COMO JUNTAR DINHEIRO PARA COMPRAR UM IMÓVEL?

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Se você tem o sonho de conquistar a casa própria, o primeiro passo é organizar a sua vida financeira. Para te ajudar no planejamento, separamos dicas muito fáceis de seguir para você aprender a juntar dinheiro para comprar um imóvel.

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Com toda a certeza, o planejamento financeiro é uma das etapas mais importantes para quem deseja sair do aluguel, pois é a maneira mais eficiente de conquistar uma casa ou apartamento próprio dentro do limite do seu orçamento.

Essa economia vai te ajudar a juntar uma quantia para usar como valor de entrada, arcar com despesas que podem surgir ao longo do financiamento e também com a decoração do imóvel. Continue a leitura e confira todas as dicas.

Qual é a importância de fazer um planejamento financeiro?

Ao mesmo tempo que evita imprevistos e gastos desnecessários no dia a dia, o planejamento financeiro é o primeiro passo para você conseguir realizar sonhos e metas em médio e longo prazo. Por exemplo, fazer uma viagem, investir em estudos e comprar um imóvel.

Em primeiro lugar, organize as suas despesas fixas e domésticas. Faça uma planilha e coloque a sua renda familiar e os gastos mensais como aluguel, condomínio, água, luz, gás, alimentação, telefone e internet. Adicione também outros custos como compras em lojas, objetos pessoais e mais. Assim, você consegue saber em que, exatamente, o seu dinheiro é gasto.

Feito isso, quem tem pendências com cartões de crédito deve priorizar o pagamento ou, ao menos, renegociar as dívidas, em busca de taxas menores. Essa dica é essencial para quem deseja comprar um imóvel, pois estar negativado, com o nome sujo, pode atrapalhar a aprovação do financiamento.

Após organizar a sua vida financeira, controlar as dívidas e os gastos extras, é hora de pensar em estratégias para juntar dinheiro para comprar um imóvel.

Como conseguir juntar dinheiro para comprar um imóvel?Foto de uma mulher com um cofrinho de porquinho | Como juntar dinheiro para comprar um imóvel | Blog da Tenda

Em resumo, são pequenas atitudes no dia a dia que ajudam a juntar dinheiro todo mês, mesmo que seja pouco. Confira algumas dicas para economizar e também conseguir outra fonte de renda e ficar mais perto de realizar o sonho da casa própria e sair do aluguel.

Aprenda a economizar

A primeira atitude é aprender a economizar o seu dinheiro. Para isso, é preciso reduzir, ao máximo, os gastos com itens não essenciais, ou seja, tudo aquilo que você consegue viver sem.

Para definir o que não é prioridade, analise todos os seus gastos colocados na planilha do planejamento financeiro. Avalie se o salão de beleza, a roupa, o delivery, entre outros “mimos” são mesmo necessários toda semana. Veja o que pode ser reduzido ou cortado para sobrar mais dinheiro no fim do mês. A gente sabe que abrir mão de algumas coisas é difícil, mas foque no seu objetivo maior, que é sair do aluguel e ter o seu próprio apartamento.

Até os gastos no supermercado entram nessa conta. Antes de ir às compras, é preciso ver o que você ainda tem em casa e planejar a melhor maneira de consumir os alimentos disponíveis, aproveitando-os sem desperdícios.

O mesmo vale para o transporte: se não for possível se deslocar a pé ou de bicicleta, que são alternativas mais econômicas, use o transporte público ou compartilhe caronas (rachando o combustível e o estacionamento) para ir e voltar do trabalho. Além de ajudar a economizar, você ainda age de forma mais sustentável e colabora com o meio ambiente!

E não para por aí, também é possível diminuir o valor de contas como água, luz e telefone. Uma dica é trocar lâmpadas antigas por modelos de LED, instalar redutores de vazão nas torneiras, entre outras boas práticas.

Use o seu FGTS para dar entrada no imóvel

Você sabia que o seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser usado para comprar um imóvel? Esse recurso, que é direito do trabalhador, fica depositado em uma conta na Caixa Econômica Federal em seu nome. Se você quiser usar esse valor para dar entrada em um apartamento, por exemplo, basta cumprir alguns requisitos:

  • ter pelo menos três anos de carteira de trabalho assinada, não sendo necessário ser um período contínuo;
  • não ter nenhum financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH);
  • não ser proprietário de imóvel residencial na mesma cidade em que pretende comprar;
  • morar ou, pelo menos, trabalhar no município em que você deseja adquirir o imóvel utilizando o seu FGTS.

Além dessas informações, é interessante procurar a Caixa Econômica Federal da sua cidade para analisar de perto seu caso e estudar a viabilidade do uso do seu FGTS para a compra do apartamento. Essa é uma proposta interessante, pois, quanto maior a entrada, mais baratos são os juros do restante no financiamento.

Faça uma renda extra

Se estiver difícil guardar dinheiro com a sua renda atual, é uma boa ideia procurar outros meios para fazer um dinheiro extra no mês. Assim, além de praticar as dicas de economia, você ainda vai ter mais uma fonte de ganhos para conseguir juntar dinheiro para comprar um imóvel.

