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Sair do aluguel é o desejo de muitas pessoas pelo país, que querem se livrar da sensação de “jogar dinheiro fora” e não veem a hora de começar a investir em um imóvel próprio — se possível, por meio de condições de financiamento facilitadas.

Para sair do aluguel é preciso se planejar, poupar e ir em busca das melhores condições de financiamento. A boa notícia é que tudo isso pode ser feito rapidamente e, acredite, respeitando o orçamento de cada família.

Se você quer conhecer as vantagens de comprar uma casa própria e deseja saber como dar início à construção do seu patrimônio, não perca mais tempo e aproveite este guia!

Quero sair do aluguel — E agora?

Cedo ou tarde, a maioria das pessoas percebe que é melhor pagar por algo que é seu do que pelo que é dos outros. Afinal, pelo menos as parcelas de um financiamento têm data para acabar e, ao término, o investimento é recompensado com um lar no qual você e sua família podem viver tranquilos e pelo tempo que desejarem!

Uma vez tomada a decisão de sair do aluguel, existem, basicamente, dois caminhos a seguir: permanecer como inquilino até o momento de se mudar ou pedir abrigo na casa dos pais, sogros ou amigos muito próximos.

Nesse último caso, é preciso combinar questões referentes ao rateio das contas da casa, bem como gastos com alimentação e outras necessidades. Assim, vocês conseguirão poupar o dinheiro do aluguel e serão bons hóspedes, daqueles que deixam saudades ao partir!

Mas atenção: ao pedir abrigo na residência de outra pessoa, esforce-se para se mudar o mais breve possível. Trata-se de uma situação temporária, afinal.

Para escolher um apartamento ideal para as necessidades e desejos da sua família e, ao mesmo tempo, cujo valor caiba no orçamento doméstico, é preciso observar uma série de fatores:

Localização facilitada 

Tendo em vista as dificuldades para se deslocar no trânsito das grandes cidades, quanto mais perto seu local de trabalho ficar do imóvel, melhor. Dependendo da proximidade, é possível se locomover a pé ou usando a boa e velha bicicleta.

No entanto, se a empresa em que você trabalha fica distante, busque um imóvel próximo a linhas de transporte público (como ônibus, trem e metrô). O importante é que, no dia a dia, os deslocamentos se tornem menos estressantes e mais econômicos.

Metragem e planta do imóvel 

Hoje em dia, os imóveis estão cada vez menores, mas nem por isso menos vantajosos. Tudo é uma questão de aproveitamento do espaço, uso de móveis multiuso e emprego de uma decoração funcional.

Para se acostumar com a ideia, quando estiver em casa olhe ao redor e reflita: tudo o que sua família tem — móveis, objetos de decoração, eletrodomésticos e itens de uso pessoal (como roupas, calçados, bolsas e acessórios) — realmente apresenta utilidade no dia a dia?

Ou será que boa parte dos pertences passa a maior parte do tempo atravancando as passagens, juntando pó, desligada ou guardada?

Seja por preguiça ou desleixo — sentimentos compreensíveis quando se vive em um lugar que não é seu e não se tem vontade de investir em soluções de organização, como móveis planejados — é preciso praticar o desapego antes de mudar.

Use uma dose extra de bom senso e faça um inventário com os bens que cada membro da família não abre mão de levar para o novo lar. Lembre-se de deixar espaço para as coisas novas entrarem, por isso não exagere nas bagagens.

Esse exercício de planejamento, pautado por um esforço de organização, o fará ver que o próximo imóvel poderá ser, inclusive, menor do que o atual, mas sem comprometer o conforto da família.

O mais importante é que a planta tenha ambientes integrados, que aumentam a sensação de amplitude nos cômodos, e boas condições de insolação e ventilação, essenciais para a qualidade de vida dos moradores.

Essas características também têm relação direta com a futura economia no orçamento doméstico, pois quanto maior a iluminação e a ventilação naturais, menor a necessidade de ligar lâmpadas e ar-condicionado, barateando as contas de luz.

Condições do entorno

Para quem pretende se mudar para uma área nova, vale a pena pesquisar um pouco sobre o histórico do bairro. Isso quer dizer conversar com moradores mais antigos ou mesmo com donos de comércios tradicionais existentes no entorno.

Previsão de valorização

Mesmo que você não tenha o intuito de vender seu imóvel no futuro, é importante procurar por um empreendimento com potencial de valorização. Assim, caso seja necessário se mudar, você conseguirá levantar um bom capital.

Nesse quesito, os apartamentos saem na frente das demais opções de moradia. Para se instalarem em uma determinada região, as construtoras exigem uma série de melhorias na infraestrutura urbana.

