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Tipos de empréstimo: conheça os 10 mais comuns do Brasil!

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Blog da Tenda
Ícone Calendário | tenda.com Data:
12/02/2026
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Você já parou para pensar em quantos tipos de empréstimo estão disponíveis e como cada um pode impactar sua vida financeira? Alguns oferecem condições rápidas para emergências, outros são ideais para grandes projetos, mas todos têm características únicas que merecem atenção antes da escolha.

O erro mais comum é achar que basta olhar o valor da parcela. Na prática, juros, prazos e regras escondidas podem transformar um alívio temporário em dor de cabeça. É por isso que conhecer bem cada modalidade é tão importante para proteger o seu bolso.

Quando você entende como funciona cada opção, tem mais segurança para decidir e evita cair em armadilhas que poderiam comprometer seu planejamento. Nesse cenário, a informação é a chave para transformar crédito em oportunidade, e não em problema.

Continue a leitura para conhecer quais são os tipos de empréstimo mais comuns, quem pode contratar e como tomar a melhor decisão!

O que é o empréstimo e como funciona?

Um empréstimo ocorre quando uma instituição financeira concede uma quantia para o contratante usar como desejar, com a condição de devolver o valor em parcelas que incluem juros, encargos e taxas. Funciona como um adiantamento de dinheiro, pago posteriormente no prazo previamente definido em contrato.

O processo é simples: você faz a solicitação, a instituição analisa sua renda e histórico de crédito e, se for aprovada, libera o valor. A partir daí, começam os pagamentos conforme o acordo feito.

Existem vários tipos de empréstimo, como o pessoal, o consignado e os que exigem garantias, cada um com características próprias. Essa variedade ajuda a encontrar a alternativa que melhor se encaixa no seu bolso e nos planos financeiros.

Embora todos funcionem com essa base, vale a pena saber quais são os tipos de empréstimo mais comuns. Vamos lá?

Quais são os tipos de empréstimo mais comuns?

Os principais tipos de empréstimo no Brasil incluem: pessoal, com garantia, consignado, por penhor, cartão de crédito, cheque especial, crédito rotativo, antecipação de salário, financiamento e refinanciamento. Para cada uma das alternativas, as instituições financeiras definem valores, prazos, taxas de juros e demais condições no contrato.

A seguir, entenda melhor quais são os tipos de empréstimo mais comuns e como funcionam.

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1. Empréstimo pessoal

O empréstimo pessoal é uma modalidade comum e acessível, na qual a instituição financeira se relaciona diretamente com o cliente interessado. Nesse tipo de empréstimo, a pessoa pede uma quantia conforme as regras e limites estabelecidos. A instituição, após avaliação, decide aprovar ou não o empréstimo do valor solicitado.

Entre as vantagens deste tipo de empréstimo estão a rápida disponibilidade. Geralmente, esse empréstimo é concedido de forma ágil, sem procedimentos demorados e burocráticos, inclusive com a possibilidade de pré-aprovações para clientes com histórico junto à instituição.

A acessibilidade é outra vantagem. O empréstimo pessoal é acessível à maioria das pessoas, desde que suas finanças estejam em ordem.

Contudo, também apresenta desvantagens e a principal é a cobrança de taxas de juros. Comparado a outras modalidades, esse empréstimo tende a ser mais caro por conta da falta de garantias, o que eleva o risco para a instituição.

A ausência de garantias muitas vezes resulta em concessões de valores reduzidos, o que torna o crédito mais limitado. Dessa forma, enquanto é uma boa opção para emergências e dinheiro rápido, pode não ser adequado para compras maiores, como imóveis.

Em resumo, o empréstimo pessoal é prático e acessível, mas vem com o custo de juros elevados.

2. Empréstimo com garantia

O empréstimo com garantia é uma das opções mais vantajosas disponíveis, pois traz condições de pagamento favoráveis. Nesse formato de empréstimo, o cliente coloca um bem de sua propriedade como garantia junto à instituição que realiza o empréstimo.

