7 principais custos de um apartamento

Guia da Tenda

Os principais custos de um apartamento são relacionados às contas do mês, como luz, internet e condomínio, e aos “perigosos” gastos extras decorrentes de imprevistos — os quais são capazes de estremecer o orçamento de famílias despreparadas.

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Um dos requisitos fundamentais para levar uma vida tranquila e não ter dor de cabeça com dívidas é gerenciar o orçamento familiar. Para isso, é preciso conhecer os gastos de cada membro (com transporte, saúde, alimentação, estudos, lazer etc.) e também do lar. O problema é que muitas pessoas, principalmente aquelas que acabaram de se mudar para o primeiro imóvel, pensam que esse gasto se limita ao valor do condomínio. Dessa forma, acabam sendo pegas de surpresa com a quantidade de contas a pagar logo no primeiro mês.

Para evitar esse tipo de situação, levantamos os 7 principais custos de um apartamento. Leia com atenção e, se for o caso, repense as finanças da família para que nada saia do controle.

Considerações que devem ser feitas antes de se mudar

Por maior que seja a vontade de morar em um cantinho só seu e da sua família — principalmente, se vocês estiverem morando com parentes —, essa decisão tão importante precisa ser estudada. Afinal, o valor da compra ou do aluguel não podem ser os únicos custos levados em conta na hora de se mudar para um apartamento.

Antes disso, é preciso organizar os gastos atuais, levantar os futuros e avaliar se cabem no orçamento familiar. Se couberem, ótimo! Se não, é preciso traçar estratégias para complementar a renda e/ou cortar despesas supérfluas.

7 principais custos de morar em um apartamento

Conhecer os principais custos de morar em um apartamento é uma obrigação. Desconhecê-los, por outro lado, é uma falta grave. Por isso, atente aos 7 itens a seguir e assuma a responsabilidade pelo futuro da sua família.

1. Taxa de condomínio

Homem fazendo contas em um papel com uma calculadora ao lado | Custos de um apartamento | Guia da Tenda | Blog da Tenda

Nem todos sabem o que está incluso no valor do condomínio. Basicamente, os gastos remetem:

  • às folhas de pagamentos dos funcionários (responsáveis pela portaria, pela zeladoria, pela limpeza etc.);
  • às despesas ordinárias (contas de água, gás, luz, telefone, entre outras);
  • aos materiais usados na manutenção das áreas de uso comum (como salão de festas, playground, quadra, espaço fitness etc.).

Para quem precisa economizar, vale a pena saber que a taxa condominial é rateada entre todas as unidades habitacionais. Por isso, quanto mais apartamentos existirem no empreendimento, mais barato será o seu valor.

2. Conta de água

Assim como a taxa de condomínio, a conta de água também é rateada entre os moradores (à exceção de alguns empreendimentos com medição individual). Por isso, ainda que a sua família economize, o valor final dependerá da conscientização de todos.

Como se trata de um gasto mensal, é importante haver incentivo sério à economia de água no condomínio. Um bom síndico, geralmente, promove ações educativas com esse intuito.

3. Conta de luz

Ao contrário da conta de água, a conta de luz é, necessariamente, individualizada. Ou seja, cada apartamento paga o valor correspondente ao seu próprio consumo.

Porém, o gasto com a energia elétrica das áreas comuns (para ligar lâmpadas, elevadores, circuitos de monitoramento, equipamentos da portaria etc.) é rateado. Ele vem embutido na taxa de condomínio, mas devidamente discriminado.

Nos últimos tempos, devido à taxa extra cobrada em virtude das estiagens, a conta de luz vem sofrendo aumentos constantes. Por conta disso, mesmo economizando, o gasto com energia elétrica é um custo mensal elevado, que precisa ser previsto no orçamento doméstico para não desestabilizá-lo.

4. Conta de gás

O gasto com gás encanado (GLP) também costuma ser rateado entre os moradores e embutido no valor da taxa de condomínio. Em média, trata-se de um valor bem acessível.

Mas, além de abastecer os fogões, esse tipo de gás pode ser usado para aquecer a água do chuveiro, da torneira da cozinha etc. Para isso, o prédio precisa ter um sistema de aquecimento a gás.

Os aquecedores a gás ajudam a reduzir o valor da conta de luz, impactando, positivamente, nas finanças da família. Porém, como nem todo empreendimento conta com esse diferencial, é preciso se informar.

5. Conta de Internet/TV a cabo/serviços de streaming

A cobrança de provedores de Internet, canais de TV a cabo e serviços de streaming variados (Netflix, por exemplo), entre outros gastos ligados à vida moderna, é sempre individualizada. Assim, o seu valor varia conforme o serviço contratado.

Em alguns empreendimentos, há sinal de Wi-Fi nas áreas comuns. Isso pode ajudar a baratear os custos dos pacotes contratados em casa. Mas, novamente, é preciso se informar com a empresa responsável.

6. IPTU

O Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) é cobrado todo começo de ano. Se quitado à vista, a Prefeitura responsável pelo recolhimento costuma conceder um desconto. Caso o imposto seja parcelado, deve ser incluído na lista de despesas mensais.

Como o valor do IPTU varia de cidade para cidade, é importante verificá-lo antes de fechar negócio. Em regiões metropolitanas, por exemplo, geralmente custa mais baixo do que nas capitais.

7. Despesas com manutenção

As despesas com manutenção variam bastante entre imóveis novos e usados. Se for novo, há o gasto com possíveis reformas pós-obra (para a colocação dos pisos, bancadas, gesso, pintura, armários, luminárias etc.).

Em seguida, é preciso deixar a casa segura para crianças, instalando redes de proteção nas janelas, por exemplo. Isso sem contar os gastos com a decoração (móveis, eletrodomésticos e demais objetos).

Já se o apartamento for usado, a reforma fica a critério de cada um. Ainda assim, são raros os casos de quem se mude sem fazer nenhuma alteração no imóvel.

De qualquer maneira, o ideal é ter uma reserva de emergência para lidar com imprevistos. Afinal, podem ser necessários reparos simples, como a troca de uma lâmpada queimada, ou complexos, como reformas elétricas e hidráulicas — comuns em imóveis mais antigos.

Importância de cuidar da saúde financeira da família

Casal fazendo contas em um papel com a ajuda da calculadora do celular | Custos de um apartamento| Guia da Tenda | Blog da Tenda

O planejamento financeiro é a melhor forma de evitar o endividamento, bem como os conflitos gerados por problemas relacionados ao dinheiro. Ao mesmo tempo, ele possibilita a construção do patrimônio familiar e a realização de sonhos.

Mas para o planejamento funcionar, é preciso que todos os membros se comprometam a segui-lo. Para estimular a família a consumir com consciência e economizar, sugira objetivos em comum. Poupar para viajar nas férias, por exemplo, costuma ser um incentivo infalível!

Conhecendo os principais custos de um apartamento, é possível avaliar, com segurança, se você está preparado para adquirir o seu novo lar. Caso esteja, procure uma construtora com tradição no mercado, pesquise a opinião de outros clientes e tire todas as suas dúvidas com os corretores. Tomando esses cuidados, a felicidade e a tranquilidade da sua família estão garantidas!

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