Além disso, esses empreendimentos atraem comércios e serviços, transformando a região em uma área com centros comerciais, padarias, restaurantes, escolas, universidades, farmácias, hospitais e muito mais.

A existência de tantas facilidades nas proximidades valoriza o metro quadrado, aumentando o valor do imóvel com o passar dos anos.

Ao mesmo tempo, o fato de os prédios terem as fachadas e áreas de uso comum sempre bem conservadas ajuda a valorizar os imóveis — evitando o problema da depreciação ao longo do tempo, comum em casas e sobrados.

Quais são os benefícios de comprar um apartamento?

Não à toa, ao compararem as vantagens de morar em uma casa e em um apartamento, a maioria das pessoas prefere a segunda opção.

Ainda que as casas façam parte da memória afetiva, guardando boas lembranças das brincadeiras nas ruas e das idas a pé à casa de parentes, por exemplo, o mundo mudou e, hoje em dia, as coisas são bem diferentes.

A nostálgica liberdade deu lugar aos muros altos, cercas elétricas e grades nas janelas. Para brincar, as crianças têm que ser levadas por adultos umas às casas das outras ou ir a parques e praças, sempre acompanhadas de um responsável.

Além disso, o estilo de vida das famílias também mudou. Atualmente, os adultos passam a maior parte do tempo fora de casa, muitas vezes conciliando trabalho e estudos. O lar se tornou um local quase que, exclusivamente, dedicado ao repouso.

Por fim, com a correria diária, é mais do que compreensível que as pessoas não queiram passar os momentos livres se dedicando à manutenção do imóvel, que é mais trabalhosa, demorada e custosa em casas do que em apartamentos.

Tendo esse cenário em mente, confira os principais benefícios de comprar um apartamento:

Portaria com controle de acesso

Independentemente da localização, os apartamentos são, reconhecidamente, mais seguros do que as casas. A existência de uma portaria, por si só, garante o controle de todos que acessam o condomínio.

Ao mesmo tempo, na maioria dos prédios existe algum dispositivo de segurança, como câmeras de monitoramento, sistemas de alarme ou cercas elétricas.

Hoje em dia, esses recursos já estão bem mais baratos. Além disso, ainda que sejam financeiramente inviáveis em uma casa, graças ao rateio entre vizinhos, cabem perfeitamente no orçamento do condomínio.

Estruturas de lazer mais completas

Enquanto na maioria das casas o lazer se resume a noitadas assistindo filmes na tevê; de vez em quando, bater uma bolinha com os filhos no quintal; e, de tempos em tempos, fazer alguns churrascos; nos apartamentos as opções de diversão são bem mais variadas.

Muitos condomínios oferecem uma infraestrutura de lazer completa para seus moradores. Por exemplo:

  • playgrounds: podem ser aproveitados pelas crianças para brincar depois da escola e gastar a energia acumulada antes de ir para a cama ou durante os finais de semana — e, o melhor, sem os pais terem que se preocupar em fazer sua limpeza e manutenção preventiva;
  • quadras: servem para disputar partidas de futebol, vôlei, basquete e outros esportes de grupo. Essa é outra vantagem de viver em condomínios: nunca faltam pessoas para completar os times;
  • espaços fitness: permitem praticar atividades físicas sem sair de casa e sem gastar dinheiro com uma academia convencional. Sem contar que também é possível correr ou caminhar dentro do próprio condomínio;
  • áreas verdes: é comum haver espaços arborizados — alguns, com direito a pomar e horta — em que os moradores podem relaxar ao ar livre. Para quem tem animais de estimação e/ou filhos, tais áreas cumprem o mesmo papel que a pracinha do bairro, permitindo-os ter contato com a natureza no dia a dia;
  • salões de festa: são perfeitos para realizar os aniversários dos filhos sem ter que apertar os convidados dentro de casa nem gastar com o aluguel de bufês infantis;
  • churrasqueiras e espaços gourmet: são ideais para confraternizar com os amigos sem incomodar os vizinhos com o barulho, pois a reunião acontece fora do apartamento, em espaços de uso comum.

Estruturas de lazer mais completas

Enquanto na maioria das casas o lazer se resume a noitadas assistindo filmes na tevê; de vez em quando, bater uma bolinha com os filhos no quintal; e, de tempos em tempos, fazer alguns churrascos; nos apartamentos as opções de diversão são bem mais variadas.

