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O que está incluso no valor do condomínio? Leia e entenda!




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Adquirir uma propriedade, além de trazer mais segurança e bem-estar para a família, também significa ter alguns custos extras por mês. O principal deles é a taxa condominial. Saiba o que compõe o valor do condomínio!

Para quem deseja morar em um condomínio, é importante saber o que terá que pagar além do próprio apartamento. Afinal, a taxa condominial é uma despesa recorrente. Por isso, é importante saber não só o montante, mas também tudo o que está incluso no valor.

É comum encontrar bons apartamentos com preços bem acessíveis. No entanto, pode acontecer de a taxa do condomínio ser muita alta, o que leva a pessoa a ficar em dúvida sobre a viabilidade ou não de adquirir o imóvel.

Que tal evitar surpresas desagradáveis e eventual inadimplência? Saiba mais sobre o assunto: leia o restante do texto e se prepare melhor!

Os critérios que definem o valor do condomínio

Tudo o que o morador paga em um condomínio está relacionado aos custos que a administradora terá para gerenciar o lugar, garantindo que ele continue funcionando. Esses gastos são divididos pela quantidade de unidades que formam o empreendimento.

As pessoas tendem a pensar que os condomínios de alto padrão, principalmente os que oferecem uma diversidade ampla de entretenimento, são os que apresentam taxas mais altas e, às vezes, inacessível para certas pessoas. De fato, pode funcionar assim, mas a regra é outra.

Os fatores que mais influem no preço da taxa são o número de funcionários (porteiro, zelador, faxineiro, jardineiro, entre outros), os serviços que são prestados e o número de condôminos, entre os quais as despesas serão rateadas.

Os custos mensais fixos

Para entender o valor do condomínio, os custos mensais fixos são de máxima importância, pois são recorrentes, correspondendo aos serviços permanentes. Por exemplo, um condomínio com portaria 24 horas terá que arcar com o salário dos porteiros que, geralmente, são de três a cinco.

Somado ao salário dos porteiros, está o salário dos funcionários que limpam e vigiam o local (no caso de existirem esses funcionários).

Esses valores são rateados entre todos os moradores, incluindo os encargos trabalhistas, como INSS e FGTS. Existem encargos relacionados à prestação de serviços, como o ISS, do governo municipal.

Os custos com funcionários representam geralmente um percentual que varia entre 55% a 64% das despesas totais do condomínio.

Também é necessário considerar encargos de banco, o pagamento do síndico, caso ele seja remunerado por seu trabalho, e/ou da administradora. Em muitos casos, o síndico não recebe remuneração, mas é isento da taxa.

Elevadores, piscinas, jardins, academias, quadras de esportes, salão de festas, churrasqueiras e outras coisas exigem manutenção periódica, o que tende a aumentar as despesas e encarecer a taxa condominial.

Os serviços de água, gás e luz podem variar, porém por meio de amostragens é possível fazer uma média de gastos. A gestão das câmeras de segurança e dos para-raios também integram essa conta.

Também é necessário considerar os custos eventuais e gerais. Os eventuais referem-se aos imprevistos, gastos não programados, como a necessidade de reparar um portão quebrado ou de realizar uma reforma (que envolve despesas com material de construção). Já os custos gerais estão associados ao dinheiro aplicado em cartório, correio, utensílios, materiais para limpeza e assim por diante.

O rateio das despesas

Em algumas cidades, as dimensões do apartamento também influem na divisão dos custos. Um apartamento que tenha três dormitórios não paga o mesmo preço que uma quitinete. Cada condomínio define como será feita a cobrança, estabelecendo o que se chama de “fração ideal” para cada unidade, levando em conta suas dimensões e seu formato.

Alguns condomínios não aplicam o sistema de fração ideal, mas cobram por unidade. Esse sistema é menos “justo” que o da fração ideal, pois todos os moradores pagam a mesma quantia, sem levar em conta o tamanho do apartamento.

Existem condomínios que têm registros de água e/ou luz individuais para que cada unidade pague exatamente pelo consumo dos seus moradores. Contudo, o investimento inicial para essa estratégia é muito alto.

Cabe à pessoa interessada se informar sobre como funcionam as regras de divisão de despesas, evitando, assim, enfrentar problemas posteriormente.

A redução de gastos

Para diminuir o valor do condomínio, é preciso uma análise personalizada para tomar as melhores decisões. Em muitos casos, terceirizar certos serviços (como limpeza, portaria, zeladoria) pode ajudar a diminuir a taxa condominial. Isso porque a folha de pagamento é o que mais pesa na hora de calcular esse custo.

Outra medida é realizar campanhas para racionar o uso de água e energia. Também é possível instalar sensores de presença, que apagam automaticamente as luzes quando o ambiente está desocupado. Definir regras para usar a energia elétrica nas áreas comuns é outra medida recomendada.

As novas regras sobre a taxa de condomínio

A taxa de condomínio sofreu algumas modificações recentemente. Essas alterações tocam em um assunto bastante delicado: a inadimplência dos condôminos. A lei afirma que é possível recuperar valores atrasados.

Em um primeiro momento, o síndico pode enviar a cobrança por meio dos Correios, devendo fazer uso de uma correspondência AR (Aviso de Recebimento). Na verdade, essa primeira correspondência é uma advertência para o morador a fim de que ele regularize sua situação dentro do condomínio. Antes, era obrigatório notificar pessoalmente o morador.

Outra mudança diz respeito à ação efetiva de cobrança. A dívida de um condômino passou a ser um título executável, o que dá ao síndico ou à administradora o direito de receber o pagamento o mais rapidamente possível.

Diante das novas regras, o morador com taxas atrasadas tem o prazo máximo de três dias para quitar seu débito ou indicar bens para serem leiloados. Caso ele não aja dessa forma, a Justiça poderá determinar a penhora de bens móveis do morador e até do apartamento, como forma de pagar o que está devendo. 

Enfim, é necessário fazer uma pesquisa sobre o valor do condomínio, comparando com o que é cobrado no mercado, bem como implantar estratégias que podem contribuir para reduzir o preço da taxa mensal.

Agora que você já sabe o que está incluso no valor a pagar pelo condomínio, aproveite para entender mais detalhes sobre a taxa condominial!

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