FINANÇAS PARA AUTÔNOMOS: 5 DICAS PARA SE ORGANIZAR

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Se você trabalha por conta própria, além de ter uma rotina bem planejada, também é importante organizar o seu dinheiro. Para te ajudar a estruturar os seus ganhos e gastos, separamos dicas sobre finanças para autônomos muito fáceis de colocar em prática. Confira!

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A importância da organização das finanças para autônomos

Em resumo, alguns autônomos não possuem uma renda fixa todo mês, por isso, é essencial ter um planejamento financeiro para não passar aperto e dificuldades. Além disso, essa organização permite realizar metas e sonhos de médio e longo prazo, que exigem economia. 

Na prática, a principal diferença entre os assalariados e os autônomos são os ganhos variáveis. Por isso, mais do que os outros profissionais, quem trabalha por conta própria precisa poupar um pouco todo mês.

Não existe idade certa para se organizar, mas quanto mais cedo, melhor. Por exemplo, os jovens que ainda moram com os pais, devem aproveitar a vantagem de não terem compromissos fixos com contas para economizar. Por outro lado, quem já saiu de casa também pode — e deve — se planejar para fazer uma reserva.

Esse controle financeiro é essencial tanto para os gastos de rotina, quanto para realizar sonhos como viajar ou conquistar a casa própria

5 dicas sobre finanças para autônomos

Tudo começa com organização e planejamento, tanto pessoal quanto profissional. Confira 5 dicas para ter uma vida financeira saudável e conseguir realizar seus sonhos com tranquilidade:

1. Separe as finanças pessoais e profissionais

Foto de uma mulher organizando pedidos em caixas | Finanças para autônomos | Blog da Tenda

Em primeiro lugar, tente separar os gastos pessoais dos profissionais. Uma dica é abrir duas contas bancárias, sendo uma pessoal, e outra para o seu CNPJ. Essa separação além de ajudar na sua organização, é ótima para comprovar renda ao solicitar uma análise de crédito ou financiar o seu futuro apartamento.

Também é importante fazer uma planilha com o orçamento pessoal e outra com o da empresa, para controlar a entrada e saída de tudo. Além de ajudar a diminuir os custos fixos mensais, visualizando itens que podem ser reduzidos ou substituídos por opções mais baratas, as planilhas também ajudam a cortar gastos supérfluos.

Com toda a certeza, para administrar uma empresa você precisa manter o fluxo de caixa organizado. Só assim é possível ter capital de giro para cobrir as despesas essenciais, honrar os compromissos e manter o negócio funcionando.

2. Evite o cartão de crédito ou use com moderação

cartão de crédito tem as maiores taxas de juros do mercado, por isso, deve ser usado com cautela, principalmente para coisas pessoais. Entretanto, o uso do cartão da conta jurídica pode ter um lado positivo, desde que exista uma estratégia e a conclusão de que realmente é a melhor forma de pagamento.

Para definir um limite de gastos saudável, calcule a sua média de “salário”. Para descobrir uma estimativa do valor, some todos os seus ganhos do último ano e divida pelo número de meses. O importante é não gastar mais do que 50% com as contas.

3. Crie reservas para emergências

Parte do ganho mensal deve ser poupado ou, melhor ainda, aplicado em algum Fundo de Investimento para render.

É preciso ter uma reserva para emergências pessoais, decorrentes de imprevistos, e outra para emergências profissionais, para momentos em que se necessita de respaldo financeiro.

O indicado é juntar, pelo menos, a quantia suficiente para cobrir as contas pessoais por seis meses. Para as contas da empresa, vale o mesmo. Ou seja, quem está começando um negócio não deve retirar nenhum lucro antes de obter esse caixa.

4. Invista o dinheiro que juntar

Antigamente era mais comum guardar valores em casa, mas algumas pessoas que trabalham por conta própria e recebem em dinheiro vivo ainda têm esse costume.

O problema é que, além do risco de assalto, dinheiro parado perde o poder de compra por causa da inflação. E não pense que deixá-lo na conta Poupança resolve o problema!

É imprescindível que essa quantia seja aplicada em um Fundo de Investimento para que os juros compostos, ou seja, aplicados sobre o valor atualizado, rendam a seu favor, aumentando o poder de compra do seu dinheiro ao longo do tempo.

5. Programe-se para ter uma boa aposentadoria

Foto de uma mulher trabalhando de home office com um cachorro no colo | Finanças para autônomos | Blog da Tenda

Acredite: nunca é cedo demais para pensar na aposentadoria. Enquanto os assalariados têm uma porcentagem da renda automaticamente recolhida pelo FGTS, os autônomos têm que se planejar. Afinal, depois de uma vida de muito trabalho, todos querem desfrutar de uma aposentadoria com mais qualidade e, se possível, mantendo o mesmo padrão de vida.

Existem diversas maneiras de poupar para essa fase, como recolher as contribuições para o INSS, pagar uma Previdência Privada ou investir em Fundos de Investimentos com vencimentos longos. O importante é se comprometer com os recolhimentos mensais, encarando-os como um custo fixo no orçamento.

Com uma boa gestão financeira é possível fazer novos investimentos e lucrar cada vez mais. Dessa forma, o crescimento se torna sustentável e o retorno mais rápido, permitindo investir em projetos pessoais em médio e longo prazo.

Para quem encara os desafios de frente e passa a maior parte do tempo se dedicando ao seu negócio, conquistar a casa própria é uma recompensa mais do que merecida. Afinal, com planejamento, o controle das finanças para autônomos deixa de ser uma dificuldade, tornando-se uma oportunidade de mudar de vida!

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