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ENTENDA O QUE ESTÁ INCLUSO NO VALOR DO CONDOMÍNIO

Viver em Condomínio

10/09/21

Tabela de Conteúdo

Ao comprar um imóvel em um condomínio, você finalmente conquistou mais segurança e bem-estar para sua família e isso é maravilhoso! Mas é importante saber que morar em condomínio fechado também traz alguns custos extras por mês, sendo o principal deles a taxa condominial. Neste artigo, saiba o que compõe o valor do condomínio e qual a sua importância. 

Esse conteúdo também está disponível na versão podcast. Aproveite a praticidade do áudio que preparamos para você. Para ouvir é só clicar no play!

Tais, assistente virtual da Construtora Tenda | Blog da Tenda | Tenda.com

O que é condomínio?

Condomínio

Hoje em dia, é cada vez mais comum encontrar condomínios pelo Brasil afora. E isso não acontece por acaso. Afinal, esse tipo de empreendimento oferece diversas vantagens.

Na prática, um condomínio de apartamento ou casas é um espaço dividido por vários proprietários que compartilham áreas em comum. Os condomínios, que podem reunir apartamentos, casas ou salas comerciais, abrigam tanto unidades privativas residenciais quanto comerciais.

O comprador escolhe o tamanho de cada unidade em um mesmo condomínio no momento da aquisição do imóvel, tornando-o variável. Isso quer dizer que um condomínio pode ter tanto apartamentos com um ou dois quartos, quanto casas maiores e menores, por exemplo. Já em relação às áreas comuns, todos os condôminos (donos do imóvel) têm os mesmos direitos e deveres.

Tipos de condomínio

Tipos de condomínio

Atualmente, existem vários tipos de condomínio no mercado imobiliário e cada um deles com suas características específicas. Os modelos mais comuns são:

  • Condomínio de apartamentos (vertical);
  • Empreendimentos de casas (horizontal);
  • Condomínio de salas comerciais;
  • Empreendimentos mistos.

Recentemente, surgiram os coworkings, que são espaços com recursos profissionais compartilhados. Um coworking pode ser uma sala comercial, um andar inteiro em um prédio ou até mesmo uma simples mesa de trabalho. De modo geral, os profissionais que alugam coworkings não são, necessariamente, da mesma empresa ou da mesma área de atuação. Por ser um ambiente compartilhado, um coworking também é um tipo de condomínio.

Como é a organização de um condomínio?

Os condomínios são regulamentados pela Lei 4591/64, conhecida como Lei dos Condomínios, e também pela Convenção de Condomínio e pelo Regulamento Interno.

Como tudo que é compartilhado na vida, é essencial existirem critérios para o bom funcionamento de um condomínio. E a seguir você vai conhecer cada um deles.

Assembleia Geral do Condomínio

Assembleia de condomínio

As decisões em um condomínio são tomadas em uma reunião chamada Assembleia Geral. Nessas reuniões são definidas as normas que deverão ser seguidas por todos no condomínio.

Além disso, também são discutidos assuntos como: a aprovação ou não das despesas, valor das contribuições dos condôminos, escolha do síndico e prestações de contas. Nesses encontros, são tratados problemas daquela comunidade, necessidades de obras nas áreas comuns, enfim, tudo é decidido nas assembleias.

Convenção de Condomínio

A convenção condominial é um documento que contém as principais normas de convivência e de administração. Nele estão todas as regras internas sobre como o condomínio deve funcionar e ser gerenciado. Por ser um documento, registra-se no cartório de imóveis e todo morador deve possuir uma cópia dele.

Afinal, é a partir desse guia que o síndico irá exercer a administração do condomínio e os moradores saberão quais são as regras de convivência que deverão seguir.

Regimento Interno

O Regimento Interno de um condomínio tem o objetivo de disciplinar a rotina da comunidade. É nesse documento que constam as regras e a conduta que moradores, empregados, prestadores de serviços e visitantes devem respeitar para garantir a boa convivência no local.