Esses bens podem incluir imóveis e veículos, itens valiosos como joias e outros produtos de valor considerável. Ao utilizar um bem como garantia, o risco da operação é menor, já que há menos chances de o cliente não pagar o empréstimo.

Graças ao baixo risco desse tipo de empréstimo, geralmente a aprovação acontece em um prazo muito curto. Ainda, o empréstimo com garantia se destaca por apresentar taxas de juros mais baixas, aliadas a prazos de pagamento estendidos.

Vale lembrar que, nessa modalidade, o cliente mantém a posse e a propriedade do bem dado como garantia. Logo, a instituição credora não assume a posse, a menos que o cliente fique inadimplente e não haja uma renegociação da dívida.

Portanto, escolher essa opção entre os tipos de empréstimo pode ser uma boa pedida para quem busca pagar parcelas com valores mais baixos.

3. Empréstimo consignado

No empréstimo consignado, os pagamentos mensais são descontados de forma automática e direta do salário ou benefício do indivíduo. Essa é uma das características que o diferencia do empréstimo pessoal.

Se você solicitar um valor nesse formato, não é preciso se preocupar em fazer os pagamentos mensais por conta própria, já que as parcelas são descontadas automaticamente de sua folha de pagamento.

Outra característica que diferencia o empréstimo consignado do empréstimo pessoal é o nível de risco dessa operação. Embora não haja uma garantia específica, como um imóvel, os riscos envolvidos são menores, já que a instituição financeira não depende de você para receber os pagamentos, graças aos descontos automáticos.

Em geral, essa é uma alternativa acessível somente para pensionistas do INSS, servidores públicos, trabalhadores com carteira assinada e aposentados. Embora esse tipo de empréstimo tenha vantagens, como taxas de juros mais baixas devido à maior segurança para o credor, a restrição de pessoas que podem solicitá-lo limita seu alcance.

Portanto, para aqueles que se encaixam nos critérios, o empréstimo consignado é uma opção que merece ser considerada devido às suas características únicas e à simplificação dos pagamentos.

4. Empréstimo por penhor

O empréstimo por penhor é uma das modalidades mais tradicionais no mercado brasileiro. Nesse método, um bem valioso é entregue como garantia para obter um empréstimo. O solicitante oferece um item de valor, como joias ou relógios, como garantia para a quitação da dívida, que é devolvido ao final do pagamento do contrato.

Nesse empréstimo, é possível ter acesso rápido ao crédito. A instituição financeira avalia o bem e, em seguida, libera o crédito, o que o torna uma opção para situações emergenciais.

Essa opção também pode ser interessante para pessoas com restrições financeiras, já que a garantia diminui a necessidade de passar por uma análise rigorosa de crédito. No entanto, os juros são mais altos, especialmente com prazos de pagamento mais longos.

Ainda, os riscos para quem pede o dinheiro são muito altos. Caso haja inadimplência, o bem penhorado pode ser confiscado pela instituição financeira. Portanto, essa opção deve ser considerada com cuidado.

5. Cartão de crédito

Muitos não sabem que o cartão de crédito é uma forma de empréstimo. Quando você realiza compras no crédito, na verdade, solicita à administradora do cartão um empréstimo para quitar a compra imediatamente. Ao final do mês, você se compromete a pagar o valor emprestado por meio da fatura.

Assim como em outros tipos de empréstimo, o limite de crédito do cartão é determinado com base na confiança de que você pagará o montante dentro do prazo. A instituição avalia essa confiança por meio do seu perfil de crédito ou score.

Embora o cartão de crédito seja extremamente popular pela praticidade, também é uma causa comum de endividamento no Brasil. As taxas de juros também são altas e levam ao endividamento.