Muitos condomínios oferecem uma infraestrutura de lazer completa para seus moradores. Por exemplo:

  • playgrounds: podem ser aproveitados pelas crianças para brincar depois da escola e gastar a energia acumulada antes de ir para a cama ou durante os finais de semana — e, o melhor, sem os pais terem que se preocupar em fazer sua limpeza e manutenção preventiva;
  • quadras: servem para disputar partidas de futebol, vôlei, basquete e outros esportes de grupo. Essa é outra vantagem de viver em condomínios: nunca faltam pessoas para completar os times;
  • espaços fitness: permitem praticar atividades físicas sem sair de casa e sem gastar dinheiro com uma academia convencional. Sem contar que também é possível correr ou caminhar dentro do próprio condomínio;
  • áreas verdes: é comum haver espaços arborizados — alguns, com direito a pomar e horta — em que os moradores podem relaxar ao ar livre. Para quem tem animais de estimação e/ou filhos, tais áreas cumprem o mesmo papel que a pracinha do bairro, permitindo-os ter contato com a natureza no dia a dia;
  • salões de festa: são perfeitos para realizar os aniversários dos filhos sem ter que apertar os convidados dentro de casa nem gastar com o aluguel de bufês infantis;
  • churrasqueiras e espaços gourmet: são ideais para confraternizar com os amigos sem incomodar os vizinhos com o barulho, pois a reunião acontece fora do apartamento, em espaços de uso comum.

Mais qualidade de vida

Além dos benefícios proporcionados pelas estruturas de lazer, quem mora em apartamento tem mais tempo para aproveitar a vida, pois não precisa passar as horas de folga cuidando da limpeza e da manutenção das áreas externas do imóvel.

Primeiramente, a bagunça é feita nas áreas de uso coletivo, não dentro de casa. Em segundo lugar, as medidas enxutas dos cômodos facilitam na hora da faxina, que pode ser feita rapidamente. Outro fator que tem relação direta com a qualidade de vida é o silêncio que permite aos moradores terem boas noites de sono.

Em apartamentos, a Lei do Silêncio é levada a sério e o seu descumprimento, em caso de reincidência, pode gerar multas.

Menos gastos e melhor custo-benefício

Acredite: mesmo com o pagamento da taxa do condomínio, os gastos de uma família que vive em um apartamento, quando comparados aos daquelas que moram em uma casa, cujos hábitos e estilos de vida se assemelham, são menores. Basta colocar as despesas no papel.
Em um condomínio, além de não ter trabalho com a manutenção das áreas externas, os gastos para mantê-las em dia são rateados entre todos os moradores.
Além disso, com mais opções de lazer (como playground e áreas verdes), as despesas com viagens de fim de semana, idas a shoppings e passeios diversos também tendem a diminuir.

É possível sair do aluguel ganhando pouco?

Certamente. O financiamento é a melhor alternativa para quem deseja sair do aluguel, mas não consegue comprar um imóvel à vista.

Fora isso, o mercado imobiliário tem opções para todos os perfis de clientes, com condições de financiamento facilitadas e parcelas decrescentes, que podem ser divididas em mais de 30 anos.

Para agilizar a aprovação do financiamento é preciso ter uma conta-corrente aberta no banco em que vai fazer a solicitação. Para participar do programa Minha Casa Minha Vida, por exemplo, é necessário ser correntista da Caixa Econômica Federal.

Além disso, reúna os comprovantes de renda da família — extrato do FGTS, holerites, Declaração do Imposto de Renda do último ano e os extratos de movimentação bancária dos últimos seis meses.

Em relação à documentação para comprar um imóvel, também é preciso apresentar o RG e o CPF, as certidões de estado civil, as de nascimentos dos dependentes e as de trabalho, além de um comprovante de residência.

Saiba que é possível ter crédito antes de escolher o imóvel, enquanto você ainda está à procura do seu futuro lar. Nesse caso, o banco concede uma “carta de crédito”.

Para sair do aluguel mesmo ganhando pouco, é preciso estimar um financiamento que caiba no seu orçamento, considerando que também terá que arcar, simultaneamente, com as contas fixas, como água, luz, telefone, alimentação, condomínio, entre outras.

Qual é a melhor maneira de sair do aluguel?

O modo mais eficaz de sair do aluguel e adquirir seu imóvel próprio rapidamente é combinando diversas estratégias de planejamento financeiro. São elas:

Criei o hábito de poupar

Faça uma planilha com todas as despesas e receitas da família. Assim, fica mais fácil ver onde é possível economizar e o que pode ser, definitivamente, cortado. Também é imprescindível se livrar das dívidas, principalmente as feitas no perigoso cartão de crédito.

Feito isso, subtraia as despesas (apenas as que não podem ser cortadas) da renda total e, a partir daí, poupe o que sobrar.

Também vale a pena correr atrás de uma nova fonte de renda. Muitas pessoas complementam os rendimentos trabalhando nas horas vagas com atividades que lhes dão prazer, como artesanato, culinária, cuidando de bichinhos de estimação e muito mais!