As regras que normalmente constam de um regulamento interno estão relacionadas ao uso das áreas comuns, como a piscina, o salão de festas, a academia e todos os demais espaços compartilhados do condomínio.

Quem são as pessoas que trabalham e vivem em um condomínio?

No dia a dia de um condomínio, diversas pessoas transitam pelo empreendimento, moram nele ou ali trabalham. A seguir, saiba como funciona a divisão das tarefas e as funções de cada pessoa em um condomínio.

Síndico

O síndico é o representante legal do condomínio e sua função é administrar o local. Ele pode ser tanto uma pessoa contratada especializada em administração de condomínio quanto um condômino. Seu trabalho consiste em cumprir a Convenção do Condomínio e o Regimento Interno, estabelecidos pelos artigos 1.331 e 1.358 do novo Código Civil. Na sequência, confira o vídeo do canal da Construtora Tenda sobre dicas para quem foi eleito síndico.

Condômino

Os condôminos são os proprietários de apartamento, casa ou unidade dentro do condomínio, independentemente se utilizam ou não o imóvel.

Ocupantes do condomínio

A princípio, os ocupantes de um condomínio são, literalmente, as pessoas que estão ocupando um imóvel ou uma unidade daquele local. Em outras palavras, são os moradores, os inquilinos e os parentes, enfim, as pessoas que utilizam o condomínio, sendo ou não proprietários do imóvel.

Visitantes do condomínio

Assim como diz a palavra, os visitantes do condomínio são todas as pessoas que transitam no local, mas não têm nenhuma relação direta com o ambiente. Ou seja, são as pessoas que não são nem ocupantes nem condôminos. Incluem-se nesse grupo os familiares de um morador que não moram no local, entregadores, prestadores de serviços e outros.

Empregados do condomínio

Aquelas pessoas que trabalham para o condomínio, para os condôminos ou para os ocupantes do empreendimento são consideradas empregados. Incluem-se nesta categoria o zelador, o jardineiro, empregados domésticos, o porteiro e o segurança do condomínio.

Zelador

O zelador é o profissional contratado pelo condomínio para zelar pelas atividades e pela conservação do local. Em alguns casos, o zelador é representante do síndico em algumas rotinas do condomínio. É com o zelador que você deve falar, por exemplo, se algo estiver quebrado na sua unidade ou nas áreas comuns do empreendimento.

O que é a taxa condominial?

Taxa condominial

A taxa condominial é uma despesa paga mensalmente para que seja possível gerenciar e garantir o bom funcionamento do empreendimento. Por isso, é importante conhecer não só o valor dessa taxa, mas também tudo o que ela inclui. 

Basicamente, a taxa condominial é o valor mensal que todo condômino deve pagar para ter direito de permanecer no empreendimento e usufruir das vantagens que ele oferece. Essa contribuição é usada para pagar os profissionais que trabalham no edifício, como o zelador e o porteiro, e também para que seja feita a manutenção das áreas comuns.

Existem bons apartamentos com preços bem acessíveis. No entanto, muitas vezes a taxa do condomínio é alta, o que leva a pessoa a ficar em dúvida se vale a pena adquirir ou alugar o imóvel. Para tomar a melhor decisão nessa hora, é preciso levar em consideração o que você e sua família desejam e tudo o que um condomínio pode proporcionar.

É importante destacar que o proprietário do imóvel deve arcar com essa taxa mesmo quando não está morando no apartamento. Afinal, as despesas são divididas e, quando uma das partes deixa de pagar, todos saem prejudicados: a gestão do condomínio e os moradores.

Quer evitar surpresas desagradáveis e eventual inadimplência? Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto para se preparar melhor! 

A taxa condominial é obrigatória?

Taxa condominial obrigatória

Sim! Geralmente, todos os proprietários – moradores ou não do imóvel – devem pagar a taxa do condomínio.