Para usá-lo sabiamente, é aconselhável comprometer no máximo 30% de sua renda bruta e evitar juros elevados. Se mesmo assim você se endividar, é aconselhável refinanciar a dívida com empréstimos de juros mais baixos, como empréstimos com garantia, consignados ou pessoais. Seu objetivo deve ser reequilibrar as finanças antes que a situação se torne incontrolável.

6. Cheque especial

O cheque especial é mais uma forma de empréstimo popular no Brasil e é um tipo de empréstimo de fácil acesso. Muitas vezes confundido como um saldo extra para saque, essa opção permite retirar mais do que o saldo em conta no banco, personalizado conforme o perfil de crédito.

No entanto, essa facilidade exige atenção, pois os juros podem chegar a 7,49% ao mês, conforme publicado em O Globo. O uso do cheque especial deve ocorrer em momentos excepcionais e de forma limitada. Para evitar endividamento, é recomendado não usar o cheque especial por mais de 30 dias.

Caso necessário, o refinanciamento com juros mais baixos também é indicado para evitar que a dívida cresça descontroladamente.

7. Crédito rotativo

O crédito rotativo está atrelado a outro dos tipos de empréstimo abordados aqui, já que funciona quando o titular de um cartão de crédito não paga a fatura integralmente. Nessa situação, o valor em falta entra no rotativo, com juros e taxas, e pode ser quitado na próxima fatura.

Uma vantagem é a facilidade de acesso, sem a necessidade de contratos formais. A flexibilidade também é destacada, já que permite a você escolher quanto pagar na fatura do cartão e quanto deixar no crédito rotativo, desde que o mínimo seja pago.

No entanto, o crédito rotativo tem juros elevados: entre agosto de 2024 e agosto de 2025, os juros rotativos chegaram a 451% ao ano, segundo a Agência Brasil. Logo, é recomendável utilizar essa opção somente em situações de extrema necessidade.

Você também deve evitar que a dívida se multiplique caso o pagamento integral não ocorra no mês seguinte, já que isso pode se transformar em uma bola de neve.

8. Antecipação do salário

A antecipação do 13º salário, comum em bancos em que você já é cliente ou recebe seu salário, é uma forma de empréstimo muitas vezes não utilizada.

Nesta modalidade, o banco adianta uma quantia a ser deduzida do 13º salário que será recebido. Essa opção é viável apenas se houver necessidade imediata do dinheiro, já que a situação financeira futura é incerta e pode prejudicar o seu orçamento pessoal nos próximos meses.

9. Financiamento

Mais um tipo de empréstimo que faz parte do dia a dia dos brasileiros é o financiamento. Nessa alternativa, você seleciona um bem a ser adquirido, a instituição financeira paga parte ou a totalidade desse valor e depois você assume pagamentos mensais com juros sobre a quantia.

O financiamento é uma prática amplamente utilizada, com diversas opções disponíveis. Com essa opção, é possível pagar por imóveis, terrenos, veículos e até mesmo a cobertura de estudos superiores.

É importante destacar que, em grande parte dos casos, o bem adquirido é usado como garantia durante o contrato. Assim, o item fica no nome da instituição financeira até que o pagamento seja efetuado.

Entre os benefícios do financiamento estão a variedade de escolhas e a flexibilidade nos prazos de pagamento. Esse último ponto é perceptível ao adquirir imóveis, em que os prazos podem superar 30 anos. Assim, o financiamento é uma opção popular para a realização de sonhos.

As taxas de juros, que são um ponto negativo no financiamento, exigem cuidado. Embora não sejam as mais elevadas do mercado, ainda representam um custo importante.

10. Refinanciamento

Outra opção entre os tipos de empréstimo que existem é o refinanciamento, que significa a troca de uma linha de crédito, como financiamento ou empréstimo, por outra com juros mais baixos.

Essa é uma opção muito atraente quando as taxas de crédito que estão ativas são muito altas. A depender das mudanças no cenário econômico, novos contratos de crédito podem ter juros mais baratos.

