RENDA FAMILIAR: COMO JUNTAR OS SALÁRIOS PARA COMPRAR UM APARTAMENTO?

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A renda familiar é essencial no processo de financiamento imobiliário. Isso porque, é através do valor da renda de uma família que o banco libera ou não os recursos para financiar um imóvel.

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Porém, muitos ainda têm dúvida do que é e como juntar os salários para comprar um imóvel. Se este é o seu caso, este conteúdo é perfeito para você tirar todas as suas dúvidas do que é renda familiar e como comprovar renda no financiamento imobiliário da casa própria. Vamos nessa?!

Como juntar a renda familiar para comprar um apartamento?

Como juntar renda familiar para comprar imóvel | Foto de uma família com filhos adultos | Guia da Tenda | Blog da Tenda

A princípio, muitas pessoas se perguntam: como juntar a renda familiar para comprar um imóvel? Para responder essa pergunta é preciso entender o que é renda e como funciona um financiamento imobiliário.

Para esclarecer, a renda é a soma de todos ganhos que uma pessoa recebe pelo seu trabalho. Além disso, alugueis, bônus, lucros, entre outros ganhos também são considerados como renda.

Em resumo, para juntar a renda familiar para comprar um apartamento é preciso levantar o valor dos salário de todos que trabalham na sua casa. Depois, escolher um financiamento que tenha a modalidade da composição de renda, como o Casa Verde e Amarela.

Por fim, é preciso comprovar a renda de todos e apresentar os documentos que o banco solicitar na hora de fazer o financiamento imobiliário. A seguir, saiba mais detalhes do que é a renda familiar e como ela pode te ajudar na compra da sua casa própria.

O que é renda familiar?

O que é renda familiar | Foto de um homem preocupado com as dívidas | Guia da Tenda | Blog da Tenda

Para começar, seja para contratar um financiamento ou pedir um empréstimo, muitas pessoas têm a mesma dúvida: o que é renda familiar? Para explicar melhor, a renda familiar é a soma dos salários brutos de todas as pessoas que moram numa mesma residência.

Por exemplo, digamos que numa casa moram quatro pessoas e todas elas ganham um salário de R$ 2.000. Logo, a renda familiar dessa família será de R$ 8 mil.

Além disso, saber qual é o valor da renda familiar é uma informação fundamental para quem quer financiar um imóvel ou participar de algum programa do governo, como o Casa Verde e Amarela.

Isso porque, a renda familiar é um dos requisitos mais importantes do Casa Verde e Amarela. Dessa forma, a renda serve para definir quais são os grupos de renda que o participante se encaixa e quais benefícios ele irá receber para conquistar a casa própria.

Por fim, os bancos avaliam a renda familiar para ver se a família é capaz de arcar com as parcelas do financiamento e se essa dívida não vai comprometer mais do que 30% da renda da família. Na sequência, saiba mais detalhes sobre a renda familiar.

Qual a diferença entre renda familiar e renda per capita?

Como você já percebeu, a renda familiar é a soma dos salários de todos os moradores de uma residência. Porém, a renda per capita é o valor da divisão da renda familiar pelo número de pessoas da família.

Por exemplo, digamos que na sua família tenha quatro pessoas e todas trabalham, ganhando um salário de R$ 2 mil. Então, a renda familiar, que é a soma dos salários, é de R$ 8 mil. Já a renda per capita, que é a divisão da renda da família pelo número de moradores, é R$ 2 mil.

Pensão alimentícia é renda familiar?

Hoje em dia, existem algumas famílias que pelo menos um integrante recebe pensão alimentícia, seja em favor de filhos, ou de ex-cônjuge ou ex-companheiro. Nesse sentido, essa situação gera muitas dúvidas se a pensão alimentícia faz parte da renda familiar.

Logo, de acordo com o Decreto nº6.214/2.007, o dinheiro da pensão alimentícia faz parte da renda familiar e incluído também no cálculo da renda per capita.

O que forma uma renda familiar?

O que pode ser considerado renda | Foto de uma moça feliz pesquisando na internet | Guia da Tenda | Blog da Tenda

Em especial, a renda familiar é a soma de todos os ganhos de uma família. Então, para entender melhor o que deve ser somado na renda da família, você deve considerar os seguintes ganhos:

  • Salários;
  • Proventos (remuneração de servidor público);
  • Pró-labore (salário de donos de empresa);
  • Pensões;
  • Benefícios da previdência pública ou privada;
  • Comissões;
  • Bônus;
  • Ganhos de trabalho não assalariado;
  • Rendimentos vindos de atividades autônomas;
  • Ganhos de renda extra;
  • Alugueis;
  • Etc.

