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Terminar a faculdade, ser mãe e conquistar seu primeiro imóvel seria incrível, não é? Só que tudo isso custa dinheiro! Saber administrar a renda é o segredo para realizar os sonhos. Se você tem dificuldades nisso, vire o jogo! Veja agora mesmo dicas de como economizar e alcançar o sucesso!

Muitos dizem que poupar dinheiro é algo difícil, mas a verdade não é bem assim. Economizar é algo que exige esforço. Por isso, a questão principal não é a facilidade ou a complexidade de se guardar o dinheiro, e sim o quanto você tem de disposição para fazer alguns sacrifícios.

Quem acorda cedo todos os dias, estuda, trabalha e ainda ajuda os pais em casa sabe bem: conquistar um lugar ao sol exige suor e dedicação. As oportunidades existem, você sabe! É preciso, porém, ter gana e sagacidade para correr atrás delas. Para cortar os gastos, o raciocínio é o mesmo: não vai acontecer sem muita batalha!

Para se ter uma ideia, segundo o Banco Central, 70% dos brasileiros não pouparam nada em 2017. Crise, desemprego e a alta dos preços influenciam nesse péssimo resultado, mas seu momento é agora! Você não pode deixar que fatores externos determinem o seu destino.

Nesse sentido, saiba que economizar é fazer escolhas. É deixar de aproveitar a vida no atual momento, pelo menos um pouco, para ter uma vida melhor no futuro. Pequenas atitudes trazem grandes diferenças — cancelar a TV a cabo, trocar a academia pelo parque e levar marmita para o trabalho são alguns exemplos.

Que tal dar uma guinada no caos financeiro e começar a evoluir agora mesmo? Quer saber mais? Então, continue lendo e conheça as nossas dicas básicas de finanças!

Qual é a importância de poupar?

A falta de dinheiro, em diversas situações, nada mais é do que o reflexo da desorganização financeira. É preciso conhecer a fundo as suas despesas para escolher quais delas vai eliminar ou enxugar. Por que poupar é importante? Porque ninguém sabe o dia de amanhã. Você pode ser vítima do desemprego, ficar doente ou acontecer qualquer outro imprevisto.

Os japoneses, por exemplo, valorizam muito seus idosos e o conhecimento milenar passado de geração em geração. Não é à toa que são exemplo de persistência, embora enfrentem vulcões, terremotos e tsunamis. Sabe aquele velho ditado: “o seguro morreu de velho”? Com a poupança acontece o mesmo: quem se previne sofre menos!

Certamente você conhece a famosa fábula da cigarra e da formiga. A primeira não se prepara para o inverno e gasta todo o verão cantando e aproveitando a vida. Já a segunda, em toda a estação de calor, trabalha dia a pós dia para construir um abrigo e juntar alimentos.

O ideal é ter um equilíbrio entre esses dois personagens: aproveitar a vida sim, mas sem deixar de pensar no futuro. Você há de concordar: é melhor ser formiga agora, enquanto você é jovem e tem saúde, do que deixar para fazer isso com 40 ou 50 anos, não é mesmo?

Poupar é deixar de gastar dinheiro neste instante para usá-lo na conquista de algo no futuro, se casar, por exemplo. Quem sabe comprar uma casa? Viajar? Cursar uma pós-graduação em outro país? Pense o seguinte: cada valor economizado é um passo a mais na direção de onde você quer chegar. Assim, a importância de poupar está relacionada à importância de realizar seus sonhos.

Quanto economizar a cada mês?

A quantidade ideal de quanto economizar é muito relativa. Depende de quanto você consegue guardar, do que pretende fazer com essa poupança, dos gastos atuais, entre outros fatores. Para não se perder, a dica é tentar reservar para isso pelo menos 15% do que ganha no mês.

Quem recebe R$ 3.000, por exemplo, economizando nessa margem, acumula todos os meses R$ 450. Ao final de um ano, terão sobrado R$ 5.400. Juntando com o décimo terceiro e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), você pode até dar entrada em um imóvel próprio.

Se você tiver muitas dificuldades em honrar o compromisso com essa porcentagem, uma dica é procurar programas automáticos de depósito no seu próprio banco. Dessa forma, é possível agendar uma data, um dia depois do seu pagamento, por exemplo, e o envio do dinheiro da conta-corrente para a poupança é feito de maneira automática.

Nesse caso, lembre-se de perguntar se há carência para o resgaste. Em algumas situações, você perde dinheiro se fizer saques antes de um prazo mínimo.

Como definir metas e se organizar financeiramente?