Caso fique inadimplente, o condômino pode sofrer as consequências previstas pela Convenção Condominial. Alguns exemplos de advertência pela falta de pagamento do condomínio são: pagar multa e juros por atraso, o devedor ficar negativado e ter seu CPF incluído nos sistemas de proteção ao crédito, ser impedido de votar nas assembleias do condomínio e até mesmo perder o imóvel.

Vale lembrar que as medidas tomadas pela falta de pagamento da taxa condominial variam de acordo com cada condomínio.

O que define o valor do condomínio?

Em resumo, tudo o que o morador paga em um condomínio está relacionado aos custos que a administradora terá para gerenciar o lugar, garantindo que ele continue funcionando adequadamente. Esses gastos são divididos pelo número de unidades que forma o empreendimento. Então, por exemplo, se o condomínio tiver 100 unidades, o valor somado de todas as despesas será dividido por 100.

As pessoas tendem a pensar que os condomínios de alto padrão, principalmente os que oferecem amplas opções de lazer, são os que apresentam taxas mais altas e, às vezes, inacessíveis. De fato, pode funcionar assim, mas não necessariamente. 

Os fatores que mais influem no preço da taxa são o número de funcionários (porteiro, zelador, faxineiro e jardineiro, entre outros), os serviços que são prestados e o número de condôminos entre os quais as despesas serão rateadas. 

Os principais itens que compõem a taxa condominial

Itens taxa condominial

A taxa condominial é obrigatória e deve ser paga pelo condômino, ou seja, o proprietário do imóvel (se a unidade for alugada, o inquilino pode ser o responsável pelo pagamento da taxa, se assim estiver previsto no contrato). Porém, muitos têm dúvida sobre quais são os custos exatos que a taxa condominial cobre. Confira os principais a seguir. 

Contas comuns do condomínio

Por exemplo, ao morar em um prédio ou condomínio fechado de casas, os moradores dividem entre si os custos mensais de energia elétrica e água utilizadas nas áreas comuns.

Se o condomínio oferece Wi-Fi nos espaços comuns tanto para moradores quanto para visitantes, esse custo também é incluso na taxa condominial.

Vale lembrar que o mesmo princípio vale para condomínios comerciais ou mistos (aqueles que têm residências e salas comerciais): os custos fixos são divididos entre os proprietários de todas as unidades.

Pagamento de funcionários do condomínio

O pagamento dos funcionários do condomínio pode representar cerca de 50% dos gastos mensais da taxa condominial.

O custo é alto porque inclui, além do salário dos funcionários, o pagamento de direitos trabalhistas, como décimo terceiro, INSS, FGTS, férias, rescisão e benefícios, além de horas extras e vale-transporte.

Também está incluso nesses valores o ISS (Imposto Sobre Serviço), que são encargos por serviços prestados ao condomínio.

Manutenção e estrutura do condomínio

Manutenção do condomínio

Normalmente, os custos com as manutenções relacionadas ao bom funcionamento das áreas comuns do condomínio estão inclusos na taxa condominial.

Compõem os gastos do condomínio serviços como a manutenção de elevadores, piscinas, jardins, a pintura de áreas comuns, diversos tipos de instalações, além da compra de produtos de limpeza, por exemplo.

Água e gás para os moradores do condomínio

De modo geral, em empreendimentos sem medidores individuais de água, a administração divide o valor total do consumo desse recurso entre os moradores e cobra na taxa condominial.

Da mesma forma com o consumo de gás. Se o condomínio não dispuser de instalação individualizada para cada unidade, o valor total da conta de gás também é rateado entre os moradores.

Gastos administrativos do condomínio

Os gastos ligados aos processos administrativos do condomínio são, por exemplo, pagamento da administradora do condomínio, a taxa condominial do síndico (que pode ficar isento dessa despesa a título de pagamento por seus serviços ao condomínio) e taxas bancárias diversas, entre outros custos.