Com isso, quando você for calcular sua renda familiar, leve em consideração todos esses pontos. Em seguida, saiba como calcular sua renda familiar.

Como é calculada a renda familiar?

Como calcular a renda familiar | Foto de uma pessoal calculando as contas na calculadora | Guia da Tenda | Blog da Tenda

De início, para te ajudar na hora de calcular a renda familiar, vamos voltar ao primeiro exemplo desse artigo.

Por exemplo, vamos imaginar que numa casa moram quatro pessoas e todas elas ganham um salário de R$ 2.000. Portanto, a renda familiar dessa família é a soma de todos os salários, que será R$ 2 mil + R$ 2 mil + R$ 2 mil + R$ 2 mil. Dessa forma, o resultado da renda total dessa família é de R$ 8 mil.

Agora, se o cálculo for da renda per capita com o exemplo acima, o que muda é a divisão do valor total da renda familiar pelo número de pessoas que fazem parte da família. Ou seja, seria R$ 8 mil dividido por 4 pessoas, que dará um valor de renda per capita de R$ 2 mil.

A seguir, confira mais detalhes sobre a renda familiar de quem mora sozinho.

Qual é a renda familiar de quem mora sozinho?

Para as pessoas que vivem só, não é preciso fazer todos os cálculos mencionados anteriormente. Isso porque, segundo o Ministério da Cidadania, o indivíduo que mora sozinho tem uma renda que corresponde a de toda a família.

Em outras palavras, o cálculo e a comprovação de renda para a pessoa que mora sozinha será considerado apenas o salário bruto dela. E, caso ela tenha outros ganhos, como remuneração de renda extra, etc., também será considerado parte da renda familiar dessa pessoa que mora só.

Como comprovar a renda familiar?

De modo geral, para comprovar a renda familiar é preciso saber qual é a forma de trabalho de cada integrante da família.

Por exemplo, digamos que na sua família você trabalha com carteira assinada, seu pai é autônomo, sua mãe é aposentada e seu irmão é estagiário. Para cada tipo de forma de trabalho, existe um documento que comprova a renda. Na sequência, saiba como comprovar a renda familiar para um financiamento imobiliário.

Quais documentos são válidos para comprovar renda familiar?

Quais são os comprovantes de renda para fazer um financiamento de imóveis | Foto de uma mulher e um homem analisando papeis na mesa de casa | Guia da Tenda | Blog da Tenda

Confira agora, os principais documentos para comprovar a renda familiar em um financiamento imobiliário:

Para trabalhadores com carteira assinada (CLT)

De início, quem trabalha com carteira assinada, com registro na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), normalmente, devem ser apresentados os seguintes documentos para comprovar renda:

  • Holerites dos últimos três meses;
  • Carteira de Trabalho – neste caso, é preciso apresentar as cópias das páginas que tem os dados do trabalhador e do registro no atual emprego.

Para trabalhadores autônomos e profissionais liberais

A princípio, para as pessoas que trabalham por conta, sejam MEI’s, autônomos e profissionais liberais, que não tem um vínculo empregatício com nenhuma empresa, os documentos abaixo servem para comprovar renda:

  • Extratos bancários de pessoa física e pessoa jurídica dos últimos três meses;
  • Decore (Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos)– é um documento feito por um contador que comprova todos os ganhos que o autônomo recebeu durante o mês;
  • RPA (Recibo de Pagamento de Autônomo) – é um recibo feito pela pessoa ou empresa que contratou os serviços do trabalhador autônomo. Além do mais, é uma obrigação do contratante emitir esse documento;
  • Declaração de Imposto de Renda – é um documento que comprova a situação financeira da pessoa no ano anterior.

Para quem é empresário ou empreendedor

De modo geral, quem é empresário ou um empreendedor, confira os principais documentos aceitos para comprovar renda:

  • Pró-labore – documento feito com a ajuda de um contador, que emitirá uma declaração com base no valor do salário do dono da empresa. Essa declaração funciona como um comprovante de renda para o sócio, semelhante ao holerite recebido pelos colaboradores;
  • Relação de faturamento do último ano assinada pelo contador da sua empresa;
  • Declaração de Firma Individual ou Contrato Social;
  • Extratos bancários de pessoa física e jurídica dos últimos três meses;
  • Cartão do CNPJ;
  • Cartão de QSA (Quadro Societário).

