O aumento da procura pela casa própria por parte da população, principalmente com renda entre 3 e 10 salários mínimos, as empresas estão buscando cada vez oferecer mais imóveis para esta faixa de compradores.
A Tenda já estava prevendo aumentar os lançamentos nessa faixa para acima de 63% do total, segundo o presidente Carlos Trostli. Com a enorme repectividade da população, esse porcentual pode passar de 75%. A Tenda participará, ativamente, do próximo feirão da casa própria da Caixa Econômica Federal.
As construtoras estão animadas com o programa Minha Casa, Minha Vida, lançado há três semanas pelo governo federal.
A procura por informações nos plantões de venda duplicou em alguns casos. Segundo Peterson Querino, diretor regional da Tenda, só em São Paulo, há 4.000 unidades disponíveis para serem financiadas dentro do programa. “Desde na planta até já prontos”, disse. De acordo com ele, conforme houver procura, a construtora disponibilizará mais imóveis.
Podem conseguir o financiamento, na Caixa Econômica Federal, pelas regras do programa, as famílias com renda de três a dez salários mínimos (R$ 1.395 a R$ 4.650). O valor do imóvel é de até R$ 130 mil. Os juros variam de 4,5% a 8,16% ao ano, e o desconto que o governo dá no valor do imóvel chega a R$ 23 mil, no caso de renda até seis salários (R$ 2.790).
A Construtora Tenda, especializada no segmento econômico, vai oferecer em todas as suas lojas um desconto de R$ 3.000,00 para os clientes que decidirem comprar a casa própria entre os dias 23 e 26 de abril.
”O desconto oferecido é um benefício a mais da Tenda, além dos já anunciados e que fazem parte do Pacote Habitacional”, explica o diretor de Vendas, Vinicius Diniz. O Governo Federal anunciou recentemente uma série de medidas, entre elas um subsídio de até R$ 23.000,00 para o mutuário. “É uma ajuda e tanto para muitas pessoas que vivem de aluguel ter acesso ao imóvel próprio”, afirma o também diretor de Vendas, Peterson Querino.
A Construtora Tenda, especializada no segmento econômico, realiza, nesta semana, um “feirão de imóveis” em todas as suas lojas. Além de um desconto de R$ 3.000,00 para quem decidir comprar a casa própria entre os dias 23 e 26 de abril, os clientes terão outra vantagem.
A construtora dará uma consultoria completa desde o levantamento de toda a documentação necessária para conseguir os recursos na Caixa até as informações para o registro do imóvel.
“Em média, um despachante cobra R$ 1.000,00 por esse trabalho”, compara o diretor de vendas, Vinícius Diniz.
A Construtora Tenda é a marca mais lembrada pelos gaúchos quando o assunto é moradia destinada à classe econômica.
Os dados foram apresentados pela pesquisa Top Of Mind – Porto Alegre, divulgada esta semana.
Na classificação geral, entre 11 construtoras lembradas, a Tenda aparece em segundo lugar, com 6,5 % das citações. Dentro do universo dos que disseram o nome da Tenda,18% representam as classes C D e E. Este índice é registrado apenas pela Tenda entre as 5 marcas mais lembradas no setor da construção imobiliária.
A construtora Tenda oferece hoje 10 empreendimentos diferentes nas cidades de Porto Alegre, São Leopoldo, Cachoeirinha , Novo Hamburgo e Sapucaia do Sul.
A empresa também é a construtora mais preparada para atender a demanda do pacote habitacional do governo federal. Os vendedores das quase 40 lojas de todo o país estão orientados sobre as medidas do governo, os benefícios e todas as facilidades que só a Tenda possui.
De acordo com o presidente da Tenda, Carlos Trostli, o plano de incentivo deve aumentar significativamente a procura por imóveis. “As construtoras que são de fato voltadas para a baixa renda vão poder mostrar agora todo o seu potencial e cumprir o seu papel. E o pacote vai dar condição de acesso aos clientes.”
