Comprar imóvel sem entrada: como funciona? Dá para financiar?




De acordo com uma pesquisa da Brain Inteligência Estratégica para a ABRAINC, 83% dos brasileiros que fazem financiamento utilizam o bem para fins de moradia.
Ter um lar próprio é prioridade para muitas famílias, porém, poucos conhecem as opções disponíveis para quem tem baixo orçamento.
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Se você faz parte desse grupo, não se preocupe! Neste artigo, descubra como comprar uma casa sem dinheiro de entrada, quais projetos do governo podem ajudar e se essa modalidade vale a pena.
Vamos lá?
É possível financiar um imóvel sem entrada?


Sim, é possível financiar um imóvel sem entrada, especialmente por meio de programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida (MCMV). No entanto, é importante lembrar que essa condição depende de alguns critérios, como a renda familiar, o valor do imóvel e os benefícios disponíveis para o seu perfil.
Além disso, nem todas propriedades ou bancos oferecem essa possibilidade. Portanto, é fundamental buscar empresas que atuam com foco nesse público.
Quem pode se beneficiar desse tipo de condição?
Para quem busca condições acessíveis, existe financiamento sem entrada principalmente nos seguintes casos:
- famílias com renda mensal dentro do programa MCMV.
- mulheres chefes de família;
- famílias com dependentes (como filhos menores);
- pessoas que ainda não possuem imóvel próprio;
- trabalhadores com saldo de FGTS.
Como comprar imóvel sem entrada?
Há algumas formas de comprar imóvel sem entrada, como:
- programa Minha Casa, Minha Vida;
- subsídios do governo;
- uso do FGTS;
- consórcio;
- negociação com construtoras.
Então, entenda como funciona cada método!
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Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV)


O Minha Casa, Minha Vida é um dos programas habitacionais do governo mais conhecidos, dedicado a pessoas de baixa renda. Em 2024, o projeto bateu o recorde de 698 mil financiamentos, segundo a CNN.
Assim, para quem deseja comprar um imóvel sem entrada, o MCMV pode ser um grande aliado. Por exemplo, quem se enquadra na faixa 1 de renda pode reduzir o valor inicial para até 5% do total da moradia.
Além disso, o financiamento recebe ajuste conforme a realidade financeira do comprador, o que torna as taxas de juros reduzidas e as parcelas mais acessíveis e compatíveis com o orçamento.
Na faixa 1, as condições para participar:
- o imóvel não pode ultrapassar o valor de R$ 170 mil reais;
- o titular de contrato não pode ter casa própria ou financiamento vigente;
- a renda mensal não deve ser acima de R$ 2.850,00 para áreas urbanas e acima de R$ 40.000,00 anuais para habitações rurais;
- quem aderiu a outro programa habitacional nos últimos 10 anos fica de fora.
Saiba mais: Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida: quais são os benefícios?
Subsídios do governo
Em alguns casos, o estado ou município pode conceder subsídios, ou seja, valores que não exigem devolução. Desse modo, esse recurso funciona como um desconto no custo do imóvel, que reduz a entrada ou até a elimina.
A quantia varia de acordo com a faixa de renda familiar, a localização do bem e o número de dependentes.
Por exemplo, uma família de baixa renda com dois filhos pequenos pode conseguir subsídio pelo programa Casa Paulista, para adquirir um apartamento. Com esse dinheiro, é possível ajudar a cobrir a entrada.
Uso do FGTS


Outra alternativa para quem deseja comprar um imóvel sem entrada é o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), disponível para trabalhadores com carteira assinada.
Esse valor pode servir para:
- pagar parte ou toda a entrada;
- abater o valor do financiamento;
- diminuir o valor das parcelas.
Esse recurso é válido tanto para o Minha Casa, Minha Vida, quanto para alguns financiamentos tradicionais.
Consórcio
O consórcio é uma alternativa para quem quer comprar um imóvel sem entrada e sem juros. Funciona como uma poupança em grupo: todos contribuem mensalmente e, a cada mês, um participante recebe uma carta de crédito por sorteio para a aquisição.
Apesar de não haver taxas como no financiamento, há reajustes periódicos nas parcelas, que usam o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) como base.
É ideal para quem pode esperar para comprar, já que não há garantia de tempo para a contemplação.
Negociação com construtoras
Por fim, algumas construtoras aceitam negociar mesmo quando o comprador não tem o valor de entrada disponível, como a Construtora Tenda.
Essas empresas oferecem condições especiais para o público de baixa renda, com alternativas como distribuir o custo inicial ao longo da construção da unidade habitacional.
Além disso, ajudam a encontrar moradias compatíveis com a renda familiar, o que torna o processo mais simples, rápido e seguro.
Comprar um apartamento sem entrada: como funciona?


O processo para comprar um apartamento sem entrada segue as seguintes etapas:
- Simulação do financiamento
- Envio dos documentos necessários
- Aguardar a análise de crédito
- Receber aprovação do financiamento
- Assinatura do contrato
A seguir, entenda cada passo!
1. Simulação do financiamento
A primeira etapa para financiar um apartamento sem entrada é fazer uma projeção do valor. Assim, com base em um cálculo, você descobre se tem direito ao MCMV, se há subsídios disponíveis e quais as parcelas aproximadas.
Faça uma simulação gratuita no site da Tenda e receba o resultado em poucos passos.
2. Envio dos documentos necessários
É necessário enviar documentos pessoais e comprovantes de renda para análise. Por exemplo:
- documento com foto (como o RG);
- CPF;
- certidão de nascimento;
- contracheques dos últimos 3 meses (para assalariados);
- recibos, faturas ou extratos (para autônomos),
- conta de água, luz ou telefone.
Se deseja usar o FGTS na aquisição, você deve apresentar a carteira de trabalho, o extrato atualizado do fundo e a declaração do empregador, em alguns casos.
3. Aguardar a análise de crédito


Nesse momento, a instituição financeira ou o banco parceiro da construtora avalia se o financiamento sem entrada é viável para o seu perfil.
4. Aprovação do financiamento
Após a análise, ocorre a aprovação do crédito e a definição dos valores para a compra do imóvel sem entrada.
Se você tiver FGTS disponível e se enquadrar nas regras de subsídio, pode usá-los diretamente para cobrir o custo inicial.
5. Assinatura do contrato
Por fim, com tudo aprovado, é hora de assinar o contrato de financiamento com o banco e formalizar a compra. A partir daí, o imóvel já está no seu nome!
Agora que você sabe como financiar um imóvel sem entrada, será que essa estratégia vale a pena? Descubra a seguir!
Leia também: Tipos de apartamentos: como escolher o ideal?
Vale a pena comprar imóvel sem entrada?
Sim! Comprar um imóvel sem entrada é uma oportunidade real para quem quer sair do aluguel sem precisar desembolsar uma grande quantia logo no começo.
Desse modo, com programas como o Minha Casa, Minha Vida, é possível conquistar o primeiro apartamento com segurança, condições acessíveis e em conformidade com a lei.
Se você quer realizar o sonho da casa própria, a Tenda pode te ajudar! Oferecemos imóveis econômicos, enquadrados no MCMV, sob um rigoroso controle da qualidade e com facilidade no pagamento.
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