Para aposentados e pensionistas

Já, para quem é aposentado ou recebe algum tipo de pensão pelo INSS, confira os documentos abaixo que comprovam sua renda:

  • Para os pensionistas, apresentar os recibos de pensão dos últimos três meses;
  • Extratos bancários de pessoa física dos últimos três meses;
  • Extrato trimestral do INSS (Instituto Nacional do Seguro).

Para funcionário público

Normalmente, quem é funcionário público, assim como os trabalhadores com carteira assinada, deve apresentar os holerites dos últimos três meses para comprovar renda familiar.

Para estagiários

Em conclusão, para comprovar renda de quem é estagiário, basta apresentar os seguintes documentos:

  • Comprovante do pagamento da bolsa estágio dos últimos três meses;
  • Extratos bancários de pessoa física dos últimos três meses;
  • Comprovante do registro do contrato de estágio ou prazo de concessão de bolsa.

Por fim, para saber mais detalhes de como comprovar renda no financiamento Casa Verde e Amarela, assista ao vídeo abaixo.

Como aumentar a minha renda para financiar um apartamento?

Se você percebeu que sua renda não é o suficiente para dar entrada em um financiamento imobiliário, tenha calma! Na sequência, preparamos algumas dicas para te ajudar a aumentar sua renda para financiar um imóvel. Confira!

Complete sua renda familiar com a composição de renda no financiamento imobiliário

Em primeiro lugar, para fazer um financiamento imobiliário, o banco levem em conta a renda familiar de quem está pedindo o crédito habitacional. Ou seja, é contabilizada a renda de todos os integrante da família do solicitante.

Nesse sentido, a composição de renda é feita para que as parcelas do financiamento caibam no orçamento. Mas cuidado, é importante que todas as pessoas que entrarem na composição de renda junto com você precisam ser comprometidas com o pagamento das prestações. Além disso, todos serão considerados proprietários do imóvel quando ele for quitado.

Por isso, escolha bem quem são as pessoas que vão te ajudar nessa conquista. Quer saber mais detalhes de como funciona a composição de renda? Assista ao vídeo a seguir.

Como fazer a composição de renda no financiamento imobiliário?

De início, para fazer a composição de renda para o financiamento imobiliário é preciso procurar o banco que tenha linhas de crédito habitacional com essa opção.

Este é o caso dos financiamentos imobiliários feitos pela Caixa Econômica Federal e pelo Casa Verde e Amarela, que aceitam a composição de renda com familiares e até amigos.

Além do mais, o banco vai fazer a análise de crédito individual de todos os compradores. Isso porque, nenhum deles pode ter restrições cadastrais, como “nome sujo”, nos órgãos de proteção ao crédito.

Após a análise de crédito, se todos forem aprovados, a regra é que as parcelas do financiamento não ultrapasse 30% da renda mensal somada de todos que vão compor renda no financiamento.

Por fim, tome cuidado com a idade dos seus parceiros da composição de renda. Isso porque, se algum deles for mais velho, pode limitar o prazo de pagamento do financiamento.

Ou seja, a idade máxima para financiar um imóvel é de 80 anos e 6 meses. Isso quer dizer que, esse limite de idade se refere ao tempo de vida da pessoa no final do financiamento. Em outras palavras, se atualmente, a pessoa tem 60 anos, ela só poderá fazer um financiamento de até 20 anos de duração e alguns meses.

Aumente o valor de entrada do financiamento

Em geral, além de contar com a composição de renda, antes de financiar um imóvel, você pode poupar e juntar uma boa quantia para dar um valor de entrada maior.

Assim, você vai conseguir reduzir o valor que precisa financiar junto ao banco, além de poder diminuir o valor das parcelas e juros.

Normalmente, os bancos financiam até 80% do valor total do imóvel. Então, se você conseguir guardar dinheiro, você pode financiar menos que 80% do apartamento ou casa que deseja.

Além disso, você pode usar o saldo do FGTS para compor o valor de entrada do financiamento, reduzindo ainda mais a quantia a ser financiada.

Procure financiamentos com taxas de juros menores

Outro ponto importante é, você precisa comparar as linhas de crédito habitacional oferecidas pelos bancos, instituições financeiras e construtoras.

Para isso, faça simulações de financiamento para você ter uma noção clara dos valores que precisará ter em mãos para financiar seu tão sonhado apartamento.