Fundo de reserva ou gastos com imprevistos do condomínio

Fundo de reserva

O fundo de reserva é como se fosse uma poupança que os condomínios fazem para arcar com os custos de eventuais imprevistos. Funciona como se fosse um fundo de obras e pode ser usado, por exemplo, para o conserto de peças hidráulicas danificadas, reparos estruturais ou em instalações, além de reformas não planejadas.

Todos os gestores concordam que é fundamental que o empreendimento tenha uma economia preventiva, para que uma emergência não venha a comprometer as finanças dos condôminos. Afinal, esse custo fica diluído ao longo do ano, sendo cobrado de cada condômino o equivalente a cerca de 5% a 10% da taxa condominial para formar o fundo de reserva.

Gastos extraordinários do condomínio

As despesas com imprevistos que geram custos que vão além do fundo de reserva são definidas como gastos extraordinários. Esses gastos acontecem quando o condomínio precisa de obras ou equipamentos com valor que ultrapassa o disponível no fundo de reserva. Então, a decisão da execução do serviço ou da compra dos itens é feita em assembleia, com todos os proprietários votando. Se aprovada nessa assembleia, todos os moradores rateiam o valor total da obra.

Por isso, é muito importante participar tanto das assembleias ordinárias (agendadas) quanto das assembleias extraordinárias (de última hora). Assim, o proprietário fica ciente de todos os gastos extras e pode opinar nas decisões, evitando possíveis surpresas.

Como é calculado o valor do condomínio?

valor do condomínio

Quanto mais unidades houver no condomínio, mais baixa será a taxa condominial, já que a soma de todos os gastos que envolvem o condomínio é dividida entre todos os condôminos. Basicamente, existem três pontos essenciais para calcular o valor da taxa de condomínio referente a cada unidade (apartamento, casa ou sala comercial):

  • Despesas ordinárias (custos fixos);
  • Fundo de reserva;
  • Despesas extraordinárias.

Porém, não é só isso que compõe os valores da taxa. Em boa parte dos casos, o valor do condomínio também é proporcional à área do imóvel, ou seja, ao tamanho da unidade.

De modo geral, a chamada fração ideal da taxa condominial é calculada com base no tamanho do imóvel em relação ao tamanho total do condomínio. No entanto, a Convenção do Condomínio deve registrar a definição sobre como fazer esse cálculo.

Sendo assim, os condôminos com apartamentos com maior metragem pagam mais caro que os moradores com unidades menores. O mesmo acontece com quem é proprietário de terrenos mais amplos, que irá pagar uma taxa condominial mais alta do que os residentes em lotes menores.

Quais são os custos mensais fixos do condomínio?

Custos fixos

Para entender o valor do condomínio, os custos mensais fixos são de máxima importância. Por exemplo, um condomínio com portaria 24 horas terá que arcar todo mês com o salário dos porteiros. Somado a isso, está o salário dos funcionários que limpam e vigiam o local (no caso de existirem esses funcionários). 

Esses valores, incluindo encargos trabalhistas como INSS e FGTS, são divididos entre todos os moradores. Também entram no cálculo encargos relacionados à prestação de serviços, como o ISS, do governo municipal. 

De um modo geral, os custos com funcionários representam um percentual que varia entre 55% e 64% das despesas totais do condomínio. 

Também é necessário considerar encargos de banco, o pagamento do síndico, se ele for remunerado por seu trabalho, e/ou da administradora. Em muitos casos, o síndico não recebe remuneração, mas é isento da taxa condominial. 

Ao mesmo tempo, entram na conta quadras de esportes, salão de festas, churrasqueiras e outros espaços que exigem manutenção periódica, o que tende a aumentar as despesas e encarecer a taxa condominial. 

Os serviços de água, gás e luz podem variar, porém é possível estimar uma média de gastos por meio de amostragens. A gestão das câmeras de segurança e dos para-raios também integra essa conta. 