Portanto, o refinanciamento é um dos tipos de empréstimo que serve para reduzir custos quando as condições do mercado se modificam.

Com essas opções, você descobriu quais são os tipos de empréstimo mais comuns no Brasil e como cada um funciona. Agora é o momento de descobrir como você pode escolher o seu. Continue a leitura!

O que perguntar na hora de fazer um empréstimo?

Antes de contratar um empréstimo, pergunte sempre o valor total que será pago, já com juros, taxas e encargos. Confira também o prazo de pagamento, as condições em caso de atraso e se há custos extras escondidos. Assim, você evita surpresas e faz uma escolha mais segura.

Ainda que pareça óbvio, saber o que perguntar na hora de fazer um empréstimo é importante para ter clareza. Nunca assuma que todas as informações constam no contrato, já que esse comportamento pode atrapalhar seu planejamento.

Entenda melhor a seguir!

O que perguntar?

Para que serve?

Qual é o Custo Efetivo Total (CET)? Comece por entender o valor total da dívida. Inclua juros, tarifas e encargos para ter certeza de quanto realmente sairá do seu bolso.
Existem taxas extras? Além dos juros, pergunte se há tarifas administrativas ou cobrança de seguros. Essas taxas podem encarecer bastante o contrato sem que você perceba.
Quais são as condições? Confira se existe carência para começar a pagar, se o valor das parcelas pode mudar e quais as consequências em caso de atraso. Esse cuidado evita surpresas desagradáveis no futuro, sabia?
Posso ver uma simulação? Outra dica prática sobre o que perguntar na hora de fazer um empréstimo é solicitar exemplos: “Se eu pegar R$ 5 mil, quanto vou pagar no total?”. Essa prática facilita comparar diferentes instituições e traz uma visão completa do valor.


Ao entender bem o que perguntar na hora de fazer um empréstimo, você consegue escolher com segurança e planejar melhor seu orçamento. Informação clara significa menos riscos e mais tranquilidade no dia a dia.

Quais são os critérios para realizar um empréstimo? Quem pode contratar?

Os critérios para conseguir um empréstimo envolvem análise de crédito, comprovação de renda, histórico financeiro, idade mínima e apresentação de documentos básicos atualizados. Esses pontos ajudam o banco ou instituição financeira a calcular o risco e definir condições como juros, valor liberado e prazo para pagamento.

A seguir, veja em detalhes quais são os critérios para realizar um empréstimo!

Score de crédito

Em todos os tipos de empréstimo, o primeiro passo é observar o score de crédito. Esse número mostra seu histórico de pagamentos e dá à instituição uma ideia de quão confiável você é para assumir a dívida.

Renda comprovada e comprometimento

Outro dos critérios para realizar um empréstimo é a comprovação de renda. Aqui, o banco avalia se as parcelas cabem no seu orçamento, dentro do limite de comprometimento em torno de 30% da renda mensal. Assim, você se protege de dívidas maiores do que consegue pagar.

Documentos básicos

RG, CPF e comprovante de residência atualizado fazem parte da lista de exigências de quem pode contratar um dos tipos de empréstimo, além de ter pelo menos 18 anos. Já aposentados e pensionistas devem apresentar o benefício ativo.

Ao entender bem quais são os critérios para realizar um empréstimo, você consegue se organizar antes da solicitação, evita negativas e ainda pode negociar taxas melhores. Estar preparado é a chave para mais segurança no processo!

Faça escolhas seguras para o seu futuro

Entender quais são os tipos de empréstimo mais comuns ajuda você a escolher a modalidade certa para o seu momento de vida. Cada opção tem seus benefícios e cuidados, e saber diferenciá-las garante mais segurança e tranquilidade nas suas finanças.

Na Tenda, o objetivo é tornar o sonho da casa própria possível. Além de condições acessíveis, oferecemos apoio com informações práticas sobre os tipos de empréstimo e mais. Assim, você organiza seu orçamento e planeja o financiamento sem complicação.

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