A pesquisa que destaca a Construtora Tenda, foi realizada pela revista Amanhã com o objetivo de revelar as marcas mais lembradas pelos moradores da capital gaúcha em várias categorias de consumo.
Equipe de reportagem da TV Globo de Minas mostra movimento e adesão ao Pacote Habitacional em loja a Tenda. Assista no link:
Fonte: MGTV 2ª Edição
Começou a operar nesta segunda-feira (13) o novo programa de habitação do Governo Federal, “Minha Casa, Minha Vida” que pretende construir até um milhão de moradias nos próximos anos para reduzir o déficit habitacional das famílias que têm renda até dez salários mínimos.
Do total de um milhão de moradias, 400 mil serão destinadas para quem tem renda até três salários mínimos. Outras 200 mil para quem recebe entre três e quatro salários mínimos. 100 mil para quem tem renda entre quatro e cinco salários mínimos. Outras 100 mil para quem recebe entre cinco e seis salários mínimos. As 200 mil restantes são para população que recebe entre seis e dez salários mínimos.
O montante total de financiamentos subsidiados e não-subsidiados do programa “Minha Casa, Minha Vida” pode chegar a R$ 60 bilhões, segundo o governo.
Começou a operar nesta segunda-feira (13) o novo programa de habitação do Governo Federal, “Minha Casa, Minha Vida” que pretende construir até um milhão de moradias nos próximos anos para reduzir o déficit habitacional das famílias que têm renda até dez salários mínimos.
Do total de um milhão de moradias, 400 mil serão destinadas para quem tem renda até três salários mínimos. Outras 200 mil para quem recebe entre três e quatro salários mínimos. 100 mil para quem tem renda entre quatro e cinco salários mínimos. Outras 100 mil para quem recebe entre cinco e seis salários mínimos. As 200 mil restantes são para população que recebe entre seis e dez salários mínimos.
O montante total de financiamentos subsidiados e não-subsidiados do programa “Minha Casa, Minha Vida” pode chegar a R$ 60 bilhões, segundo o governo.
Famílias que ganham até dez salários mínimos por mês vão ser beneficiadas com subsídios e linha de crédito a juros baixos.
O sábado foi para fazer planos. “Se Deus quiser vai fechar negócio. Estou até nervoso”, afirma o motorista Rodrigo Rinaldi. “A gente já sai sonhando em mudar”, conta o autônomo Fábio de Lima.
Nesta última semana, o pacote habitacional anunciado pelo governo aumentou as chances de quem quer sair do aluguel. Famílias que ganham até dez salários mínimos por mês vão ser beneficiadas com subsídios e uma linha de crédito a juros baixos. “Isso motiva a gente. Atraiu a gente a procurar”, diz a analista contábil Cecília Eloi.
“A partir do momento em que anunciaram o pacote, o nosso volume teve esse aumento expressivo em todas as nossas praças. O cliente está ligando, está mais interessado e quer saber como pode fazer para comprar”, afirma o diretor regional da construtora Peterson Quirino.
Em conjuntos habitacionais de prédios pequenos de quatro andares no máximo, sem elevados, apartamentos de dois quartos e com 48 metros quadrados de área, o tempo de venda de cada unidade era de três a seis meses. Agora, com essas novas medidas, os corretores esperam vender todos os apartamentos do conjunto em muito menos tempo.
Em Belo Horizonte, o mercado já sente os efeitos do novo plano. Duzentas e cinquenta unidades foram vendidas em apenas oito horas.
A renda familiar de Érico e Bruna, de R$ 5 mil, ultrapassa o perfil dos beneficiados pelo pacote. Mesmo assim, eles fecharam o negócio. “O valor do imóvel que a gente está comprando está barato”, diz Bruna.
O sino anuncia mais uma venda. O imóvel de Rogério e Gabriela só fica pronto daqui dois anos, prazo marcado para um outro grande acontecimento. “Assim que o prédio ficar pronto, a gente casa”, afirma a analista de compras Gabriela Rodrigues Santos.
Fonte: Jornal Nacional