Por fim, também é necessário considerar os custos eventuais e gerais. Os eventuais referem-se aos imprevistos, gastos não programados, como a necessidade de reparar um portão quebrado ou de realizar uma reforma (que envolve despesas com material de construção). Já os custos gerais estão associados ao dinheiro usado em cartório, correio, utensílios, materiais para limpeza e assim por diante. 

O que são as variações na taxa condominial?

Variações na taxa

Na maior parte dos casos, as variações na taxa são decorrentes de custos extras que aumentam o valor do condomínio em determinados meses. Esses custos extraordinários podem ser decorrentes de uma série de fatores. Um exemplo seria a quebra de algum equipamento ou uma reforma inesperada.

Vale ressaltar que esse tipo de gasto extraordinário não acarreta um aumento automático na taxa condominial, então dificilmente os moradores são pegos de surpresa com relação a esse tipo de despesa.

Na maioria das vezes, os custos extraordinários passam por votação na Assembleia Geral. Também podem ocorrer despesas extras difíceis de controlar, como as relativas a multas por fiscalização, aumento de impostos e maior número de inadimplentes no condomínio, entre outras.

É importante lembrar que os condôminos só rateiam as despesas extras se aprovarem por unanimidade em assembleia. Em caso de aprovação, podemos dividir o custo proporcionalmente à fração ideal (de acordo com o tamanho da unidade) ou estabelecer um valor igual para todos. Todavia, a política adotada vai variar de um condomínio para outro.

O que pode aumentar a taxa condominial?

Em geral, existem outros fatores que podem deixar a taxa condominial mais cara para um condômino. Na maioria das vezes, esses fatores estão ligados à infração de regras que constam no Regimento Interno do condomínio. Exemplos de despesas extras que impactariam o condômino individualmente poderiam ser:

  • Multa por atraso no pagamento da tarifa do condomínio;
  • Uso de espaços e atividades cobrados à parte (uso do salão de festas ou área de churrasqueira);
  • Multa por descumprimento de alguma regra, após advertência formal do síndico.

Porém, como nos exemplos acima, tudo depende da postura de cada morador. Tomar os devidos cuidados para não criar gastos extras e assim extrapolar o orçamento familiar é suficiente.

Como funciona o rateio das despesas?  

Rateio das despesas

Em algumas cidades, as dimensões do apartamento também interferem na divisão dos custos. O valor do condomínio de um apartamento com três dormitórios, por exemplo, nunca será o mesmo o de uma quitinete. Assim, cada condomínio define como será feita a cobrança, estabelecendo o que se chama de “fração ideal” para cada unidade, levando em conta suas dimensões e seu formato. 

Alguns condomínios não aplicam o sistema de fração ideal, mas cobram por unidade. Esse sistema é menos “justo” que o da fração ideal, pois todos os moradores pagam a mesma quantia, sem levar em conta o tamanho do apartamento. 

Existem condomínios que têm registros de água e/ou luz individuais para que cada unidade pague exatamente pelo consumo dos seus moradores. Contudo, o investimento inicial para a adoção dessa estratégia é muito alto. 

Portanto, cabe a cada pessoa se informar sobre como funcionam as regras de divisão de despesas, evitando, assim, problemas e dores de cabeça no futuro. 

É possível reduzir o valor da cobrança do condomínio? 

Para diminuir o valor do condomínio, é preciso uma análise personalizada para tomar as melhores decisões. Em muitos casos, terceirizar certos serviços (como limpeza, portaria, zeladoria) pode ajudar a diminuir a taxa condominial, uma vez que a folha de pagamento é o que mais pesa. 

Outra medida é realizar campanhas para racionar o uso de água e energia. Também é possível instalar sensores de presença, que apagam automaticamente as luzes quando o ambiente está desocupado. Recomenda-se, ainda, outra medida: definir regras para o uso da energia elétrica nas áreas comuns.

O que acontece se não pagar o condomínio?

Não pagar

Um problema muito comum nos condomínios é a inadimplência de alguns condôminos. Na maioria das vezes, a falta de pagamento do condomínio de algumas unidades afeta o valor pago por outros moradores.