Assim como acabamos de explicar, a melhor forma de poupar dinheiro varia de uma pessoa para a outra. Com as metas e a organização das finanças acontece o mesmo, isto é, vai depender de cada caso.

Embora haja essa variação, especialistas dão alguns conselhos sobre as porcentagens que mais conduzem ao sucesso. Se você não conseguir cumprir tudo à risca, mantenha essas indicações como uma meta, fazendo de tudo para ficar o mais próximo possível delas.

Você deve distribuir seus custos de acordo com esta tabela:

  • 50% dos ganhos com despesas essenciais: educação, transporte, ajudar a família a pagar as contas, celular, internet etc.;
  • 15% da sua renda devem ser guardados para seus planos futuros;
  • 35% com lazer: compras, sair com os amigos, passear com o noivo, entre outros.

Usando essa fórmula 50/15/35, será mais simples tanto traçar as metas quanto manter sua vida financeira melhor arranjada. Faça isso primeiro. Depois, terá que cortar gastos e escolher o que vai continuar pagando.

Nessa parte, as coisas podem embolar um pouco, mas para tudo se tem um jeito. Acompanhe a leitura, já que no próximo tópico vamos dar um passo a passo para orientar você nessa trajetória. Confira!

O que é preciso para começar a poupar?

O primeiro passo para começar a gastar menos é tratar da organização das finanças. Com a tabela 50/15/35 na cabeça, você vai precisar saber para onde está indo cada parte do seu dinheiro. Inúmeros brasileiros não conseguem responder a simples pergunta: “o que mais consome o meu salário?”.

Isso não pode acontecer com quem quer economizar. Entender tudo o que entra e o que sai, portanto, é por onde você deve iniciar o desenlace do nó. Para isso, há várias alternativas: pode ser uma planilha de Excel, aplicativos no celular ou então o velho caderno com lápis, borracha e régua, que continua bastante eficiente.

Tente descobrir em que você gasta mais e avalie se essa despesa vale mesmo a pena. A ideia é classificar todos os seus gastos. Quanto paga de ônibus por mês? E com material para a faculdade? E de alimentação fora de casa? O resultado vai ser um quadro bem preciso da sua vida financeira.

O ideal é coletar essas informações por uns três meses, no mínimo, para você conseguir enxergar os gastos flutuantes, isto é, que oscilam de um mês para o outro. Essa pode ser a situação de desembolsos com lazer, com comida, com cosméticos etc.

Da mesma forma, você vai saber qual é o maior dos gastos fixos. É com o seu curso superior? Então, talvez você esteja no caminho certo. Se não for, reavalie os rumos que as suas despesas estão tomando. Abaixo, acompanhe um passo a passo de como gastar menos e guardar mais. Veja!

Defina suas despesas

Depois que você fizer o raio-X sobre as suas faturas, deve escolher os itens que realmente são importantes. Do mesmo modo, faça uma lista com tudo que deseja eliminar das suas contas.

Trocar a academia por uma caminhada, por exemplo, é uma dica. Fazer suas unhas em casa também. Substituir a conta de celular por um plano pré-pago pode ser outra ideia. Além disso, você vai saber direitinho o quanto gastará nos serviços e produtos que optar permanecer consumindo.

Transforme essas providências em uma lei pessoal e crie, com base nelas, planos bem objetivos. Escreva em algum lugar tudo aquilo que pretende fazer e defina um período — um mês, dois meses. Quando acabar esse prazo, avalie o quanto conseguiu progredir. Só não vale desanimar. Se tiver ficado abaixo do esperado, em vez de desistir, mostre a sua garra, que não é pouca, e comece tudo de novo!

Ouça os conselhos da sua família

Comprar uma casa, vencer na carreira e ter filhos exige responsabilidade. Muita gente que mora com os pais perde a paciência quando eles dizem: apague a luz, feche a torneira, tire o ferro da tomada e assim por diante. Quando você tiver a sua própria família, porém, sentirá falta de todas essas orientações. Por isso, tente ter um outro olhar para esses comentários, que às vezes acabam incomodando. Ponha a mão na consciência!

Se a conta de luz baixar no fim do mês, sobrará mais dinheiro para todo mundo da família, não é mesmo? Desse modo, não é demais tomar um banho menos demorado para economizar água e energia elétrica ou esperar juntar mais roupas para usar a máquina de lavar. Além disso, ao colaborar mais, você vai garantir mais tranquilidade e boas vibrações em casa.

