventuais reformas. Incluir esses custos evita surpresas e ajuda a manter a verba equilibrada.
5. Simule parcelas
Use ferramentas online para calcular o impacto de diferentes prazos e taxas sobre o valor mensal.
O Simulador de Financiamento da Tenda pode ajudar a entender melhor a sua real capacidade de pagamento e facilita a escolha do financiamento ideal. A calculadora mostra o preço estimado, tanto do total do imóvel, quanto das parcelas e a possibilidade de subsídio.
6. Revise gastos regularmente
Acompanhe o orçamento e ajuste conforme mudanças na receita ou gastos necessários. A revisão periódica garante que você se mantenha no caminho certo para assumir o financiamento sem comprometer outras prioridades monetárias.
Além de saber para que serve a educação financeira, você precisa evitar erros comuns no planejamento.
Quais os erros comuns ao planejar o apê e como evitá-los?
Algumas armadilhas frequentes são:
- subestimar custos adicionais: muitos esquecem despesas com documentação ou mobília. Sempre considere esses valores no planejamento;
- não criar reserva de emergência: imprevistos podem gerar dívidas se não houver dinheiro guardado;
- escolher financiamento apenas pelo valor da parcela: juros e prazos longos podem tornar o imóvel mais caro no final;
- não pesquisar o mercado: comparar imóveis, regiões e condições evita arrependimentos;
- ignorar planejamento de longo prazo: é essencial avaliar se a renda futura suportará parcelas e manutenção.
Evitar esses erros depende de disciplina, planejamento e acompanhamento constante da vida financeira.
Próximos passos: organize-se, simule parcelas e avance no seu apê
Agora que você sabe para que serve a educação financeira, conte com a construtora Tenda para transformar o sonho da casa própria em realidade.
Nossa Calculadora de Sonhos é uma ferramenta especial, que mostra como sua renda familiar pode viabilizar o primeiro apartamento. A estimativa pode incluir até mesmo seu saldo FGTS e o valor de entrada.
Assim, você descobre quantas pessoas com perfis semelhantes ao seu já conquistaram um apê.
Com informação, planejamento e apoio especializado, sua trajetória fica muito mais segura!
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