O que muitas pessoas não sabem são as consequências de atrasar o pagamento da taxa condominial. Caso isso aconteça, o condômino inadimplente pode ser punido pela administração do empreendimento com:

  • Multas e juros por atraso;
  • O CPF negativado e inserido nos sistemas de proteção ao crédito (Serasa e SPC);
  • Privação do direito de votar nas assembleias;
  • Perda do imóvel.

Devido ao novo Código Civil, a cobrança das dívidas em aberto de condomínios atrasados foi facilitada. Por exemplo, se um condômino for condenado pela Justiça e não pagar a dívida atrasada em três dias, ele pode sofrer consequências como perder o imóvel, ter os bens penhorados e a conta bancária bloqueada até saldar o débito com a administração do empreendimento.

Quais são as novas regras sobre a taxa de condomínio? 

Novas regras

A taxa de condomínio sofreu algumas modificações recentemente. Essas alterações tratam de um assunto bastante delicado: a inadimplência dos condôminos. A lei determina que é possível recuperar valores atrasados. 

Em um primeiro momento, o síndico pode enviar a cobrança por correio, devendo fazer uso de uma correspondência AR (Aviso de Recebimento). Essa primeira correspondência funciona como uma advertência para o morador, a fim de que ele regularize sua situação de inadimplência. Antes, era obrigatório notificar pessoalmente o morador. 

Outra mudança diz respeito à ação efetiva de cobrança. Quando a dívida de um condômino passa a ser um título executável, o síndico ou a administradora têm o direito de receber o pagamento o mais rapidamente possível. 

Diante das novas regras, a administração estabelece um prazo máximo de três dias para que o morador com taxas atrasadas quite seu débito ou indique bens para serem leiloados. Caso o morador não aja dessa forma, a Justiça poderá determinar a penhora de bens móveis dele, incluindo o apartamento, como forma de quitar a dívida.

Por isso, é necessário fazer uma pesquisa sobre o valor do condomínio, comparando com o que é cobrado no mercado, bem como implantar estratégias que contribuam para reduzir o preço da taxa mensal. Ao passar a entender mais sobre o assunto, você pode tomar uma decisão consciente quando for comprar um imóvel.

Quais são as vantagens de morar em um condomínio?

Vantagens do condomínio

Hoje em dia, pessoas que procuram um imóvel para morar têm buscado cada vez mais esse tipo de empreendimento que oferece uma série de vantagens. Isso porque um condomínio residencial fechado atende às principais necessidades dos moradores, como segurança e praticidade, além de oferecer mais qualidade de vida.

Quer entender como esses imóveis trazem mais benefícios e bem-estar? Então veja agora algumas das principais vantagens de morar em condomínio!

Segurança durante 24 horas por dia

Com toda a certeza, a segurança é uma das maiores vantagens de morar em um condomínio. Atualmente, esse é um fator decisivo na hora de escolher um imóvel.

A segurança que um condomínio proporciona aos seus moradores resulta da infraestrutura que geralmente oferece, incluindo:

  • Portaria 24 horas;
  • Cercas elétricas;
  • Monitoramento por câmeras de segurança;
  • Sistemas modernos de controle de entrada e saída de pessoas.

Tudo isso minimiza a possibilidade de riscos e traz mais tranquilidade aos condôminos.

Infraestrutura de qualidade

Infraestrutura

Outra vantagem é a infraestrutura completa de lazer que um condomínio oferece aos seus moradores. Uma característica típica desses empreendimentos é uma área onde, a poucos passos da sua casa, você vai poder usufruir de:

  • Salão de jogos;
  • Churrasqueira;
  • Quadras poliesportivas;
  • Equipamentos para exercícios.

Para famílias com crianças, esse é um diferencial mais importante ainda, já que garante um excelente espaço de recreação para os filhos e toda a segurança para os pais.