Aqui, na Construtora Tenda temos o Simulador de Financiamento Tenda. Com ele, você vai saber o valor do apartamento que cabe no seu bolso. Além disso, você vai descobrir uma estimativa dos valores das parcelas do financiamento imobiliário, se você tem direito e qual valor de subsídio, benefício do programa Casa Verde e Amarela, que pode conseguir.

Se você quer saber qual apartamento Tenda cabe no seu orçamento, faça uma simulação grátis ou assista ao vídeo a seguir.

Qual é a renda mínima para financiar um imóvel?

De modo geral, não existe uma renda mínima para financiar um imóvel. Isso porque, o valor da renda familiar ideal para financiar um imóvel depende do custo da propriedade, mais a quantidade das parcelas calculadas, em resumo, o tempo total do financiamento.

Porém, no caso do financiamento Casa Verde e Amarela, a vantagem é ter uma renda menor. Isso quer dizer que, quanto menor for sua renda familiar, mais benefícios do programa você pode conseguir. Além disso, o Casa Verde e Amarela atende pessoas com renda entre R$ 2.400 até R$ 8 mil.

Mas, para os financiamentos SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), os valores das parcelas não podem ultrapassar mais do que 30% da renda mensal bruta do solicitante.

Como funciona um financiamento imobiliário?

Como funciona o financiamento imobiliário | Foto de uma pessoa segurando a chave de uma casa | Guia da Tenda | Blog da Tenda

Para concluir, um financiamento imobiliário funciona da seguinte forma: o banco paga parte do imóvel que você quer comprar, e em troca, o banco recebe esse valor emprestado de volta parcelado com acréscimo de juros.

Por isso, que os bancos exigem uma renda mínima comprovada por documentos. Assim, a instituição financeira tem a segurança de que o comprador vai pagar a dívida.

Dessa forma, é nesta etapa que entra a análise de crédito. Logo, esse procedimento é feito pelos bancos para verificar se os ganhos mensais, da pessoa que está solicitando o financiamento, são suficientes para pagar as prestações.

Neste momento, o banco avalia seu CPF, se você está como “nome sujo”, se você tem um bom histórico de pagamento de contas (análise feita através da consulta do score de crédito).

5 passos do financiamento imobiliário

Então, se tudo estiver certo e o banco entender que você tem boas chances de arcar com a dívida imobiliária, você vai prosseguir com os seguintes passos:

  • Avaliação do imóvel: é quando uma empresa de engenharia ou um agente bancário vai até ao imóvel e verifica se ele está em boas condições para servir como garantia ao banco. Além disso, será emitido um laudo com o valor estimado para aquele apartamento ou casa.
  • Análise jurídica: o banco vai analisar uma longa lista de documentação (e alguns formulários) para entender se há alguma pendência no seu nome, nos dados do vendedor e, principalmente, na matrícula do imóvel.
  • Assinatura do contrato de financiamento: todas as partes, comprador, vendedor do imóvel e o banco, se reúnem para finalmente assinar o contrato de financiamento.
  • Registro do contrato no cartório: depois de assinado o contrato por todos, o documento precisa ser registrado no Cartório de Registro de Imóveis.
  • Liberação dos recursos do financiamento: depois de feito e comprovado o registro do contrato em cartório, o banco libera os recursos do financiamento para o vendedor do imóvel e o comprador começa a pagar as parcelas.

Viu só como a renda familiar é muito importante para financiar o apartamento dos seus sonhos. Mas, se você ainda não escolheu sua casa nova, saiba que aqui na Construtora Tenda é possível.

Conheça os apartamentos à venda da Tenda e aproveite os benefícios do programa Casa Verde e Amarela para conquistar a sua casa própria. Entre em contato com nosso time de atendimento!

Sobre a Tenda

Tenda é uma das maiores construtoras do Brasil e uma das empresas que integram a Bolsa de Valores de São Paulo. Listada no Novo Mercado da B3, a companhia tem o mais alto nível de governança corporativa do país.

Com mais de 50 anos de experiência no mercado imobiliário, a gente sabe que comprar um apartamento muitas vezes parece ser algo impossível para muitos brasileiros. Por isso, a nossa missão é colocar a conquista da casa própria ao seu alcance.

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Nós já realizamos o sonho de mais de 120 mil famílias, provando que ter um imóvel próprio é possível. Para ajudar cada vez mais brasileiros, estamos presentes em capitais e regiões metropolitanas de nove estados do país. Existem apartamentos à venda em São Paulo, Bahia, Ceará, Pernambuco, apartamentos à venda no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás e Minas Gerais.

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