Afinal, por mais que as condições do financiamento sejam excelentes, lembre-se de que quanto antes se livrar das parcelas, melhor, pois os juros aumentam anualmente. Assim, o ideal é poupar para dar uma entrada maior e negociar um desconto sobre o valor do imóvel. Dessa forma, as parcelas se tornarão mais baixas e, o financiamento, menos comprido.

Use o seu FGTS

Geralmente, os bancos exigem um mínimo de 20% do valor total do imóvel como entrada para a obtenção do financiamento, mas o ideal é conseguir adiantar a maior porcentagem possível.
Para quem trabalha há, pelo menos, três anos sob o regime CLT e tem recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), é possível resgatar o saldo para ajudar a aumentar a entrada, reduzindo o valor das prestações e o tempo do financiamento.
De maneira geral, pode usar o FGTS na compra de imóvel quem não tem nenhum financiamento ativo do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e não tem residência própria.

Conheça as faixas do Minha Casa, Minha Vida

O programa de financiamento Minha Casa Minha Vida (MCMV), oferecido pelo Governo Federal, tem excelentes condições para quem está em busca do primeiro imóvel próprio.

Podem participar famílias com rendas de até R$ 7 mil. O programa é dividido em quatro faixas, com o intuito de atender a diferentes perfis. São elas:

  • Faixa 1: para famílias com rendas de até R$ 1.800. São financiamentos de até 10 anos, com prestações mensais que vão de R$ 80,00 a R$ 270,00. A garantia para obtenção do crédito é o próprio imóvel;
  • Faixa 1,5: para famílias com rendas de até R$ 2.600. São financiamentos com até 30 anos para pagar, com direito a subsídios que vão até R$ 47,5 mil;
  • Faixa 2: para famílias com rendas de até R$ 4 mil. São financiamentos com até 30 anos para pagar e subsídios de até R$ 29 mil;
  • Faixa 3: para famílias com rendas de até R$ 7 mil. São financiamentos que oferecem taxas de juros menores do que as praticadas pelos bancos.

Como fazer o cálculo para conquistar a casa própria?

Recomenda-se que o valor destinado ao pagamento das parcelas do financiamento seja de, no máximo, 30% da renda líquida familiar.

Na hora de procurar seu futuro lar, prefira os imóveis que estão na fase de pré-lançamento (que têm preços inferiores aos em andamento ou finalizados) ou unidades que estejam no mercado há bastante tempo (com vendedores suscetíveis a negociar).

Com um valor de imóvel em mente, é possível fazer uma simulação para estimar o valor das parcelas do financiamento, basta fornecer todas as informações solicitadas.

Usar um simulador de imóveis é muito simples e permite que você analise diversas possibilidades de financiamento antes de se decidir pela mais vantajosa.

Como gastar menos no financiamento?

A melhor maneira de gastar menos no financiamento do imóvel é acelerar seu pagamento e, consequentemente, pagar menos juros.

Por isso, analise o orçamento doméstico e veja se consegue adicionar mais uma parcela anual, semestral ou, até mesmo, mensal. Ao mesmo tempo, evite juros extras, programando o financiamento para cair em débito automático. Assim, você não corre o risco de esquecer de quitar nenhuma parcela até o vencimento.

O que saber antes de contratar um financiamento?

Na prática, o que é necessário saber antes de contratar um financiamento é que trata-se de um valor emprestado por um banco para que você consiga comprar seu imóvel. Os juros são o custo desse empréstimo e a amortização é o valor pago pelo comprador, abatido no total do financiamento.

Assim, as prestações são compostas pelo valor da amortização e pelos juros, além da taxa de administração bancária e dos seguros MIP (indenização por Morte ou Invalidez Permanente) e DFI (indenização por Danos Físicos ao Imóvel).

Pagar as parcelas com antecedência é a melhor maneira de pagar menos juros e encargos, deixando o prazo de financiamento mais curto.

Posso pedir ajuda para sair do aluguel?

Não só pode, como deve! Grandes construtoras contam com equipes de atendimento que ajudam a avaliar a situação financeira da sua família, analisam toda a papelada e oferecem condições de entrada diferenciadas e parcelas menores do que às do aluguel.

Os apartamentos da Construtora Tenda, por exemplo, podem ter descontos generosos pelo programa Minha Casa Minha Vida. Trata-se de uma oportunidade única para mudar de vida!

Viu como a questão principal para sair do aluguel não é o quanto você ganha, mas de que maneira usa os seus rendimentos, como escolhe o empreendimento e onde busca o financiamento?

Para morar o quanto antes em um local que é só seu, entre em contato conosco. Teremos prazer em ajudá-lo a realizar o sonho de conquistar sua casa própria!

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