Hoje, existem diversas formas de ter uma renda extra, que podem, inclusive, se aproveitar da sua paixão por alguma atividade. Algumas pessoas adoram cozinhar e começam a vender lanches ou doces no trabalho, para os vizinhos ou pela internet, por exemplo. Há, também, quem transforma um hobby em atividade rentável na área do artesanato ou com fotografia. Veja mais algumas sugestões:

  • divulgação de eventos;
  • aulas particulares para crianças ou adolescentes que precisem de reforço escolar;
  • recepção de festas, como casamentos;
  • revisão ou normatização de trabalhos acadêmicos que sigam a ABNT;
  • responder a pesquisas de opinião on-line;
  • vender ou revender produtos de beleza, vestuário etc;
  • representar marcas de cosméticos;
  • escrever sobre assuntos da sua área como freelancer de conteúdo para web;
  • alugar um quarto da sua casa atual para estudantes;
  • telemarketing;
  • desapego de itens seminovos ou usados em um brechó ou bazar;
  • passeador de cachorros;
  • gestão de mídias sociais;
  • oferta de aulas de artesanato ou outro tipo de curso online;
  • motorista de aplicativo.

Invista seu dinheiro em busca de rendimentos

Se há renda entrando e sendo poupada, nada mais inteligente do que guardar esse valor e fazer com que ele trabalhe para você. Isso quer dizer que, dependendo de onde sua quantia estiver, ela pode render juros e aumentar a sua reserva financeira.

Pensando nisso, comece a guardar uma parcela da sua renda (fixa e extra, juntas) em uma poupança, por exemplo. Contudo, você pode ter rendimentos ainda melhores por meio de alternativas:

  • poupança: em vez de manter seu dinheiro em uma conta-corrente comum, é mais vantajoso deixá-lo em uma conta poupança. Assim, por mais que a taxa de rendimento não seja a mais atrativa do mercado atual, já é uma forma de render uns juros. O risco desse investimento é baixo, e você sabe que tem seu dinheiro preservado, aumentando “sozinho”;
  • consórcios: existem alguns consórcios que podem ser usados como forma de poupar dinheiro e preservá-lo até o momento do resgate. O plano, geralmente, oferece segurança e juros mais baixos. Basta pesquisar as opções do mercado e escolher o que mais encaixa nas suas necessidades;
  • outros investimentos: embora seja uma aplicação um pouco mais arriscada que a poupança, também dá para investir seu dinheiro no Tesouro Direto, CDB, ações ou letras de crédito, por exemplo.

É possível poupar mais do que o valor da entrada?

Foto de um casal fazendo contas | Juntar dinheiro para comprar um apartamento | Blog da Tenda

Com certeza! E o melhor é que, quanto maior a quantia levantada, menor será o tempo de financiamento do imóvel. Consequentemente, a cobrança de juros será menor. Na prática, isso evita que o futuro proprietário passe mais de 30 anos com até 30% da renda familiar bruta comprometida com o pagamento das parcelas. Então, o esforço vale ou não vale a pena?

Para poupar mais do que o valor da entrada, crie uma meta para guardar uma quantia fixa da sua renda mensal. Se esforce para juntar pelo menos, 30% dos seus ganhos brutos todo mês.

Afinal, após o recebimento das chaves, você terá que arcar com as despesas de escritura e documentação, como o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Esses detalhes e custos adicionais correspondem a cerca de 4% do valor do imóvel.

Como tirar proveito de períodos de tranquilidade financeira?

Você há de concordar que quem mora com os pais não precisa ter pressa para sair de casa e não tem a necessidade de pagar aluguel. Logo, a pessoa pode aproveitar para poupar ainda mais.

No entanto, os jovens não devem se limitar a deixar o valor arrecadado na poupança. O ideal é aplicá-lo em fontes de investimento mais rentáveis e se capitalizar antes de contratar um financiamento. O raciocínio é bem simples: enquanto, em uma dívida (no caso, o financiamento imobiliário), é preciso pagar juros para o banco; em um investimento, é você quem recebe os juros.

Ao contrário do que muitos pensam, não é necessário muito dinheiro para começar a investir. A escolha do investimento ideal deve apenas considerar o tempo que o poupador pode esperar para fazer o resgate. Vamos a alguns exemplos:

  • Até um ano: você pode aplicar o seu dinheiro em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) de bancos pequenos e médios, em Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) ou em Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs);
  • De dois à três anos: também é viável continuar a aplicar em CDBs de bancos pequenos e médios, letras de câmbio (LCs) e fundos de crédito privado, por exemplo;
  • Acima de três anos: pode-se aplicar no Tesouro Direto IPCA+.

Se você quer praticar uma dessas alternativas, estude e analise todas as possibilidades. E, se necessário, procure ajuda especializada para saber como aplicar corretamente o seu dinheiro, sem qualquer prejuízo.

Comprar imóveis pode ser considerado uma forma de investimento?

Para quem conhece o valor do seu esforço diário e sabe quantas horas de trabalho são necessárias para pagar um financiamento imobiliário, nada melhor do que aderir a um programa com juros menores e parcelas decrescentes, como o Minha Casa Minha Vida.

Assim, ainda que a maioria das pessoas não consiga efetuar o pagamento à vista, há como juntar dinheiro para comprar um imóvel sem grandes obstáculos. Hoje, isso é algo possível e altamente recomendado!

Sem dúvida, com as dicas que demos aqui, além de diminuir o prazo do financiamento, o hábito de economizar reflete positivamente no futuro da família — que se sente capaz de realizar todos os seus sonhos, a começar pelo da casa própria.

Por fim, se você quer descobrir quanto pagaria de parcela em um financiamento, use o nosso simulador Minha Casa Minha Vida. Com essa ferramenta você também consegue ver uma média do valor do imóvel, quanto o banco financia pra você e se tem direito ao subsídio, um valor que o governo fornece para deixar o financiamento mais barato.

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