Procure fontes extras de renda

Poupar dinheiro fica bem mais simples e menos doído quando a gente aumenta a renda em vez de apenas cortar os gastos. Mesmo com pouco tempo, dá para fazer muita coisa.

Você pode montar uma loja de roupas virtual, por exemplo, e vender para suas amigas do Facebook e do WhatsApp. No trabalho, pode oferecer bijuterias, maquiagem, trufas, coxinhas etc. — nesse caso, não se esqueça de pedir autorização para seus superiores para não ter dor de cabeça. A ideia é resolver problemas e não arranjar outros.

Aproveite as pessoas das suas redes sociais para pensar em algo que aumente seus ganhos sem consumir muito tempo!

Guarde as comissões mais gordas

Muitas pessoas têm renda variável ou recebem comissões, principalmente na área de vendas. Se esse for o seu caso, quando aparecer aquele dinheiro a mais, não caia na tentação e envie direto para a caderneta de poupança. Ao final de um ano, esse gesto pode render boas surpresas.

Quem sabe não dá para comprar um carro ou começar a pagar pelo tão sonhado apê? Além disso, depois de conseguir uma grande conquista, você vai sentir mais estímulo para ultrapassar as suas metas no trabalho. Desse modo, você não apenas economiza como também cresce profissionalmente.

Vá a eventos gratuitos e aproveite as promoções

Ninguém é de ferro e, no final de semana, nada melhor do que namorar e sair com os amigos, não é mesmo? Que tal aproveitar as centenas de eventos gratuitos que circulam por boa parte das capitais brasileiras? Tem de tudo: shows, teatros, cinema, exposições, festivais gastronômicos etc. Na internet, o que não faltam são sites especializados em diversão de graça.

Da mesma forma, ficar de olho em promoções também é uma ótima prática. As redes de cinema, por exemplo, costumam fazer campanhas nas quais você compra um bilhete e ganha outro. Ótimo para casais, não acha? Na gastronomia, muitos restaurantes do mesmo segmento fazem campanhas juntos. Por exemplo: hamburguerias dão 60% de desconto em determinada data.

Tente pesquisar antes para encontrar opções que combinem com sua localização e disponibilidade. Como você pôde perceber, as chances de gastar menos estão em toda parte.

Evite comer fora durante a semana

Levar marmita para o trabalho é algo que faz muita diferença no final do mês. Sabemos que é difícil conciliar a correria do dia a dia com a cozinha, mas existem várias receitas incríveis e rápidas.

Por exemplo, se você deixar o feijão de molho na água no dia anterior, no outro, vai conseguir cozinhá-lo em 20 minutos. É possível usar a panela de pressão e cozinhar batatas em três ou quatro minutos. Fritar um bife também não toma muito tempo!

Se você mora com os seus pais, ainda pode pedir para alguém deixar aquele seu prato favorito pronto! Mais uma coisa: leve apenas dinheiro vivo para economizar no supermercado, evitando comprar mais do que precisa.

Quais são os principais erros cometidos pelos brasileiros?

O maior dos erros dos brasileiros é não poupar dinheiro, embora muitas vezes o cenário econômico não colabore para que haja sucesso nessa iniciativa. De qualquer forma, a verdade é que no Brasil, mesmo em conjunturas econômicas mais favoráveis, a economia de recursos não é levada a sério.

Sem uma meta, uma diretriz do que você pretende fazer com seus ganhos, eles acabam despendidos aleatoriamente. Pior do que isso: muitos até perdem a noção e acabam gastando mais do que podem.

Abaixo, você confere uma lista de erros comuns. Confira para fugir deles!

Abusar do cartão de crédito

Quem compra demais no cartão de crédito acaba enrolado em dívidas. Isso acontece porque ele dá uma sensação enganosa de aumento na renda. A pessoa pensa que ganha R$ 5.000, mas se esquece que na vida real conta com R$ 3.000. Isso sem falar nas altas taxas de juros. O melhor é ficar longe deles!

Comprar por causa do estado de espírito

Comprar porque está triste é ruim, assim como comprar em momentos de felicidade extrema também. Até porque a lógica da compra sensata não combina com arrojos e euforia. Comprar bem envolve serenidade!

Por essa razão, quando for adquirir algo, faça com calma: pesquise bem os preços antes de levar para casa. Essas compras por impulso arruínam seus planos de guardar dinheiro, ainda que possam trazer certo prazer momentâneo.

Ignorar os microgastos

Sabe aquela deliciosa coxinha com suco que você consome na padaria dia sim, dia não? Você pensa: é quase nada, são só R$ 5! Quando menos percebe, essas continhas pequenas e picadas se tornam um grande bolo, o que pode ser um obstáculo nos seus planos de poupar dinheiro.