Qualidade de vida e momentos únicos

Um condomínio costuma ser a opção ideal para quem busca viver com mais qualidade de vida e bem-estar. Afinal, ter espaço para caminhar, se exercitar, tomar sol e socializar no dia a dia faz toda a diferença na nossa saúde!

Todos esses fatores privilegiam a qualidade de vida e ajudam a reduzir o estresse, impactando positivamente tanto a saúde física quanto mental dos moradores. Tudo pensado para que você possa se preocupar menos e curtir ainda mais seu novo lar!

Interação com vizinhos

Na rotina corrida em que vivemos, geralmente mal sobra tempo para socializar e aproveitar o convívio com outras pessoas, não é? Contudo, um condomínio residencial fechado pode trazer essa vivência, tão importante para o nosso bem-estar.

Como nesse tipo de imóvel há mais convívio e proximidade nas áreas de lazer e nos espaços comuns, acaba-se criando um senso de coletividade, laços de amizade entre vizinhos e uma comunicação mais saudável entre os condôminos.

Praticidade e tranquilidade no dia a dia

Por último, morar em condomínio traz a vantagem de tranquilidade em relação a cuidados e manutenção. Isso porque nos empreendimentos há sempre um síndico para cuidar da manutenção das instalações, da limpeza da área de lazer e da administração de modo geral.

Problemas técnicos, como na eletricidade ou no encanamento, ou serviços rotineiros, como faxina das áreas comuns e jardinagem, ficam por conta da administração. Dessa forma, você não tem com o que se preocupar! Bacana, não é?

Como cortar gastos para pagar a taxa do condomínio?

Cortar gastos

Embora seja um gasto a mais, o valor do condomínio não deve ser algo que impeça você de realizar o sonho de morar em um apartamento próprio! E, para lhe ajudar, preparamos dicas práticas capazes de diminuir suas despesas domésticas e liberar o seu orçamento. Confira!

Economize água

Em primeiro lugar, verifique se não há vazamentos. Qualquer torneira pingando representa dinheiro indo pelo ralo. Além disso, procure tomar banhos mais rápidos e desligar as torneiras ao ensaboar a louça ou escovar os dentes. Por mais simples que pareçam, essas ações fazem toda a diferença no final do mês!

Utilize energia elétrica de forma consciente

Aqui, as principais dicas para economizar na energia elétrica são trocar as lâmpadas para modelos mais econômicos, aproveitar mais a luz natural e juntar roupas para lavar de uma vez só. Também procure usar por menos tempo equipamentos com resistência (como chuveiros) e tirar da tomada aparelhos que não estão sendo usados. É possível investir ainda em equipamentos como sensores de luz.

Aprenda a fazer suas compras de supermercado

Antes de ir às compras, sempre faça um levantamento do que você tem em casa e em quais quantidades, para saber o que precisa repor e assim evitar exageros. Outra dica é organizar seus armários e acompanhar o consumo dos itens.

Além disso, considere experimentar produtos de marcas mais em conta e procure comprar frutas da época (que geralmente ficam mais baratas) ou peças inteiras de carne para congelar e consumir ao longo do mês. Esses são mais alguns hábitos e mudanças que têm um impacto real no seu orçamento doméstico.

Avalie suas contas

Será que realmente é preciso ter, por exemplo, o plano de internet mais caro? Geralmente, existem pequenos cortes que você pode fazer em algumas despesas domésticas. Mas não se preocupe! Nada que vá afetar muito a vida da sua família. Por fim, tire um pouco do seu tempo para avaliar todas as suas contas e veja em que áreas você pode economizar, não importando o valor, já que mesmo pequenas economias podem trazer grandes resultados.

Agora que você sabe tudo sobre o valor do condomínio, que tal aproveitar para conhecer nossos apartamentos à venda? Acesse nossa Loja Virtual e utilize também nosso Simulador de Financiamento. Com ele, você verá que o sonho da casa própria está mais próximo do que você imagina! Para mais dicas e conteúdos, conheça também nossa página do Facebook e nosso perfil no Instagram.

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