É aquela bala que você pega a cada vez que passa por um caixa, aquela blusinha imperdível que dá para dividir em mil vezes de R$ 7,90 ou aquele batonzinho de apenas R$ 10. Tome cuidado. Lembra quando falamos para mapear tudo? Quando terminar de fazer isso, seu susto será enorme. Pode acreditar!

Não planejar as contas sazonais

Janeiro é época de fazer matrícula na faculdade e, dependo do curso, também é preciso gastar com livros e outros materiais. Há instituições de ensino que cobram a matrícula a cada semestre. Não se esqueça disso.

O mesmo pode acontecer com outras despesas ao longo do ano, como presente de aniversários, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados etc. Quando montar sua programação financeira, reserve um tempinho apenas para analisar esse tipo de gasto.

Não ter estratégia para pagar as dívidas

Quem deve no cartão de crédito ou no cheque especial necessita escolher um método mais vantajoso para pagar os débitos. Muitas vezes, o próprio banco credor aceita negociar com você, trocando a sua dívida com juros altos por outro tipo de financiamento, que caiba melhor em suas condições. Jamais deixe essas contas com juros exorbitantes rolarem por um tempo prolongado. 

Como usar as economias de forma inteligente?

Já pensou em fazer um financiamento de imóvel? Se até agora você acha que não tem dinheiro para isso, quando começar a pôr seus gastos na ponta do lápis, perceberá que não é bem assim. Cortando despesas supérfluas, é perfeitamente possível adquirir uma casa ou apartamento próprio. Isso porque os empréstimos habitacionais trazem inúmeras vantagens.

Com um imóvel seu, será possível escolher o piso, os azulejos, a quantidade de dormitórios, a localização etc. E o melhor de tudo isso: aprendendo a poupar dinheiro, você vai conseguir mobiliar sem gastar muito.

O Minha Casa Minha Vida oferece inúmeras facilidades para as pessoas com renda de até R$ 9.000, principalmente às que têm teto de R$ 4.000. Além disso, é possível usar o FGTS como parte do pagamento e encontrar construtoras que parcelam a entrada em até 60 vezes.

Os juros são muito abaixo daqueles cobrados no mercado, entre 5% e 7% ao ano, em média, dependendo da sua renda familiar. Outro incentivo, principalmente para quem teme investir dinheiro em operações em longo prazo, é que esse programa funciona com respaldo da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, as duas mais importantes instituições financeiras nacionais.

A avaliação do crédito e a simulação das condições de pagamento são feitas na hora pelos parceiros da construção civil ou nas agências da Caixa. Diferentemente do que acontecia no passado, os modelos de construção estão bem mais modernos e avançados. Dessa forma, as chaves dos apartamentos são entregues em tempo recorde.

Com uma casa própria, além de não ter que passar pelo pesadelo do aluguel, você vai conquistar uma moradia para a família. Se tudo der errado, crise, desemprego, pelo menos um teto para morar não vai faltar. Na velhice dos seus pais, você poderá ampará-los em caso de emergências.

Existe ainda a chance de esse imóvel se valorizar ao longo dos anos, uma vez que a maioria dos bairros tende a crescer com o passar do tempo, recebendo mais elementos de infraestrutura.

Abaixo, confira um resumo de benefícios em comprar um imóvel. Veja:

  • não precisar gastar com aluguel;
  • facilidade de pagamento por meio de programas como o Minha Casa Minha Vida;
  • possibilidade de simular as condições de pagamento de forma muito rápida e acessível;
  • juros abaixo do mercado, entre 5% e 7% ao ano, para renda até R$ 4.000;
  • usar o FGTS na transação;
  • parcelamento da entrada em até 60 vezes;
  • pagamento da dívida em até 360 meses;
  • poder mobiliar e decorar como bem quiser;
  • rapidez na aprovação do crédito;
  • agilidade na construção;
  • conquista da segurança patrimonial. 

Como você pôde notar, poupar dinheiro não é fácil, mas também não é tão complicado quanto muitos dizem por aí. Se você começar a agir agora, conquistará todos os seus sonhos: crescer profissionalmente, formar a sua família, ter mais qualidade de vida e ajudar seus pais!

Comprar um imóvel financiado por programas sociais de habitação pode ser ainda mais vantajoso do que a economia convencional. Por mais que haja dificuldades, não há motivos para não superá-las. Ainda dá tempo de colocar a vida financeira em ordem em 2018!

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